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A Webmotors, marketplace de compra e venda de automóveis, pretende entrar no México. Trata-se de um projeto sob medida para o Santander, dono de 70% da plataforma. A estratégia do banco espanhol é usar o negócio para alavancar a oferta de financiamento de veículos no México.
O Galeão – ver RR de 22 de setembro – não é a única pendenga aeroportuária no radar do governo. As tratativas entre a Inframérica e a Anac para a devolução do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) também estão enroscadas. Segundo o RR apurou, a concessionária, leia-se a argentina Corporación América, pede R$ 700 milhões de indenização. A Anac fixou o valor em R$ 549 milhões. A dança das cifras mostra a barafunda das concessões aeroportuárias: desde 2014, a Inframérica acumula prejuízos de R$ 1,1 bilhão com a concessão.
A GLP, de Cingapura, vai partir para a compra de startups do setor imobiliário no Brasil. A investida é uma peça estratégica no plano de diversificação de negócios do grupo no país. Dona de um portfólio de mais de R$ 6 bilhões em galpões industriais, a GLP comprou recentemente a Clique Retire, especializada em armários inteligentes.
À luz do dia, todos pregam o “Zemaro”. Na penumbra, porém, influentes aliados de Romeu Zema, como o candidato ao Senado Marcelo Aro (PP), tentam demovê-lo da ideia de reaproximação com Jair Bolsonaro na reta final de campanha. A alegação é que Zema, disparado nas pesquisas, tem muito a perder e nada a ganhar com uma desnecessária vinculação a Bolsonaro.
A campanha do general Mourão praticamente eliminou as menções ao presidente Jair Bolsonaro em suas postagens nas redes sociais. Talvez seja tarde demais. O vice-presidente caiu para terceiro nas pesquisas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, atrás de Olivio Dutra e Ana Amélia.
Randolfe Rodrigues tem conversado com a ex-senadora Heloisa Helena dia sim e outro também. Está empenhado em convencê-la a declarar apoio a Lula ainda no primeiro turno. Somente nas últimas duas semanas, Heloisa já recusou dois convites para se encontrar com o ex-presidente.
A dois meses da Copa do Catar, a CBF enfrenta seu primeiro grande adversário na competição: a pirataria. A entidade está lançando uma ofensiva contra a venda de produtos falsificados da seleção brasileira. O trabalho, em parceria com a Nike,envolve, inclusive, a varredura da internet e das redes sociais, com o objetivo de rastrear mercadorias clandestinas e fraudes. Alguns casos de maior proporção já estão no radar. A Confederação vai abrir uma queixa-crime contra o site lojacbf. com – informação confirmada ao RR pela própria CBF.
A polícia será acionada para identificar os proprietários do domínio. O portal estaria dando golpes na praça passando-se por e-commerce oficial da seleção. Há centenas de relatos de vítimas que compraram produtos “que nunca existiram e jamais foram entregues”, segundo informação da CBF. Pelo jeito, os “piratas” já pressentiram que a maré virou: ontem, o site lojacbf. com estava fora do ar. Outro alvo da entidade chama ainda mais atenção: a chinesa Shopee, gigante mundial do varejo online.
De acordo com fontes ouvidas pelo RR, a área jurídica da CBF estuda acionar a empresa para a retirada de anúncios de camisas da seleção supostamente falsificadas. Consultada especificamente sobre a ação contra a Shopee, a Confederação Brasileira de Futebol não se pronunciou. Em contato com o RR, o site de e commerce afirmou não ter recebido notificação da CBF. Provavelmente é só questão de tempo. A Shopee disse ainda à newsletter que exige que “todos os nossos vendedores cumpram os regulamentos aplicáveis e nossos Termos de Serviço, que, entre outras coisas, proíbem a venda de produtos falsificados.”
Talvez os chineses precisem suar um pouco mais a camisa para coibir práticas similares por parte dos seus parceiros. Em busca realizada ontem, às 17h30, com os termos “camisa do Brasil Nike 2022”, o RR identificou 40 anúncios de diferentes vendedores no marketplace da Shopee. Uniformes com a logomarca da fabricante norte-americana e a modelagem padrão para a Copa do Catar eram vendidos com preços de R$ 59,80 a R$ 120. A conta não fecha. Nas lojas, a camisa oficial da seleção custa pelo menos R$ 249. Em tempo: o Brasil, ressalte-se, é campeão mundial da pirataria no futebol. Estudo recente do IPEC apontou que 37% das camisas de times comercializadas no país são falsificadas. O prejuízo dos fabricantes e dos clubes é estimado em mais de R$ 9 bilhões.
A JBS planeja construir mais duas plantas de biodiesel, um investimento total da ordem de R$ 400 milhões. A empresa já tem três usinas, com capacidade total de 720 milhões de litros por ano. Os irmão Batista já são os maiores produtores mundiais de biodiesel de sebo bovino.
Corre no mercado que o empresário Meyer Nigri, dono da Tecnisa, voltou a comprar um volume expressivo de ações da companhia, a exemplo do que já havia feito em março. Nos últimos 12 meses, o papel acumula uma queda de 48%.
A mexicana Femsa está em conversações com um grande grupo do varejo farmacêutico do eixo Rio-São Paulo. Mais conhecido por seus negócios na área de bebidas, o conglomerado é dono de algumas das maiores redes de drogarias do México.
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