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planos
23.06.16
ED. 5396

Próximo trem

A Alstom estaria costurando um acordo que poderá trazer algum alívio para sua fábrica de veículos leves sobre trilho (VLTs) em Taubaté (SP). A unidade deverá atender a futuras encomendas da também francesa Systra no Brasil. Inaugurada em 2015, a fábrica tem apenas um contrato para a entrega de 27 trens ao consórcio do VLT do Rio. Consultada, a Systra nega o acordo. • A seguinte empresa não se pronunciou: Alstom.

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08.03.16
ED. 5322

Trem fantasma

 Os dirigentes da Alstom no Brasil já devem estar arrependidos da hora em que decidiram sair da área de energia para se concentrar no transporte ferroviário. Eles trabalham com a forte possibilidade de atravessar o ano de 2016 inteiro sem um novo contrato sequer para a produção de VLTs na unidade de Taubaté (SP). Procurada pelo RR, a Alstom não comentou o assunto.

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16.11.15
ED. 5248

Alstom desinfeta todos os seus vagões no Brasil

 Michel Boccaccio, que assumiu a presidência da Alstom no Brasil há menos de um mês, desembarcou em São Paulo com “licença para matar”. O executivo francês recebeu carta branca para comandar um profundo processo de higienização da companhia no país. A premissa é trocar tudo e todos que remetam ao passado recente da Alstom no Brasil, cuja imagem está fortemente vinculada ao escândalo do cartel no metrô de São Paulo. Da substituição de executivos ao redesenho da estrutura organizacional do grupo no país, Bocaccio tem caminho livre para fazer o que for necessário e virar as páginas manchadas de escândalo na biografia da Alstom no país.  A chegada de Boccaccio já resultou automaticamente no afastamento de Marcos Costa, que presidia a subsidiária desde 2012 e, depois de quase uma década na Alstom, se transferiu para a GE. Outro nome na berlinda é o do diretor geral da divisão de transportes, Marco Contin. Embora tenha assumido o cargo apenas em janeiro de 2012 – portanto, quase três anos após as licitações sob investigação do Ministério Público – a figura de Contin está bastante desgastada pelo episódio. Além de ser responsável pela administração dos contratos firmados com o metrô de São Paulo, o executivo carrega a cruz de todo o escândalo ter vindo à tona durante a sua gestão. Consultada pelo RR, a Alstom garante que manterá sua estrutura atual.  Como não se faz uma reestruturação desta magnitude apenas na base do chicote, Michel Boccaccio trouxe algumas boas notícias na bagagem, projetos que serão anunciados ao longo de 2016 – ao melhor estilo de Maquiavel, para quem o bem sempre deve ser feito aos poucos. Está prevista a ampliação das fábricas de trens para metrô, localizada no bairro da Lapa, na cidade de São Paulo, e de veículos leves sobre trilhos (VLTs), em Taubaté (SP). A Alstom tem planos ainda de ingressar na própria opera- ção de VLTs no Brasil. A entrada em consórcios seria uma estratégia para garantir contratos de fornecimento de trens e equipamentos.

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11.09.15
ED. 5204

Belo Monte

A Alstom estaria disposta a reduzir sua participação no consórcio ELM, responsável pelo fornecimento de turbinas para a usina de Belo Monte. Já teria, inclusive, oferecido parte das ações para suas sócias no negócio, a alemã Voith e a suíça Andritz. Formalmente, a Alstom nega a operação.

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26.06.15
ED. 5150

Retrovisor

Nunca é tarde para se expiar velhas culpas. Que o diga a Alstom, que estaria em busca de um executivo para ocupar uma nova diretoria de governança corporativa. Oficialmente, a empresa nega a criação do cargo e garante que tal função segue nas mãos do comitê de governança.

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26.03.15
ED. 5088

Os dirigentes da Alstom rezam todas as noite

 Os dirigentes da Alstom rezam todas as noites para Sergio Moro. A Lava Jato transformou o escândalo dos trens em São Paulo em nota de rodapé no noticiário.

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14.01.15
ED. 5040

O nome da Alstom

 Bernardo Figueiredo, ex-queridinho de Dilma Rousseff na área de infraestrutura, é forte candidato a assumir a presidência da Alstom no Brasil. Desafios que lhe esperam: tirar a empresa do noticiário criminal e dar uma chacoalhada em seus negócios. Talvez seja mais fácil começar pela segunda parte. Consultada, a Alstom nega a mudança no comando.

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27.10.14
ED. 4987

Alstom

 A Alstom engavetou o projeto de criar uma nova unidade de negócios no Brasil, com foco na venda de equipamentos para usinas nucleares. Em parte, a decisão se deve ao impasse em relação a  construção de novas geradoras; em parte, pela crise institucional que afeta a empresa no país.

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06.06.14
ED. 4887

Rolls Royce estaciona no pré-sal

 A Rolls Royce está montando no Brasil sua maior operação da área naval fora da Europa. Além da já anunciada construção de uma fábrica de equipamentos marítimos em Duque de Caxias (RJ), os ingleses planejam instalar uma segunda planta, desta vez no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade ficará no complexo industrial do grupo no bairro carioca, onde atualmente são produzidas turbinas para geração elétrica. No total, os investimentos da divisão marítima da Rolls Royce deverão chegar perto dos US$ 300 milhões, valor que inclui também a abertura de um centro de treinamento em Niterói. No embalo do pré-sal, o foco principal da Rolls Royce é a produção de equipamentos para embarcações e plataformas de petróleo. Com estes investimentos, o Brasil se credencia, desde já, a ser a sede dos negócios da divisão marítima do grupo na América Latina, status disputado também pela subsidiária mexicana – ressalte- se que os britânicos têm uma expressiva operação no Golfo do México. Os planos para o Brasil incluem ainda a montagem de bases de apoio offshore e de centros de manutenção e logística, também voltados ao atendimento de empresas de exploração e produção. Na Rolls Royce, cogita-se também a possibilidade de compra de ativos no setor. Um caminho natural seria uma oferta pelas operações da Alstom, que já há algum tempo estuda se desfazer de parte de suas operações no Brasil. Oficialmente, a Rolls Royce nega qualquer investida sobre os negócios da Alstom. Também consultados sobre a construção da fábrica em Santa Cruz, os ingleses não se pronunciaram.

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