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A campanha de Jair Bolsonaro vai colocar foco em Minas Gerais. A ideia é organizar dois comícios no estado na primeira quinzena de setembro – um em BH e outro no interior, provavelmente em Governador Valadares. Tirar a diferença para Lula em terras mineiras é fundamental. O desafio é trazer para perto Romeu Zema, o “aliado” cada vez mais distante de Bolsonaro.
A Socios.com, uma das maiores empresas de NFTs (non fungible tokens) do mundo, tem planos de se associar a TVs de clube de futebol no Brasil. Com sede em Malta, o grupo comprou recentemente 24,5% do Barça Studios, braço de produção de conteúdo do Barcelona, por cem milhões de euros.
A Maersk virou sinônimo de contencioso no Brasil. A filipina ICTSI vai recorrer da decisão do TJ de Pernambuco, que homologou a venda de uma área do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) para a APM Terminals, controlada pelos dinamarqueses. Os asiáticos apontam irregularidades no processo de licitação. Em Santos, a empresa também está no meio de um litígio. Os demais operadores do porto paulista tentam barrar a participação da Maersk no leilão do STS-1o, o novo terminal de contêineres do complexo.
A SPIC (State Power Investment Corporation of China) está em conversações com o fundo Castlelake para a aquisição da Ibitu Energia. Segundo informação que circula no mercado, os norte-americanos pedem cerca de US$ 1,2 bilhão pela empresa. O pacote de ativos inclui cinco complexos eólicos no Rio Grande do Norte, Piauí e Ceará, duas usinas de energia solar na Bahia e três hidrelétricas, localizadas em Minas Gerais, Mato Grosso e Santa Catarina. Consultadas pelo RR, SPIC e Ibitu não quiseram se manifestar. A aquisição representaria o maior investimento da SPIC no Brasil. O grupo chinês, que já tem negócios no país em geração térmica, hídrica e eólica, comprou recentemente dois projetos de energia solar da Canadian Solar. Ao todo, investirá cerca de R$ 2 bilhões na construção das usinas.
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Segundo informações filtradas do Ministério de Minas e Energia, a CCCC (China Communications Construction Company) planeja investir em geração renovável no país. O ponto de partida será a instalação de usinas eólicas offshore no Nordeste, no rastro de um mercado promissor aberto pelo novo marco regulatório para o segmento. De acordo com a mesma fonte, os chineses já teriam iniciado gestões junto à Aneel e ao Ibama com o objetivo de viabilizar um primeiro projeto, no Rio Grande do Norte.
É só a fagulha inicial. Os planos da CCCC para o Brasil passam também pela energia solar, seja com investimentos no greenfield, seja com a compra de participações em projetos já maduros. Procurada pelo RR, a CCCC não se pronunciou. A CCCC é um dos maiores conglomerados de infraestrutura da China, com faturamento da ordem de US$ 80 bilhões por ano.
A empresa já tem negócios no Brasil: controla a Concremat, maior fabricante de concreto do país. A investida em energia no mercado brasileiro está vinculada a um projeto geoeconômico mais largo, que contempla outros países da América Latina. É o caso da Nicarágua, onde os asiáticos estão alocando cerca de US$ 100 milhões no projeto de energia solar El Hato.
Uma das primeiras missões que aguardam por Sergio Rial, futuro presidente da Americanas: o IPO da Ame Digital, a fintech da rede varejista, que movimentou mais de R$ 26 bilhões no ano passado.
O líder indigenista Marcos Terena, membro da Cátedra Indígena Internacional, desponta nas hostes petistas como forte candidato a comandar o futuro Ministério dos Povos Originários. Lula já anunciou a criação da Pasta em seu eventual governo.
O setor de saneamento é o novo alvo da OTPP (Ontario Teachers Pension Plan Board) no Brasil. Um dos ativos no radar dos canadenses seria a BRK Ambiental, controlada pela conterrânea Brookfield. A OTTP administra mais de US$ 200 bilhões em ativos.
A concessão do Rodoanel de Minas Gerais foi só a partida. Segundo o RR apurou, a italiana INC pretende disputar também o leilão da BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, que deverá ocorrer ainda neste ano. O investimento previsto beira os R$ 6 bilhões.
Corre no mundo da bola a informação de que Ronaldo Fenômeno busca no Oriente Médio e na Ásia um comprador para até 20% da SAF do Cruzeiro. O ex-atleta detém 90% do capital.
O clima entre os donos da Metalfrio, Marcelo Lima e Erwin Russel, e os credores é gélido. Os bancos pressionam pela venda de parte ou mesmo do controle da empresa. O aporte de um novo acionista é visto como única saída para o equacionamento do passivo, da ordem de R$ 1,2 bilhão. Lila e Russel têm conversado com fundos de investimento, mas se recusam a terem suas participações a ponto de perder o controle da fabricante de equipamentos de refrigeração. Foi o motivo que fez a dupla rechaçar uma oferta da IG4, que assumiria a dívida da Metalfrio. A negativa acirrou ainda mais os ânimos dos credores contra Lima e Russel.
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