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09.05.17
ED. 5614

Grupos chineses avançam sobre distribuidoras de gás

O novo alvo dos chineses no mercado brasileiro de energia é a distribuição de gás natural. Executivos da China Gas e da Beijing Gas têm mantido uma rotina de apresentações e contatos com governos estaduais que deverão privatizar suas respectivas concessionárias, como contrapartida ao pacote de ajuda da União. No caso específico da Beijing, há um interesse maior pela gaúcha Sulgás e pela Bahiagás. Não custa lembrar que, no ano passado, o grupo disputou a compra da Gaspetro, mas perdeu o duelo para Mitsui.

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28.03.17
ED. 5587

Sulgás na mira chinesa

Os chineses da Beijing Gás estão vasculhando com palitinhos os números da estatal gaúcha Sulgás, que deverá ser privatizada até 2018 como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul. A Beijing, não custa lembrar, tentou fisgar a Gaspetro, mas perdeu o duelo para a Mitsui.

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06.03.17
ED. 5571

Onipresente

A Mitsui já destacou uma equipe para mergulhar nos números da Sulgás, a distribuidora gaúcha que será privatizada como contrapartida à ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul.

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24.01.17
ED. 5545

Cemig acelera venda de ativos com a privatização da Gasmig

A Cemig está em negociações para a venda integral da sua participação na Gasmig, de 99%. A operação, conduzida pelo Itaú BBA, gira em torno de R$ 1,6 bilhão. Os dois principais candidatos à compra da concessionária mineira vêm da Ásia: a Mitsui e a Beijing Gas. A Comgás, leia-se o Grupo Cosan, corre por fora.

A intenção da nova diretoria da Cemig é sacramentar o negócio até março, junto com a já engatilhada venda da participação de 20% na Hidrelétrica de Santo Antônio para a chinesa Three Gorges. O duplo anúncio servirá como um categórico cartão de visitas de Bernardo Salomão, que assumiu a presidência da Cemig em dezembro. Ao embalar em um só pacote duas operações que poderão render à estatal mais de R$ 4,5 bilhões, Salomão pretende mostrar ao mercado que o plano de desmobilização de ativos da empresa será intensificado.

Não custa lembrar que seu antecessor, Mauro Borges, deixou o cargo bastante criticado pelo timing na venda de participações da Cemig vis-à-vis às necessidades de caixa da companhia. No caso da Gasmig, os estudos para a privatização da empresa sofrem idas e vindas desde o início do mandato de Fernando Pimentel. A Gasmig vale quanto pesa. Trata-se da maior concessionária do setor ainda sob controle estatal. Sua receita passa de R$ 1,8 bilhão por ano. Em 2015, seu Ebitda foi de R$ 148 milhões, o equivalente a 15% do faturamento – índice expressivo para uma empresa que atua em um setor com preços regulados. Para efeito de comparação, o ebitda da Comgás no mesmo ano correspondeu a menos de 5% da receita.

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03.01.17
ED. 5530

UTC vende seus anéis

Além da participação no aeroporto de Viracopos, a UTC Engenharia tenta se desfazer da sua fatia no Move São Paulo, o consórcio responsável pela Linha 6 do Metrô paulista. Já teriam ocorrido conversações com a Mitsui. Os demais sócios da UTC na operação são a Odebrecht e a Queiroz Galvão.

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08.12.16
ED. 5512

Reconhecimento

Se depender da Mitsui, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, emplaca mais um mandato no cargo – o atual vence em maio.

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26.10.16
ED. 5483

Saneamento

 O Rio Grande do Sul deverá ser um dos primeiros estados a fechar acordo com o BNDES para a venda de sua companhia de saneamento. A intenção do governador José Ivo Sartori é vender 49% da Corsan. Em tempo: a japonesa Mitsui já sinalizou ao governo gaúcho que participará da licitação. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Governo do RS.

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30.09.16
ED. 5466

Quebra-cabeças

 A Copel negocia a entrada da Mitsui em um megaprojeto que prevê a construção integrada de um gasoduto de 120 km no Paraná, três termelétricas e uma planta de regaseificação de GNL. Montante da empreitada: quase R$ 5 bilhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Copel e Mitsui.

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27.07.16
ED. 5420

Abacaxizeiro

 Apareceu mais um abacaxi para Pedro Parente descascar na Petrobras. A Mitsui, que comprou 49% da Gaspetro , não está disposta a manter o acordo caso o processo judicial que paralisou a transação se arraste por muito tempo. A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou, em abril, que o grupo nipônico não pode dispor da participação comprada. A ação foi impetrada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), que questiona o valor de R$ 1,9 bilhão pago pela Mitsui. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Petrobras e Mitsui.

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31.05.16
ED. 5379

Venda integral

 O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, pretende avançar muitas jardas no plano de desmobilização de ativos da estatal. Uma das propostas é elevar o número de subsidiárias integralmente alienadas. A medida atingiria até a Gaspetro, que já teve 49% do capital negociados para a Mitsui . Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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Após comprar 49% da Gaspetro, a Mitsui tem um novo alvo entre os ativos da Petrobras: a aquisição do controle da Gas Brasiliano, uma das distribuidoras de gás em São Paulo. Os japoneses entrariam na operação de mãos dadas com a chinesa Beijing Gas – curiosamente derrotada pela própria Mitsui na disputa pela Gaspetro. Procurada, a Mistui não comentou o assunto.

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22.02.16
ED. 5311

Avanço da Mitsui

A Mitsui está se aproveitando da liquidação de ativos da Petrobras e do câmbio a favor para ampliar seu poder na área de gás. Após comprar 49% da Gaspetro, fez uma oferta para ficar com parte das ações da estatal na MSGás . As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Petrobras e Mitsui.

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21.12.15
ED. 5273

Gasodutos

 A Transpetro vai sair fortalecida do processo de rearrumação dos ativos da Petrobras. A companhia deverá ficar com a antiga participação da Gaspetro em quatro gasodutos no país. Ressalte-se que os pipelines não fizeram parte da operação de venda de 49% da estatal para a japonesa Mitsui.  Procurada pelo RR, a Petrobras  não retornou e não comentou o assunto.

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04.12.15
ED. 5262

Petrobras e Espírito Santo a um passo do rompimento

 A conturbada relação entre o governo do Espírito Santo e a Petrobras chegou ao seu limite. O governador Paulo Hartung prepara-se para entrar na Justiça com o objetivo de romper definitivamente o contrato com a estatal e reassumir a concessão da distribuição de gás no estado, a cargo da BR. Com a operação novamente sob o controle do governo estadual, Hartung pretende buscar um sócio privado. Segundo o RR apurou, ele já teria mantido contatos com representantes da Mitsui, que está fechando a compra de 49% da Gaspetro e tem interesse em associar a outras distribuidoras estaduais.  O embate entre o governo capixaba e a Petrobras não vem de hoje e só se acentuou com a grave crise financeira da estatal. No ano passado, o estado chegou a entrar com outra ação contra a companhia cobrando a execução dos investimentos previstos em contrato – informação confirmada ao RR pelo governo do Espírito Santo. De lá para cá, no entanto, praticamente nada mudou. A Petrobras teria se comprometido a investir ao longo deste ano cerca de R$ 300 milhões na concessão de gás do estado. Mas, até o momento, honrou apenas a metade. Para 2016, a situação promete ficar ainda mais caótica. A estatal ainda não definiu se e quanto investirá na concessionária no próximo ano. Procurada, a BR não se pronunciou sobre o assunto.  A acefalia da BR tem contribuído para aumentar a fricção com o governo do Espírito Santo. As recentes conversas entre Paulo Hartung e o presidente interino da BR, Carlos Alberto Tessarollo se mostraram infrutíferas. De passagem pelo cargo, Tessarollo empurra o problema para cima da Petrobras; esta, por sua vez, devolve para a controlada. Enquanto isso, todas as metas traçadas para a operação se evaporam. Até o fim deste ano 25 cidades capixabas deveriam ter gás encanado. No entanto, até o momento, a rede de gás só atinge 13 localidades, o equivalente a 16% de todos os municípios do estado.

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24.11.15
ED. 5254

Segunda chance

Derrotada pela Mitsui na disputa pela Gaspetro, a Beijing Gas voltou suas baterias para o Paraná. Representantes do grupo chinês já estiveram reunidos com o governador Beto Richa para negociar uma associação com a Compagas. A operação se daria por meio de uma joint venture.

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30.10.15
ED. 5238

Investigação virtual

 Os procuradores da Lava Jato querem ouvir o ex-funcionário do Congresso Luiz Antônio Souza da Eira. Para quem não está ligando o nome à pessoa, trata-se do ex-diretor de informática da Câmara dos Deputados, demitido por Eduardo Cunha em abril deste ano. Em sua delação premiada, o lobista Fernando “Baiano” trouxe à tona novos fatos relacionados ao rumoroso episódio dos requerimentos encaminhados à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara, em 2011, cujo objetivo seria pressionar a Mitsui. Suspeita-se que Eduardo Cunha tenha sido o verdadeiro autor dos documentos, que, para todos os efeitos, foram registrados no sistema da Casa em nome da então deputada Solange Almeida.

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Caso raro de boa notícia na Avenida Chile: Aldemir Bendine pretende anunciar na próxima semana a venda de 49% da Gaspetro para a Mitsui.

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05.08.15
ED. 5178

Gás garantido

A Petrobras deu uma cartada que deverá ser determinante para a venda de até 49% da Gaspetro. A estatal incluiu nas negociações um termo garantindo o fornecimento de gás para todas as distribuidoras das quais é acionista por um período de 20 anos. Era tudo o que a Mitsui e a Beijing Gás, principais candidatas à compra de um pedaço da Gaspetro, queriam ouvir.

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30.06.15
ED. 5152

Mitsui é o curto-circuito da vez na hidrelétrica de Jirau

Com a Lava Jato a triscar nos seus calcanhares e em meio a um contencioso com a Aneel, o consórcio responsável pela construção da hidrelétrica de Jirau tem mais um fio desencapado pelo caminho. Dois anos após embarcar no negócio, a Mitsui quer vender sua participação de 20% na Energia Sustentável do Brasil (ESBR) – holding que abriga ainda Engie, antiga GDF Suez, Camargo Corrêa, Eletrosul e Chesf. A coabitação entre espécies corporativas tão distintas e com interesses tão díspares não deu liga. Os demais acionistas da ESBR teriam instaurado um apartheid societário, alijando a trading de praticamente todas as decisões estratégicas. Não foi para virar uma mera passageira sentada no banco de trás do consórcio que a Mitsui pagou quase US$ 530 milhões e ingressou na usina. A julgar pelo desprezo da Engie, da Camargo Corrêa e das duas estatais em relação aos japoneses, a decisão da Mitsui poderia soar até como uma boa notícia. No entanto, a iminente saída da trading do consórcio traz um problema a reboque: periga os demais integrantes da ESBR terem de colocar a mão no bolso para recomprar a participação nipônica. Afinal, quem se habilita a entrar num negócio marcado por sucessivos atrasos nas obras, riscos ambientais e declaradamente na alça de mira da Lava Jato? As relações entre a Mitsui e seus sócios em Jirau se deterioraram, sobretudo, neste ano. Recentemente, a trading não teria participado das gestões com o Ministério de Minas e Energia em torno do possível aumento da capacidade de geração em 420 MW durante os meses de estiagem – negociação que envolve também o governo da Bolívia. O mesmo ocorreu quando da decisão da ESBR de abrir um contencioso contra a Aneel. O consórcio conseguiu uma liminar contra a determinação da agência reguladora, segundo a qual as grandes usinas em construção na Amazônia não poderiam mais evocar problemas como greves, revoltas trabalhistas e dificuldades de obtenção de licenças ambientais para se eximir de atrasos nos cronogramas dos projetos.

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11.05.15
ED. 5117

Sol poente

A Petrobras deverá aproveitar o fechamento da refinaria Nansei Sekiyu, em Okinawa, para desativar seu escritório no Japão. Por lá, a companhia toca apenas uma parceria com a Mitsui em bioenergia, área que, como se sabe, perdeu espaço na estatal. Procurada, a estatal confirmou o encerramento das atividades em Sekiyu, mas não se pronunciou sobre o acordo com a Mitsui.

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31.03.15
ED. 5091

Bahiagás

A Mitsui foi rápida no gatilho. Antes mesmo de a Petrobras formalizar a lista de ativos que pretende vender, o grupo japonês manifestou a  estatal e ao governo da Bahia o interesse em comprar a parte da Gaspetro na distribuidora de gás do estado. A Mitsui já é acionista da Bahiagás. Com a aquisição, duplicaria sua fatia para 49%.

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06.02.15
ED. 5057

O discreto fã-clube de Murilo Ferreira

Ontem, na hora do almoço, protegidos do clima abafado que molestava o bairro carioca do Leme, o diretor da área de Fertilizantes e Carvão da Vale, Roger Downey, e o conselheiro suplente da companhia e representante da Mitsui, Eduardo Rodrigues, dividiam uma mesa de canto no restaurante D’Amici.  A Mitsui tem se revelado uma parceirona da Vale. Entrou, por exemplo, com cerca de US$ 3 bilhões nos projetos de exploração de carvão e logística da companhia em Moçambique. Preocupados com o entorno, ambos cochichavam quase de rosto colado. Do discretíssimo papo, somente pôde se entreouvir uma única declaração: “Esse Murilo é um craque”.

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