Últimas Notícias
O xadrez trilateral em torno da importação de energia da Venezuela
9/01/2026
Advent prepara venda do controle da Allied
9/01/2026Circula à boca miúda no mercado que o Advent abriu conversações com potenciais candidatos à compra da Allied, empresa de distribuição de eletrônicos, como smartphones e notebooks, com faturamento anual superior a R$ 4 bilhões. Do outro lado da mesa estão fundos de private equity. Um deles seria o Vinci Partners. O Advent detém uma participação de 65%. O desafio é realizar o desinvestimento sem consumar um prejuízo. Há 11 anos, a gestora norte-americana pagou aproximadamente R$ 1 bilhão pelo controle da Allied. Hoje, o valor de mercado da companhia é de aproximadamente R$ 800 milhões.
Leilão do saneamento em Goiás entra no radar da Aegea
9/01/2026A Aegea sinalizou ao governo de Goiás a disposição de disputar o leilão da Saneago, marcado para 25 de março. Em disputa a operação de água e esgoto em 216 município do estado, um pacote de investimentos estimado em mais de R$ 6 bilhões. A empresa, controlada por Equipav, Itaúsa e GIC, fundo soberano de Cingapura, tem sido um player assíduo dos principais certames do setor. No ano passado, por exemplo, arrematou todos os quatro blocos de concessão de saneamento leiloados pelo governo do Pará. Seguidos investimentos cobram seu preço, vide o aumento da alavancagem – hoje a relação dívida líquida/Ebitda é de três vezes. Não por acaso, a Aegea estuda abrir o capital em bolsa, com o objetivo de reduzir o peso do seu endividamento e ganhar fôlego para os próximos leilões. Em dezembro, contratou BTG Pactual, Itaú BBA e Morgan Stanley para estruturar a oferta de ações.
Eduardo Bolsonaro deixa PF falando sozinha
9/01/2026Eduardo Bolsonaro não está nem aí para a Polícia Federal – seja como investigado, seja como servidor concursado. Até o momento, segundo informações filtradas pelo RR, o ex-parlamentar não se manifestou formalmente à PF acerca da convocação para retomar seu cargo de escrivão. No último dia 2, a corporação determinou que o “03” retorne ao Brasil para reassumir suas funções. Eduardo ingressou na Polícia Federal por concurso público em 2010 e se licenciou cinco anos depois, quando tomou posse para o seu primeiro mandato como deputado federal. Com a sua cassação pela Câmara, no mês passado, a licença automaticamente perdeu efeito. Em suas redes sociais, o ex-parlamentar já deixou claro que não cumprirá a determinação: “Que a Gestapo faça o que bem entender com meu concurso público, jamais trocaria minha honra por um emprego na burocracia pública”, Consultada pelo RR sobre o prazo concedido a Eduardo Bolsonaro para a sua representação ao serviço e sobre eventuais punições, a PF não se pronunciou. Em situações de abandono de função, o rito prevê a instauração de um processo administrativo disciplinar e, em último caso, a demissão do servidor. É o que deve ocorrer com o ex-deputado e, ao que tudo indica, futuro ex-escrivão.