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01.09.16
ED. 5446

Trem pagador

 Na tentativa de reduzir a ociosidade da fábrica de Contagem, em Minas Gerais, que funciona hoje a menos de 50% da sua capacidade, a GE Transportation bateu à porta do BNDES. Busca um financiamento para um contrato de exportação de locomotivas da ordem de R$ 500 milhões. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: GE Transportation.

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22.07.16
ED. 5417

Reprise

 A GE Capital, ou melhor, o que sobrou dela, deverá ser desativada no Brasil, segundo fonte próxima ao grupo. Procurada, a GE nega o encerramento das operações. Não custa lembrar, no entanto, que os norte-americanos já promoveram o desmantelamento do seu braço financeiro em outros países.

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08.07.16
ED. 5407

Haier é o elemento surpresa para salvar a Mabe no Brasil

  A chinesa Haier – maior fabricante de fogões e geladeiras do mundo, com faturamento próximo dos US$ 50 bilhões – prepara seu desembarque no mercado brasileiro. Seu projeto nasce do obituário alheio. Os asiáticos pretendem se aproveitar da bancarrota da Mabe Brasil, indústria de eletrodomésticos de origem mexicana, para montar seu pied-à-terre no país. Segundo um executivo da própria Mabe, os chineses se movimentam para assumir a estrutura fabril e as marcas da companhia, que teve sua falência decretada em fevereiro deste ano, deixando pelo caminho mais de dois mil trabalhadores e quase meio bilhão de reais em dívidas.  De acordo com a mesma fonte, dirigentes da Haier vêm mantendo contatos com os principais credores da Mabe Brasil. O RR também apurou que executivos chineses já teriam visitado a fábrica da finada empresa em Hortolândia (SP). Segundo a estratégia delineada pelos asiáticos, a Haier só oficializará seu interesse nos ativos após a aprovação do plano para o pagamento das dívidas que será apresentado pela Capital Consultoria, administradora da massa falida. Procurada, a Capital afirmou desconhecer os “contatos estabelecidos entre os credores e terceiros”. A empresa informou que está prevista para setembro uma assembleia geral de credores para deliberar sobre o futuro dos ativos da Mabe Brasil.  Os chineses enxergam a Mabe Brasil como um risco, mas, sobretudo, como uma oportunidade que acabou caindo no seu colo por uma via oblíqua. Há três meses, a Haier comprou a divisão mundial de eletrodomésticos da GE, por US$ 5,4 bilhões. Automaticamente, herdou a participação de 50% dos norte-americanos na mexicana Mabe, grupo que vai muito bem, obrigado, mas virou as costas para a operação brasileira desde que a subsidiária naufragou. O acordo com os sócios mexicanos é a parte simples da operação. O mais complexo é obter o aval dos credores e, sobretudo, renegociar um considerável deságio para a dívida da Mabe Brasil, superior a R$ 400 milhões. Na ótica da Haier, vale o empenho. Além de duas fábricas – há uma segunda planta em Campinas –, os chineses assumiriam as marcas Dako e Continental, ainda muito fortes no segmento de geladeiras e, sobretudo, fogões.  Em tempo: dona de um terço das vendas de linha branca na China, a Haier tem uma lista de polêmicas proporcional ao seu porte. Suas relações com o governo chinês sempre foram consideradas bastante nebulosas, mesmo para os padrões corporativos do país, sobretudo depois que o ex-funcionário público Zhang Ruimin foi designado para a presidência do grupo – cargo que ocupa desde meados dos anos 80. Em 2014, a empresa foi investigada por autoridades alemãs por conta da suspeita de vender celulares com vírus instalados.

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16.11.15
ED. 5248

Alstom desinfeta todos os seus vagões no Brasil

 Michel Boccaccio, que assumiu a presidência da Alstom no Brasil há menos de um mês, desembarcou em São Paulo com “licença para matar”. O executivo francês recebeu carta branca para comandar um profundo processo de higienização da companhia no país. A premissa é trocar tudo e todos que remetam ao passado recente da Alstom no Brasil, cuja imagem está fortemente vinculada ao escândalo do cartel no metrô de São Paulo. Da substituição de executivos ao redesenho da estrutura organizacional do grupo no país, Bocaccio tem caminho livre para fazer o que for necessário e virar as páginas manchadas de escândalo na biografia da Alstom no país.  A chegada de Boccaccio já resultou automaticamente no afastamento de Marcos Costa, que presidia a subsidiária desde 2012 e, depois de quase uma década na Alstom, se transferiu para a GE. Outro nome na berlinda é o do diretor geral da divisão de transportes, Marco Contin. Embora tenha assumido o cargo apenas em janeiro de 2012 – portanto, quase três anos após as licitações sob investigação do Ministério Público – a figura de Contin está bastante desgastada pelo episódio. Além de ser responsável pela administração dos contratos firmados com o metrô de São Paulo, o executivo carrega a cruz de todo o escândalo ter vindo à tona durante a sua gestão. Consultada pelo RR, a Alstom garante que manterá sua estrutura atual.  Como não se faz uma reestruturação desta magnitude apenas na base do chicote, Michel Boccaccio trouxe algumas boas notícias na bagagem, projetos que serão anunciados ao longo de 2016 – ao melhor estilo de Maquiavel, para quem o bem sempre deve ser feito aos poucos. Está prevista a ampliação das fábricas de trens para metrô, localizada no bairro da Lapa, na cidade de São Paulo, e de veículos leves sobre trilhos (VLTs), em Taubaté (SP). A Alstom tem planos ainda de ingressar na própria opera- ção de VLTs no Brasil. A entrada em consórcios seria uma estratégia para garantir contratos de fornecimento de trens e equipamentos.

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25.09.15
ED. 5214

Reverso

A GE prepara-se para um rigoroso inverno na área de energia. Os estudos da companhia preveem uma queda de 30% nas encomendas de turbinas eólicas no Brasil em 2016.

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10.07.15
ED. 5160

Como estancar as perdas de faturamento no Brasil?

Como estancar as perdas de faturamento no Brasil? Esta é a pergunta que os executivos da GE se fazem todos os dias. Nos últimos dois anos, a queda da receita do grupo no país já chega a  casa dos US$ 300 milhões. É bem verdade que a carteira de encomendas da GE no Brasil saltou de US$ 2,3 bilhões para US$ 4,4 bilhões entre 2010 e 2014 – números confirmados pela própria empresa. No entanto, o crescimento desse volume de pedidos, seja de locomotivas, seja de equipamentos de energia, só terá maior impacto no balanço nos próximos anos, a  medida que as entregas forem se consumando.

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10.02.15
ED. 5059

Locomotiva da GE circula à  meia bomba

A GE Transportation, braço ferroviário do conglomerado norte-americano, fechou 2014 com um dado desalentador no Brasil. Durante todo o exercício, a fábrica de locomotivas de Contagem (MG) operou a menos da metade de sua capacidade, em torno de 120 unidades por ano. A diretoria da empresa depositava as esperanças de um 2015 um pouco melhor no novo modelo Evolution, recém-lançado no Brasil. Até agora, no entanto, as projeções para este ano não animam. Atualmente, o volume de pedidos firmes em carteira soma 50 locomotivas, pouco mais de 40% da capacidade da fábrica mineira. A GE teme que a estiagem atravesse todo o primeiro semestre: não há perspectivas de novas encomendas antes de junho. Oficialmente, a GE Transportation garante que “segue com seu plano de expansão” e os resultados atendem a s suas expectativas. A empresa afirma ainda que a fábrica de Contagem “deverá operar próximo a  capacidade máxima em 2015”. Bem, os norte-americanos também diziam isso quando 2014 começou.

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