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09.05.17
ED. 5614

Grupos chineses avançam sobre distribuidoras de gás

O novo alvo dos chineses no mercado brasileiro de energia é a distribuição de gás natural. Executivos da China Gas e da Beijing Gas têm mantido uma rotina de apresentações e contatos com governos estaduais que deverão privatizar suas respectivas concessionárias, como contrapartida ao pacote de ajuda da União. No caso específico da Beijing, há um interesse maior pela gaúcha Sulgás e pela Bahiagás. Não custa lembrar que, no ano passado, o grupo disputou a compra da Gaspetro, mas perdeu o duelo para Mitsui.

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28.03.17
ED. 5587

Sulgás na mira chinesa

Os chineses da Beijing Gás estão vasculhando com palitinhos os números da estatal gaúcha Sulgás, que deverá ser privatizada até 2018 como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul. A Beijing, não custa lembrar, tentou fisgar a Gaspetro, mas perdeu o duelo para a Mitsui.

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27.07.16
ED. 5420

Abacaxizeiro

 Apareceu mais um abacaxi para Pedro Parente descascar na Petrobras. A Mitsui, que comprou 49% da Gaspetro , não está disposta a manter o acordo caso o processo judicial que paralisou a transação se arraste por muito tempo. A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou, em abril, que o grupo nipônico não pode dispor da participação comprada. A ação foi impetrada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), que questiona o valor de R$ 1,9 bilhão pago pela Mitsui. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Petrobras e Mitsui.

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31.05.16
ED. 5379

Venda integral

 O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, pretende avançar muitas jardas no plano de desmobilização de ativos da estatal. Uma das propostas é elevar o número de subsidiárias integralmente alienadas. A medida atingiria até a Gaspetro, que já teve 49% do capital negociados para a Mitsui . Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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Após comprar 49% da Gaspetro, a Mitsui tem um novo alvo entre os ativos da Petrobras: a aquisição do controle da Gas Brasiliano, uma das distribuidoras de gás em São Paulo. Os japoneses entrariam na operação de mãos dadas com a chinesa Beijing Gas – curiosamente derrotada pela própria Mitsui na disputa pela Gaspetro. Procurada, a Mistui não comentou o assunto.

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22.02.16
ED. 5311

Avanço da Mitsui

A Mitsui está se aproveitando da liquidação de ativos da Petrobras e do câmbio a favor para ampliar seu poder na área de gás. Após comprar 49% da Gaspetro, fez uma oferta para ficar com parte das ações da estatal na MSGás . As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Petrobras e Mitsui.

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21.12.15
ED. 5273

Gasodutos

 A Transpetro vai sair fortalecida do processo de rearrumação dos ativos da Petrobras. A companhia deverá ficar com a antiga participação da Gaspetro em quatro gasodutos no país. Ressalte-se que os pipelines não fizeram parte da operação de venda de 49% da estatal para a japonesa Mitsui.  Procurada pelo RR, a Petrobras  não retornou e não comentou o assunto.

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24.11.15
ED. 5254

Segunda chance

Derrotada pela Mitsui na disputa pela Gaspetro, a Beijing Gas voltou suas baterias para o Paraná. Representantes do grupo chinês já estiveram reunidos com o governador Beto Richa para negociar uma associação com a Compagas. A operação se daria por meio de uma joint venture.

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Dan Conrado, ex-presidente da Previ e homem de confiança de Aldemir Bendine, é pule de dez para assumir a presidência da Gaspetro, que reúne os ativos de distribuição de gás da Petrobras. A empresa encontra-se com 49% do seu capital à venda. Conrado só entra quando a operação for fechada.

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Caso raro de boa notícia na Avenida Chile: Aldemir Bendine pretende anunciar na próxima semana a venda de 49% da Gaspetro para a Mitsui.

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13.08.15
ED. 5184

Gaspetro investiga escândalo financeiro em diretoria da Sulgás

A Sulgás está no centro de um escândalo que envolve gravíssimas suspeitas de desvio de recursos públicos. Nesta semana, a Gaspetro, subsidiária da Petrobras e dona de 49% da distribuidora, determinou a abertura de uma sindicância para apurar denúncias de superfaturamento em contratos da estatal gaúcha. O alvo específico é a diretoria técnica e comercial, comandada por Flávio Ricardo Soares de Soares. Na Gaspetro, os termos usados para se referir ao episódio são os mais duros possíveis: “malversação”, “roubo” e “pagamento por fora”. Segundo um dos integrantes da comissão instituída pela estatal gaúcha, as primeiras informações apuradas apontam para o favorecimento a pelo menos um fornecedor contratado pela diretoria técnica e operacional. Consultada, a Sulgás confirma a abertura da sindicância e diz, com todas as letras, que “já identificou irregularidades, a ponto de ter expedido notificação extrajudicial ao prestador de serviços, com notícia de cobrança de diferenças.” A companhia não divulgou o nome ou o ramo de atuação do fornecedor, mas o RR apurou que se trata de uma conhecida empresa de engenharia de Porto Alegre. Também procurada, a Gaspetro/ Petrobras não se pronunciou. Ressalte-se que a iniciativa da Gaspetro conta com o apoio do governo gaúcho, acionista controlador da Sulgás. Curiosamente, foi a própria subsidiária da Petrobras quem indicou Flávio Soares para a diretoria da Sulgás. Sua situação, no entanto, tornou-se insustentável. Na distribuidora gaúcha, já se dá como certo seu afastamento do cargo nos próximos dias. Oficialmente, a empresa empurra a questão para a Gaspetro. Diz que a permanência ou não do executivo é uma decisão que cabe à subsidiária da Petrobras, responsável pela sua nomeação. Soares, aliás, é um fenômeno de resistência. Equilibra-se na diretoria técnica e comercial há quase 13 anos. Já sobreviveu a três presidentes da Petrobras e a cinco governadores do Rio Grande do Sul. Ele é tido por seus colegas na Sulgás como um executivo todo-poderoso. Em algumas gestões chegou a mandar mais do que o próprio presidente da estatal, a ponto de grandes fornecedores e clientes da companhia despacharem diretamente em seu gabinete.

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05.08.15
ED. 5178

Gás garantido

A Petrobras deu uma cartada que deverá ser determinante para a venda de até 49% da Gaspetro. A estatal incluiu nas negociações um termo garantindo o fornecimento de gás para todas as distribuidoras das quais é acionista por um período de 20 anos. Era tudo o que a Mitsui e a Beijing Gás, principais candidatas à compra de um pedaço da Gaspetro, queriam ouvir.

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31.03.15
ED. 5091

Bahiagás

A Mitsui foi rápida no gatilho. Antes mesmo de a Petrobras formalizar a lista de ativos que pretende vender, o grupo japonês manifestou a  estatal e ao governo da Bahia o interesse em comprar a parte da Gaspetro na distribuidora de gás do estado. A Mitsui já é acionista da Bahiagás. Com a aquisição, duplicaria sua fatia para 49%.

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26.02.15
ED. 5068

Mitsui e Sumitomo ensaiam um dueto no mercado de gás

Se Cemig e Gas Natural estão prestes a romper a associação anunciada no ano passado – ver RR edição nº 5.052 -, Mitsui e Sumitomo caminham na direção oposta. Os dois grupos estariam negociando a criação de uma joint venture para atuar no mercado brasileiro de distribuição de gás natural. O colar já chegaria a  vitrine com alguns pingentes. A Mitsui aportaria na nova empresa parte ou até mesmo a totalidade de suas participações em sete concessionárias estaduais de gás, que um dia pertenceram a s Gaspart, leia-se a finada e nada saudosa Enron. A carteira do grupo engloba aproximadamente 8% do mercado nacional – entre os principais ativos, estão a Bahiagás e a paranaense Compagás. Em termos absolutos, não há como comparar a eventual associação entre a Mitsui e a Sumitomo com a fusão dos ativos da Cemig e da Gas Natural no setor. A parceria entre mineiros e espanhóis, seriamente ameaçada devido a  recusa do governo Fernando Pimentel em privatizar a Gasmig, poderá – ou poderia, já não se sabe ao certo – dar origem a  maior distribuidora de gás do país, responsável por atender mais de 20% do mercado nacional. Na partida, Mitsui e Sumitomo não chegarão sequer a  metade desse market share. Ainda assim, a dobradinha nipônica manteria acesa a perspectiva de uma consolidação do setor e de uma maior participação do capital privado. Hoje, a  exceção de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais este mercado é uma sesmaria dos governos estaduais e, sobretudo, da Gaspetro, presente no capital de mais de duas dezenas de concessionárias. A associação entre Mitsui e Sumitomo na distribuição de gás encanado poderia ser o ponto de partida para outros negócios em conjunto. As duas tradings japoneses teriam planos de, mais a  frente, montar uma comercializada do combustível, focada não apenas na compra e venda do insumo, mas também na importação e exportação de gás natural liquefeito (GNL).

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29.01.15
ED. 5051

Arquivo morto

O processo de arrumação da Petrobras pós Lava-Jato passa pelo enxugamento no número de empresas do grupo. A Gaspetro, que reúne participações em distribuidoras de gás, deverá ser a primeira degolada. Seus ativos seriam pendurados na própria holding. Oficialmente, a Petrobras nega a extinção da Gaspetro.

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