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A Binance, cujo chairman é o ex-presidente do BC, Henrique Meirelles, estuda criar um fundo misto de cannabis com criptomoedas. Difícil de entender a combinação. Mas em 2023 o fundo estará na vitrine da Binance. Hoje, XP e BTG são os líderes nas aplicações em cannabis. Mas, por enquanto, sem cripto no baseado financeiro.
O ministro dos Transportes, Renan Filho, abriu um canal de interlocução com o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, com o objetivo de discutir conjuntamente projetos rodoviários locais. O Marco Regulatório Estadual de Ferrovias, aprovado recentemente pelo governo estadual, é motivo de incômodo na Pasta. Primeiro, porque o estado puxou para si a iniciativa de licitar novos empreendimentos ferroviários, tirando poder da esfera federal. Além disso, na área técnica há um receio de superposição de trechos.
O governo Lula ainda busca uma posição “executiva” para Izabella Teixeira, que, em certo momento, chegou a estar cotada para reassumir o próprio Ministério do Meio Ambiente. Uma das hipóteses aventadas é indicá-la como representante permanente do Brasil junto ao PNUMA, o Programa de Meio Ambiente da ONU, posto tradicionalmente ocupado por um diplomata de carreira. Ela acumularia a função com a cadeira no Conselho de Administração do BNDES. Anteriormente, assessores de Lula chegaram a cogitar a nomeação de Izabella para um cargo na estrutura de poder do Ministério do Meio Ambiente, como o comando do Ibama, ou para o Conselho do Amazônia. No entanto, o relacionamento entre a ex-ministra e Marina Silva é meramente protocolar. Ambas têm diferenças históricas que dificultariam a coabitação.
A norte-americana Amerra Capital, que administra cerca de US$ 1,8 bilhão em ativos, pretende investir em geração renovável no Brasil. A gestora planeja se associar a projetos de energia eólica. A Amerra já tem negócios no Brasil, mais precisamente no setor sucroalcooleiro.
Circula no mercado a informação de que o californiano Founders Fund está em negociações para investir em mais duas healtechs brasileiras, uma delas especializadas em telemedicina. O fundo, que administra cerca de US$ 11 bilhões, já tem um pé no setor no Brasil: no ano passado, liderou um aporte de R$ 20 milhões na Alinea Health.
Caso o Congresso leve adiante a ideia de instalar a CPI do Terrorismo – Lula não vê a iniciativa com bons olhos – o senador Otto Alencar (PSD-BA) caminha para ser um dos expoentes das investigações. O experiente parlamentar baiano, que já foi membro do Tribunal de Contas do seu estado, é cogitado para presidir ou ser o relator dos trabalhos. Ele foi uma das “estrelas” da CPI da Covid-19, que obteve resultados importantes como apontar o uso de dinheiro público para comprar remédios ineficazes no combate à doença. No relatório final acusou Jair Bolsonaro de ter cometido nove crimes, como charlatanismo e prevaricação.
O empresário Chaim Zaher está movendo mundos e, principalmente, fundos para aumentar sua participação no capital da Yduqs e consequentemente seu poder na gestão da companhia. Segundo o RR apurou, Zaher avança por todos os lados: tem comprado papéis da empresa em bolsa ao mesmo tempo em que negocia a aquisição de ações diretamente com minoritários, notadamente fundos de investimento. O que se diz no mercado é que, com as operações já engatilhadas, o empresário deverá elevar sua participação dos atuais 10,7% para algo próximo de 13%. É quase o dobro do que Zaher detinha ao voltar à Yduqs em agosto de 2021 (7,5%). Nesse ritmo, o empresário caminha para se tornar o maior acionista individual da empresa de educação, posição hoje pertencente ao Rose Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia, administrado pela BRL Trust, com 14% do capital. Ressalte-se que o momento favorece a investida de Zaher: nos últimos dois meses, a ação da Yduqs acumula uma queda de 35%. A hora de comprar é agora. Procurado pelo RR, Zaher não quis se manifestar.
Com os sucessivos aumentos de participação, Chaim Zaher vem gradativamente conquistando terreno para aumentar sua influência na gestão da Yduqs – sua filha, Thamila Zaher, é vice-presidente do Conselho de Administração. Na Yduqs, já se sabe para onde a bússola de Zaher aponta. O empresário tem defendido um plano mais agressivo de expansão no segmento premium, notadamente nos cursos de medicina. Trata-se de um dos negócios mais rentáveis da área de educação e da própria empresa. Há uma forte expectativa de retomada do Fies com a volta de Lula ao governo, o que deve alavancar o número de matrículas no ensino superior. Ou seja: pouco mais de um ano após retornar à Yduqs, Zaher está no lugar certo na hora certa.
Geraldo Alckmin vai realizar mais viagens aos estados – e não apenas a São Paulo, onde fez a sua carreira política. Uma das visitas de trabalho já acertada é a ida a Mato Grosso do Sul, para supervisionar a construção da ponte entre Porto Murtinho, no Brasil, e Carmelo Peralta, no Paraguai. Trata-se de projeto de infraestrutura da Rota Bioceânica. Quando concluído será um dos principais canais de transporte de cargas entre os países da América do Sul, com conexões com outras rodovias, ferrovias e hidrovias da região. Alckmin vai se envolver também com projetos de infraestrutura que tenham conexão com a indústria.
A fabricante de relógios suíça Swatch estuda retornar ao varejo no Brasil, com a abertura de lojas próprias e franquias. O regresso se daria por São Paulo. A empresa já chegou a ter 28 pontos de venda no país, sendo 25 deles nas mãos de franqueados. Contudo, na década passada, fechou todas as lojas e passou a distribuir seus relógios no Brasil exclusivamente através de terceiros.
A Aprosoja prepara-se para contestar na Justiça a taxa incidente sobre o transporte de grãos, conforme apurou o RR. A entidade considera a medida inconstitucional. Pelo menos dois estados já instituíram a tributação – Maranhão e Pará – havendo o temor de que outras unidades da federação venham a fazê-lo nos próximos meses. Nos dois casos o percentual foi de 1,5% sobre o volume da carga.
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