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planos
19.09.17
ED. 5707

Temer, livre, leve e solto

O Planalto está tão confiante em derrubar a segunda denúncia da PGR que se discute a possibilidade de Michel Temer assumir uma nova postura em comparação à primeira flechada de Rodrigo Janot. Em vez de se esconder no Palácio, desta vez Temer vai intensificar sua exposição nas redes sociais. Ao mesmo tempo, pretende combinar a frenética agenda de encontros com parlamentares com visitas pontuais a alguns estados, sempre associadas à inauguração de obras ou entrega de imóveis do Minha Casa Minha Vida. Mas tudo na dose certa de um presidente com taxa de reprovação de 95%: eventos fechados, com alta presença de aliados políticos e acesso restrito ao público.

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29.08.17
ED. 5693

Seguro-garantia

Antes que o tempo vire e os ventos da política habitacional do governo eventualmente mudem de direção, o empresário Rubens Menin está preocupado em reduzir a extrema dependência do “Minha Casa, Minha Vida” – o programa responde por 95% da receita da MRV, sua construtora. Prova disso foi a decisão de Menin de fazer um aporte de R$ 210 milhões do próprio bolso em outras de suas empresas, a Log Commercial Properties. Segundo o RR apurou, o objetivo é financiar a aquisição de galpões logísticos e industriais. A MRV confirmou o aporte, mas não se pronunciou quanto aos planos de Menin.

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27.06.17
ED. 5648

Governo cata migalhas para reduzir o rombo fiscal

O governo pretende securitizar um monte de cacarecos e transformá-los em receitas extraordinárias para cobrir o crescente buraco fiscal sem lançar mão de algum tipo de gravame. A meta para o déficit primário é de R$ 139 bilhões, mas esse número já foi estourado em cerca de R$ 70 bilhões. Estão contingenciados R$ 39 bilhões e são necessários mais R$ 30 bilhões pelo menos, pois a arrecadação tende a continuar decepcionando.

O governo vai fazer uma varredura em débitos e fraudes e usar raspas e restos para tapar o que for possível do rombo orçamento. Valem as combinações mais incomuns, como recursos previdenciários pagos indevidamente a pessoas que estão mortas – a MP já se encontra pronta -, aos beneficiários do Bolsa Família que se encontram empregados e os inadimplentes do programa Minha Casa, Minha Vida. Entre as medidas, estaria incluída também a retenção de parte do FGTS dos trabalhadores demitidos sem justa causa, mas o governo recuou na proposta.

Há cacarecos já previstos – os R$ 8 bilhões em precatórios que precisam ser aprovados no Senado. O projeto de José Serra que busca transformar a dívida ativa da União em cessão de crédito também será resgatado. A dívida ativa é da ordem de R$ 1,5 trilhão. No ano passado, Meirelles achava que conseguiria recuperar R$ 16 bilhões. Neste ano as estimativas com a securitização da dívida ativa já foram esticadas para R$ 18 bilhões. Está em estudo também a venda de parte da carteira de crédito do BNDES, que é considerada como de alta qualidade.

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08.06.17
ED. 5636

“Sua casa, meu lucro”

Crise? Só se for no terreno do lado. O “Minha Casa, Minha Vida” criou um bolsão de prosperidade entre os escombros do setor imobiliário. Dois exemplos:

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A Tenda vai investir R$ 2 bilhões na compra de terrenos. Com 70% do seu faturamento pendurados no programa do governo, a maior preocupação da empresa neste momento é recompor seu landbank para futuros projetos de habitação popular. Grande parte do banco de terrenos da Tenda já está comprometida com os lançamentos previstos para 2017 e 2018.

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A MRV caminha para fechar o mês de junho com o maior Valor Geral de Vendas para um primeiro semestre da sua história. Será também o vigésimo trimestre seguido de geração de caixa. O “Minha Casa, Minha Vida” responde por mais de 95% da sua receita.

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19.05.17
ED. 5622

Tecnisa terá um 2017 “inesquecível”

Os tempos andam muito difíceis para as incorporadoras que não estão abrigadas sob a marquise do Minha Casa, Minha Vida. Que o diga a Tecnisa. Segundo o RR apurou, projeções da própria empresa indicam que o volume de lançamentos para este ano sequer passará de R$ 500 milhões, contra R$ 2,6 bilhões de 2016. Os investidores já deram a resposta, ao não subscreveram integralmente a recente oferta de ações da companhia. No fim das contas, a Tecnisa deve acabar nas mãos da Cyrela e de seu controlador, Elie Horn, que devagar devagarinho, tem aumentado sua participação acionária. Hoje, já detém cerca de 13%.

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02.05.17
ED. 5609

Nova fase, nova vida

O governo já trabalha na nova fase do Minha Casa, Minha Vida. É projeto para 2018.

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09.03.17
ED. 5574

MRV vai aonde o Minha Casa está

No embalo da nova fase do Minha Casa, Minha, Vida e da liberação de recursos do FGTS, a MRV está investindo R$ 400 milhões na compra de terrenos para a construção de habitações populares. Uma demonstração do apetite da construtora pelo segmento será dada amanhã, com o lançamento de um empreendimento com 7,5 mil apartamentos para a população de baixa renda em Pirituba, Zona Norte de São Paulo. Com 90% do seu faturamento dependentes do Minha Casa, Minha Vida, não admira que Ruben Menin, dono da MRV, costume tecer loas ao governo de Michel Temer e, em especial, ao ministro Henrique Meirelles nos eventos do setor.

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06.02.17
ED. 5554

Fato raro: o governo foi rápido no gatilho

Com o novo pacote de estímulo o financiamento habitacional, que inclui a criação de mais uma faixa no Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a ampliação do uso do FGTS, o governo espera aparar arestas que ele próprio criou no setor. Grandes incorporadoras imobiliárias à frente do MCMV, como MRV e Gafisa/Tenda, ameaçaram pisar no freio depois das recentes mudanças nas regras do FGTS. Em dezembro, a Fazenda anunciou a liberação os saques de contas inativas do Fundo, reduzindo a oferta de recursos para o crédito imobiliário.

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19.01.17
ED. 5542

Casa própria

O empresário Rubem Menin, dono da MRV, tem chamado a atenção de seus pares pelos rasgados elogios ao governo Temer. Mais de 90% do faturamento da construtora estão pendurados no “Minha Casa, Minha Vida”. Qualquer soluço no programa habitacional é capaz de trincar as paredes da MRV.

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01.11.16
ED. 5487

Prenúncio

 No mercado imobiliário, a decisão da Gafisa de antecipar para este ano a oferta de ações da Tenda, sua subsidiária, foi interpretada como uma garantia de que o governo anunciará até dezembro uma nova fase do “Minha Casa Minha Vida”. O programa é responsável por mais de 70% das vendas da construtora.

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29.08.16
ED. 5443

“Obra de igreja”

 Pelos seus novos cálculos, o Ministério das Cidades só conseguirá zerar o atraso na entrega de mais de 30 mil imóveis do Minha Casa Minha Vida no fim de 2017. Antes, a previsão era de que todas essas unidades poderiam ser entregues até junho do ano que vem.

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18.07.16
ED. 5413

Duplo crachá

 Gilberto Kassab decidiu acumular duas cadeiras na Esplanada dos Ministérios. Mesmo após ter pulado do Ministério das Cidades para o da Ciência e Tecnologia e Comunicações, Kassab vem tentando interferir na antiga Pasta, notadamente na condução do Minha Casa, Minha Vida.

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01.04.16
ED. 5339

Pesquisas reforçam discurso de Lula e Dilma contra o “golpe”

 Dilma Rousseff e Lula estão trabalhando intensamente em duas frentes de batalha que se interligam no bordão do governo: “Não vai ter golpe”. Pesquisas encomendadas pelo Planalto asseguram que a mensagem do “golpismo” tem um bom retorno na defesa do mandato de Dilma. O ex-presidente mergulhou de cabeça na repactuação da base aliada. Lula não faz só os agrados de praxe. Ele leva duas mensagens com valor de troca para o seu público: Michel Temer ainda vai experimentar do mesmo prato indigesto de vazamentos e manipulações da realidade; e, se não houver impeachment, aqueles que ficaram com o vice-presidente vão ser servidos com um repasto muito rarefeito. O trabalho de Lula é paciente como o de um tecelão, não obstante o tempo exíguo. Nos últimos dias, ele conseguiu seis importantes defecções do pretenso monólito peemedebista. Nada mais sintomático do que a declaração feita ontem por Renan Calheiros, classificando o rompimento do partido com o governo como uma “decisão precipitada e pouco inteligente”.  Em outro front, Dilma Rousseff aproveitará todas as oportunidades positivas para pendurar o discurso antigolpe – vide o evento de lançamento da terceira fase do “Minha Casa, Minha Vida”. Nesse sentido, Dilma ganhou um trunfo de onde menos se esperava: na economia. Ela começa a colher os resultados de duas árvores tidas por muitos como infrutíferas: as gestões de Joaquim Levy e Nelson Barbosa na Fazenda. O cenário que se avizinha é mais confortável. Seja em função do câmbio, seja pela própria recessão, já é líquido e certo que a inflação vai ceder. A queda dos juros também está no horizonte. O mercado espera uma redução da Selic a partir de agosto. Mas, no Planalto, a torcida é que ela venha já na próxima reunião do Copom, marcada para os dias 26 e 27 deste mês. Nesse caso, a taxa cairia de 14,25% para 14%.  Do ponto de vista político e mesmo no que diz respeito à comunicação com a população, estes fatos, por si só, não têm qualquer impacto. No entanto, devidamente embalados, servem de moldura para o mantra contra o impeachment. Mais importante ainda é a folga no orçamento obtida com o adiamento das metas fiscais pelo ministro Nelson Barbosa. Parte desses recursos será remanejada para programas de cunho social e estímulo à produção. Mais uma vez, a economia poderá ser usada em prol da política na tentativa de conter a avalanche do impeachment. Enquanto Lula sussurra em Brasília, Dilma grita em alto e bom som: “Não vai ter golpe”. É o que resta. Mas pode ser que não seja pouco.

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28.12.15
ED. 5276

Nova velha matriz

 Mesmo com as juras de que o ajuste fiscal será mantido, o governo promete abrir o saco de bondades em 2016 – até porque é ano de eleição. Só em São Paulo, o cronograma do Minha Casa Minha Vida que será anunciado em janeiro prevê a entrega de imóveis em mais de 60 cidades ao longo do primeiro semestre. Resta saber se o novo ministro Nelson Barbosa vai comparecer às inaugurações.

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02.09.15
ED. 5198

Minha Casa, Minha Vida

A agenda de viagens de Dilma Rousseff em setembro e outubro vai acompanhar o calendário do Minha Casa, Minha Vida. Nesse período, Dilma deverá entregar imóveis em uma dezena de estados, notadamente no Norte e no Nordeste.

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