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planos
28.04.17
ED. 5608

Máquina de Vendas sobre o balcão

De um lado, o empresário Ricardo Nunes iniciou uma peregrinação entre os bancos credores para evitar a recuperação judicial da Máquina de Vendas; do outro, saiu em busca de um sócio para a rede varejista. Segundo o RR apurou, nas últimas semanas Nunes teria mantido conversações com a Americanas, a chilena Falabella e o fundo Kinea, do Itaú. Em pauta, a venda de parte ou até mesmo do controle da Máquina de Vendas, que, hoje, está muito mais para uma máquina de dívidas e prejuízos. O passivo total teria ultrapassado os R$ 3 bilhões. A relação dívida líquida/ebitda já estaria na casa de dez vezes – a companhia ainda não divulgou o balanço de 2016. O RR fez várias tentativas de contato com a Máquina de Vendas, mas não obteve retorno.

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29/05/17 3:04h

Relatório Reservado

disse:

[…] Ricardo Nunes, um dos donos da Máquina de Vendas, empurrou o sócio Luiz Carlos Batista para o acostamento. Estaria conduzindo, monocraticamente, tanto a renegociação do passivo com bancos e demais credores quanto a venda de parte do capital da rede varejista – ver RR edição de 28 de abril. […]

08.03.17
ED. 5573

Cencosud põe a rede Prezunic na gôndola

Os dois maiores grupos varejistas do Chile trilham caminhos opostos no Brasil. No momento em que a Falabella disputa a aquisição da ViaVarejo, o Cencosud, seu grande rival, estaria preparando a venda de uma de suas bandeiras no país: o Prezunic, cadeia de supermercados com 31 lojas no Rio de Janeiro. Segundo o RR apurou, a Goldman Sachs já teria sido contratada para conduzir a operação. A rede carioca estaria avaliada em aproximadamente US$ 500 milhões.

A recente estratégia de converter alguns dos pontos de venda para o modelo atacarejo, com a bandeira Prezunic Desconto, não tem rendido os resultados esperados. Pelo contrário. Teria ocorrido aumento dos custos operacionais e redução das margens. Além disso, a rede sofre na disputa direta com seus grandes concorrentes regionais, a exemplo do Guanabara e do Mundial, que mantêm políticas de preço extremamente agressivas. Procurado pelo RR, o Cencosud nega a venda do Prezunic.

O que não dá para negar são os maus resultados e a queda da participação da operação brasileira nos negócios do grupo. Em 2011, o Brasil representava 32% de todo o faturamento da companhia. Em 2016, esse número chegou a 23%. Projeções internas indicam que este índice deve beirar os 20% ao longo deste ano. No ano passado, a receita consolida no país caiu 5,3%.

A margem Ebitda recuou 48%. A família Paulmann, controladora do Cencosud, já não consegue mais explicar aos demais acionistas as razões para as seguidas perdas no Brasil – país onde o grupo desembolsou cerca de R$ 4 bilhões em investimentos. No balanço do terceiro trimestre do ano passado, a culpa foi da Olimpíada, que dificultou o acesso às lojas do Prezunic no Rio de Janeiro. No relatório anual de 2016, os maus resultados foram atribuídos “à moratória do Rio e de Minas Gerais”.

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24.01.17
ED. 5545

Banco de reservas

Se as negociações com o Casino para a compra do controle da ViaVarejo não decolarem, a chilena Falabella tem um Plano B para o Brasil: a Máquina de Vendas, leia-se Ricardo Eletro.

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09.11.16
ED. 5492

ViaVarejo

 O grupo chileno Falabella é candidato à compra da ViaVarejo, o braço de eletro-eletrônicos do Pão de Açúcar. Uma das maiores redes varejistas do Chile, o conglomerado já tem negócios no Brasil: é acionista controlador da Construdecor, holding da área de material de construção que reúne as lojas Dicico e Sodimac. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Pão de Açúcar.

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26.04.16
ED. 5355

Diccio precisa de uma reforma

 A chilena Falabella, controladora da Dicico, está fazendo o maior esforço, mas vai ser difícil a rede de material de construção chegar ao fim de 2016 com os atuais 54 pontos de venda. Os chilenos vão para o terceiro ano seguido de prejuízos no Brasil. A Dicico não fala sobre as perdas, mas garante que “vai fortalecer” sua operação.

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