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A chilena Arauco está com o apetite nas alturas para a compra de ativos florestais no Brasil. Em conversa com o RR, a companhia confirmou que “estuda a possibilidade de novas aquisições no Mato Grosso do Sul”. A empresa está investindo R$ 15 bilhões em uma fábrica de celulose no estado. A Arauco detém hoje um maciço florestal de 60 mil hectares no país.
Jorge Samek está cotado para voltar ao comando de Itaipu caso Lula vença a eleição. A indicação tem o apoio de Gleisi Hoffmann. Em termos de longevidade, Samek foi campeão nos governos do PT: presidiu a estatal de 2003 a 2016.
O Mercado Livre estuda a construção de mais um centro de distribuição no Nordeste. Trata-se de um projeto da ordem de R$ 150 milhões, que corrobora o apetite da empresa pela região. A plataforma de e-commerce já tem uma estrutura de armazenamento e distribuição em Lauro Freitas (BA).
A chilena Cencosud pretende ampliar sua operação no varejo farmacêutico no Brasil. O projeto passa pela expansão do número de drogarias com a bandeira GBarbosa. Hoje, são aproximadamente 50 farmácias. Os chilenos querem dobrar esse número em até três anos.
A equipe do governador reeleito do Maranhão, Carlos Brandão, estuda comprar gás diretamente da estatal boliviana YPFB a partir de janeiro de 2024. Exatamente nessa data, a Gasmar começará a fornecer gás natural à usina de pelotização da Vale no estado. Trata-se de um contrato estratégico para a distribuidora maranhense. O volume previsto é expressivo: cerca de 250 mil metros cúbicos por dia. O acordo com a YPFB seria um hedge. No cálculo do governo do Maranhão, a Petrobras não terá capacidade para suprir a demanda adicional da Gasmar já no início de 2024. A petroleira ainda não iniciou a perfuração da chamada Margem Equatorial Brasileira, cinco bacias sedimentares que se estendem da costa do Rio Grande do Norte ao Amapá.
Ontem corria no Senado a informação de que Rodrigo Pacheco vai cozinhar em banho-maria o projeto de lei que criminaliza as pesquisas de opinião caso ele seja aprovado pela Câmara nos próximos dias. Pacheco quer empurrar a proposta para o dia de São Nunca.
A Resia, braço da MRV no mercado imobiliário dos Estados Unidos, deverá intensificar a estratégia de joint ventures e SPEs para tocar seus empreendimentos. O “mais do mesmo” seria uma solução temporária para acalmar o mercado. A suspensão do projeto de venda de parte do capital da subsidiária norte-americana para um fundo de private equity respingou na própria MRV. Nos últimos cinco dias, desde que engavetou a operação nos Estados Unidos, o papel acumula queda de 11%.
A dobradinha Equipav e Perfin, operadora de duas rodovias em Minas Gerais, estuda participar do leilão de 414 km em concessões no Rio Grande do Sul programado ainda para este ano.
Ainda não será desta vez que a DP World, de Dubai, vai ver a cor do lucro. A DP World Santos, a antiga Embraport, caminha para fechar mais um ano no vermelho. Entre 2018 e 2018, a companhia dos Emirados Árabes acumulou mais de R$ 1,1 bilhão em prejuízos com o terminal no Porto de Santos.
Além do impacto político e eleitoral, o contingenciamento de recursos da educação azedou o relacionamento entre o ministro Victor Godoy e a direção de universidades federais. Segundo o RR apurou com dois reitores, não houve comunicação formal por parte do Ministério sobre o corte das verbas de R$ 763 milhões. As universidades federais tomaram conhecimento da suspensão dos repasses ao acessarem o Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), plataforma de registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária do governo federal.
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