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O GIC, fundo soberano de Cingapura, estaria se fartando de comprar ações da Petz, maior rede de pet shops do Brasil.
A Yolo Investments, sediada na Estônia, tem planos de investir em fintechs no Brasil, notadamente da área de pagamentos. A gestora já tem negócios no país. No início do ano, liderou um aporte de US$ 200 milhões na startup Velvet.
Há ruídos entre o Palácio do Planalto e o Banco do Brasil e a Caixa. O motivo é a demora dos dois bancos em iniciar a oferta de crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil. As duas instituições ainda parecem tratar o assunto com prudência. Em contato com o RR, o BB disse que “avalia condições técnicas e negociais com base na regulamentação definida pelo governo federal.” A Caixa, por sua vez. informou que “as condições do crédito consignado, destinado aos beneficiários do Auxílio Brasil, serão divulgadas e oferecidas após a publicação de portaria do Ministério da Cidadania, com as normas complementares sobre a operação.”
O programa de governo de Jair Bolsonaro vai contemplar a privatização de presídios federais. A proposta vem sendo costurada com o apoio do ministro da Justiça, Anderson Torres. No primeiro mandato, quase nada andou nesse setor. Pelo contrário. Bolsonaro chegou a dizer que superpopulação carcerária “é problema de quem cometeu crime”.
A parceria entre a Valec e a norte-americana Ensco para a capacitação de funcionários da estatal brasileira é apenas a ponta do iceberg. O acordo deve derivar para o desenvolvimento conjuntos de projetos ferroviários. Esse trabalho seria realizado dentro do novo escopo da Valec, após a incorporação da EPL (Empresa de Planejamento e Logística). A Ensco é uma das grandes consultorias dos Estados Unidos voltadas a serviços de engenharia e tecnologia para a área de transportes. Tem ramificações também na área de defesa aeroespacial.
A área de “Inteligência” da campanha de Jair Bolsonaro está escarafunchando tudo que é informação sobre André Janones, o “guerrilheiro” de Lula nas redes sociais.
As empresas de geração reivindicam à Aneel a realização de dois leilões de transmissão no primeiro semestre de 2023. A falta de linhas é um dos entraves para os novos projetos de geração, notadamente de energia renovável. Estima-se que mais de 100 mil MWh/hora deixam de ser lançados no sistema integrado pela escassez de estruturas de transmissão.
Sinal de alerta no PT: o PSB, seu aliado, está com dificuldades para financiar seus candidatos em Pernambuco, a mais importante base eleitoral do partido.
Jair Bolsonaro vai mergulhar fundo na tentativa de alavancar a candidatura do ex-ministro Rogério Marinho ao Senado. Além da gravação de vídeos para a campanha, estão previstas duas visitas de Bolsonaro ao Rio Grande do Norte na primeira quinzena de setembro. Mesmo com todo o apoio do presidente – ou talvez por isso -, Marinho está estacionado nas pesquisas, dez pontos percentuais atrás de seu principal adversário, Carlos Eduardo, do PDT.
Mais um M&A à vista no mercado cimenteiro: o Grupo Votorantim vem mantendo conversações para a compra da Cimento Tupi, controlada pela família Koranyi Ribeiro. A empresa estaria avaliada em cerca de R$ 1,8 bilhão. Ou seja: os Ermírio de Moraes podem desembolsar o equivalente a US$ 103 por tonelada instalada. Para efeito de comparação, trata-se de um múltiplo próximo ao que a CSN Cimentos pagou pelos ativos da Lafarge Holcim (US$ 100 a tonelada), em 2021. Mas bem distante do que a própria companhia de Benjamin Steinbruch ofertou pela Elizabeth Cimentos, também em 2021 – US$ 167 a tonelada.
O principal fator de depreciação da Tupi é o seu alto endividamento. Em recuperação judicial desde o início de 2021, a empresa carrega um passivo superior a R$ 3 bilhões. Essa dívida torna a venda do controle uma operação intrincada. Segundo o RR apurou, a Votorantim tem feito gestões preliminares junto aos credores da Tupi. Qualquer investida sobre a companhia passa obrigatoriamente por eles. O ponto mais nervoso são os fundos abutres, que detêm mais de metade dos créditos contra a companhia.
Foi o único grupo de credores que votou contra a proposta de pagamento das dívidas extraconcursais no plano de recuperação judicial da Tupi. Os abutres têm mais de US$ 200 milhões em créditos com a empresa. Procuradas pelo RR, Votorantim e Tupi não quiseram se manifestar. Mesmo com o fardo do endividamento, a Tupi voltou a ser uma peça interessante no tabuleiro da indústria brasileira de cimento. No ano passado, teve uma receita de R$ 491 milhões, 27% a mais do que em 2020. No mesmo intervalo, o Ebitda saltou de R$ 70 milhões para R$ 118 milhões.
A aquisição da empresa permitiria à Votorantim ampliar ainda mais a folgada liderança no ranking do setor, saindo de 35 milhões para 38,5 milhões de toneladas de capacidade instalada no Brasil. De certa forma, ainda que indiretamente, seria uma resposta à investida feita pela CSN com a compra das operações da Lafarge Holcim no Brasil. Com a aquisição, a companhia de Benjamin Steinbruch passou a disputar o segundo lugar do setor com a Intercement, da Mover Participações (ex-Camargo Corrêa), ambas na casa dos 17 milhões de toneladas de capacidade.
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