Arquivo Notícias - Página 12 de 1962 - Relatório Reservado

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Centralizar ou distribuir: a escolha oculta da “Era da Inteligência”

9/04/2026
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A discussão pública sobre inteligência artificial parece, à primeira vista, caminhar para um consenso confortável. Fala-se em “colocar as pessoas no centro”, em ampliar o acesso e em distribuir os benefícios de uma nova onda de prosperidade tecnológica. A linguagem é familiar, quase tranquilizadora: progresso com inclusão, inovação com responsabilidade. Mas esse consenso é, em grande medida, aparente.

Venho trabalhando há algum tempo sobre as implicações estruturais da transição para uma economia de abundância baseada em sistemas inteligentes. Nesse percurso, chamou-me a atenção e, em certa medida, surpreendeu-me a recente publicação, por parte da OpenAI, de um documento propondo uma política industrial para a era da inteligência. Surpreendeu-me não pelo conteúdo em si, mas pelo fato de que, até aqui, nenhum outro desenvolvedor relevante havia se disposto a explicitar, de forma tão direta, uma visão institucional para essa transição. O gesto merece reconhecimento, não apenas pelo conteúdo apresentado, mas pelo simples fato de tornar explícita uma discussão que vinha sendo conduzida, em grande parte, de forma implícita.

Há, naquele documento, uma tentativa legítima de enfrentar problemas reais, como a concentração de poder, a disrupção do trabalho e os riscos associados a sistemas cada vez mais capazes. Há também um esforço claro de formular princípios orientadores que preservem a centralidade do humano em um cenário de transformação acelerada. Mas é justamente a partir desse ponto, a partir do que o documento acerta, que se torna necessário avançar.

O que está em curso não é apenas uma transformação tecnológica, nem mesmo uma reconfiguração econômica nos moldes das revoluções industriais anteriores. Estamos diante da emergência de sistemas capazes de absorver, reproduzir e expandir a própria capacidade humana de decidir, projetar e agir no mundo. Em termos clássicos, poder-se-ia dizer que a inteligência artificial emerge como um quinto fator de produção, a somar-se ao trabalho, à terra e ao capital, e aos dados, recentemente incorporados como quarto fator em formulações contemporâneas de política econômica. Mas essa formulação, embora útil, é insuficiente: a inteligência não apenas participa da produção, ela passa a organizar os próprios processos produtivos e, com isso, deixa de ser apenas um insumo para se tornar uma infraestrutura universal.

É precisamente nesse ponto que o debate começa a falhar. A questão central já não é mais quem terá acesso à tecnologia, mas quem terá o poder de moldá-la e, sobretudo, se esse poder será concentrado ou distribuído. Essa distinção, ainda pouco explicitada, define dois caminhos profundamente distintos para a organização da sociedade na era da inteligência. De um lado, um modelo que busca ampliar o acesso e mitigar riscos, mantendo estruturas relativamente centralizadas de desenvolvimento e controle; de outro, a possibilidade de uma arquitetura distribuída, na qual a própria capacidade de ensinar, ajustar e recombinar sistemas inteligentes se torna um atributo amplamente compartilhado.

A diferença entre esses caminhos não é apenas institucional. Ela afeta diretamente a resiliência do sistema como um todo, sua capacidade de adaptação diante do inesperado e, não menos importante, seu potencial de inovação. Sistemas excessivamente homogêneos, por mais eficientes que pareçam, tendem a se tornar frágeis, previsíveis e, em última instância, vulneráveis. Em um contexto no qual a inteligência se torna infraestrutura, a diversidade decisória deixa de ser um luxo ou uma preferência cultural e passa a se impor como requisito estrutural, condição para evitar estagnação, erro sistêmico e concentração de poder.

O documento da OpenAI organiza, de forma clara, a narrativa hoje dominante. A proposta se estrutura em torno de três eixos principais: ampliar o acesso às ferramentas de inteligência artificial, redistribuir os ganhos econômicos gerados por sua adoção e estabelecer mecanismos robustos de governança, auditoria e controle. Trata-se de um modelo coerente e, em muitos aspectos, necessário, que reconhece riscos reais e procura evitar a captura dos benefícios por uma pequena elite técnica e econômica.

Mas há, nesse desenho, uma escolha implícita que raramente é discutida de forma direta. Ao tratar a democratização como expansão de acesso, e não como distribuição da capacidade de criação e definição dos sistemas, esse modelo preserva uma distinção fundamental entre quem desenvolve a tecnologia e quem a utiliza. Mesmo quando o acesso é amplo, a arquitetura subjacente permanece relativamente concentrada, assim como o poder de determinar seus parâmetros, suas limitações e seus objetivos. Não se trata de um erro, mas de um limite.

Responder a esse limite não implica reconstruir toda a infraestrutura tecnológica desde o início, nem reproduzir integralmente o esforço de desenvolvimento dos grandes modelos fundacionais. A evolução recente dos modelos de linguagem de pequeno e médio porte, em especial aqueles disponibilizados em regime de código aberto, demonstra que há espaço para arquiteturas mais distribuídas, nas quais o controle sobre dados, ajustes e especializações pode ser mantido de forma local. Nesse contexto, torna-se decisiva a capacidade de realizar, com simplicidade e autonomia, as etapas finais de treinamento — aquelas voltadas à especialização, à adaptação e à customização dos sistemas. Seja por meio de técnicas como RAG, seja por instrumentos mais avançados de treinamento suplementar, o ponto central é a incorporação de conhecimento situado sem perda de governabilidade.

É nessa camada final que o sistema deixa de ser genérico e passa a refletir práticas concretas, contextos específicos e formas particulares de expressão. E é também nesse nível que se abre uma possibilidade estrutural: a de organizar essas contribuições de forma portável, decomponível e recombinável, permitindo que possam ser licenciadas, combinadas e reaplicadas em diferentes contextos. Não apenas no domínio textual, mas em qualquer forma de expressão operacional, incluindo, de maneira particularmente relevante, os movimentos e sequências que orientam sistemas robóticos. A diversidade deixa, então, de ser apenas um princípio abstrato e passa a se materializar na própria arquitetura do sistema.

O ponto cego do debate atual reside justamente no controle da capacidade produtiva. A inteligência passa a ocupar esse centro, mas o controle sobre sua arquitetura permanece concentrado. A ampliação do acesso não altera, por si só, essa estrutura: usuários operam sistemas cada vez mais poderosos, mas continuam, em grande medida, confinados a arquiteturas definidas por outros. Podem solicitar, ajustar, combinar, mas raramente redefinir fundamentos.

A distinção é sutil, mas decisiva. Ter acesso à inteligência não é o mesmo que participar da sua constituição. Quando a inteligência se torna infraestrutura, controlar sua arquitetura equivale, na prática, a controlar o principal meio de produção da economia. Essa assimetria não se resolve com redistribuição de renda, nem com ampliação de acesso; ela se resolve, se for resolvida, na forma como a própria capacidade de criar, adaptar e recombinar sistemas inteligentes é distribuída.

Uma alternativa consiste em inverter o ponto de partida. Em vez de tratar a inteligência como um sistema central ao qual indivíduos e organizações se conectam, pode-se concebê-la como um ecossistema distribuído, no qual a própria construção da inteligência emerge da contribuição de múltiplos agentes, cada qual portador de um repertório técnico específico. Nesse modelo, o saber-fazer deixa de ser absorvido passivamente e passa a ser tratado como unidade fundamental de valor, passível de decomposição, recombinação e circulação.

A implicação é direta: o trabalhador deixa de ser apenas operador e passa a ser fonte ativa de instrução e evolução dos sistemas. A inteligência, nesse contexto, não é apenas acessada; ela é construída de forma distribuída. A incompletude da transmissão de conhecimento, longe de ser um defeito, torna-se fonte de variação, diferenciação e inovação. A diversidade decisória deixa de ser uma externalidade e passa a ser incorporada à própria dinâmica do sistema.

Duas arquiteturas, portanto, se delineiam. De um lado, uma arquitetura de centralização com mitigação, na qual se procura tornar mais justo e seguro um sistema cujo núcleo permanece concentrado; de outro, uma arquitetura de distribuição da capacidade de criação, na qual a inteligência emerge de múltiplas contribuições e trajetórias. A primeira privilegia eficiência, previsibilidade e controle; a segunda amplia experimentação, diversidade e resiliência.

Essa escolha não é apenas distributiva; é estrutural. Sistemas homogêneos tendem a ser eficientes, mas frágeis. A convergência reduz o repertório de soluções e limita a capacidade de resposta ao inesperado. Falhas tornam-se sistêmicas, e a inovação passa a ocorrer dentro de um espaço estreito de hipóteses. Em um cenário no qual a inteligência orienta decisões e coordena processos, esse risco se amplifica: a monotonia deixa de ser apenas estética e se torna estrutural.

A diversidade, portanto, não é um luxo. É uma condição de viabilidade. Não se trata apenas de permitir diferentes usos de uma mesma tecnologia, mas de preservar múltiplas formas de construir, interpretar e orientar sistemas inteligentes. Trata-se de garantir que o espaço de possibilidades permaneça aberto.

O que está em jogo, nesse contexto, não é apenas econômico. É decisório. Não se trata apenas de produzir mais ou distribuir melhor, mas de definir quem molda os sistemas que, por sua vez, moldarão a realidade. Em um cenário de acesso sem autoria, a ação permanece condicionada; em um cenário de construção distribuída, a agência torna-se efetivamente criativa.

Essa diferença, embora sutil à primeira vista, é estrutural. Ela define se a sociedade da abundância será composta por usuários bem assistidos ou por agentes capazes de intervir na lógica dos sistemas que organizam essa abundância. Define, em última instância, o alcance da própria centralidade humana que tanto se busca preservar.

A abundância de inteligência parece cada vez mais inevitável. Mas a forma como ela será organizada permanece em aberto. Não se trata de escolher entre tecnologia e não tecnologia, mas entre diferentes formas de organizar a própria inteligência. E essa escolha, embora ainda pouco explicitada, já começou a ser feita.

China enxerga nos ativos da Bamin um atalho para o urânio brasileiro

9/04/2026
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A transferência dos ativos da Bamin (Bahia Mineração) é uma negociação que pode ser dividida em duas camadas. A mais visível envolve as tratativas para a portuguesa Mota-Engil assumir a reserva de minério de ferro de Caetité, a concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e a licença para a construção de um porto em Ilhéus. Abaixo da superfície, no entanto, há uma outra operação dentro da operação, protagonizada pela CCCC (China Communications Construction Company), um dos principais acionistas do grupo lusitano, com um terço do capital. Os chineses vislumbram a aquisição dos ativos da Bamin como um possível atalho na corrida por minerais nucleares no Brasil. Dentro do mesmo complexo geológico de Caetité, em área praticamente contígua às reservas de minério de ferro, encontra-se a segunda maior jazida de urânio do Brasil – e única mina em operação no país. O volume de depósitos já identificados beira 90 mil toneladas – a título de exemplo, o suficiente para abastecer uma usina do porte de Angra 2 por mais de 700 anos. A INB (Indústrias Nucleares do Brasil) já manifestou a intenção de buscar um parceiro privado para a exploração de urânio em Caetité. O Artigo 177 da Constituição e a Lei nº 4.118, de 1962, determinam o monopólio da União sobre pesquisa, lavra, enriquecimento, reprocessamento, industrialização e o comércio de minérios nucleares. Porém, cabe lembrar que essas amarras foram afrouxadas em 2022, no governo Bolsonaro. A Lei nº 14.514 abriu caminho para a entrada de investidores privados na exploração desses elementos, desde que em parceria com a INB (Indústria Nucleares do Brasil).

Caso a Mota-Engil sacramente a compra dos ativos da Bamin – leia-se o Eurasian Resources Group, do Cazaquistão -, a CCCC ficaria em uma posição privilegiada para se associar à INB na extração do urânio de Caetité. Além de colocar os pés no complexo geológico, os chineses teriam, por meio da companhia portuguesa, uma ferrovia e um porto para o escoamento da produção. Essa dobradinha minério de ferro/urânio daria um maior sentido econômico para a construção da ferrovia e do terminal portuário, um investimento estimado em mais de R$ 12 bilhões.

Ainda que usando a Mota-Engil como front, este seria um movimento estratégico dos chineses em sua disputa global com os Estados Unidos por minerais críticos, neste caso mais precisamente por minério nuclear. O governo norte-americano vem adotando uma série de medidas para reativar a cadeia produtiva de urânio no país, incluindo subsídios bilionários para enriquecimento doméstico, recomposição de estoques estratégicos e incentivos à construção de reatores modulares (SMRs), além de restrições à importação de combustível nuclear russo. Em janeiro de 2026, o Departamento de Energia anunciou um pacote de US$ 2,7 bilhões para expandir a capacidade doméstica de enriquecimento, distribuindo cerca de US$ 900 milhões para cada um de três projetos industriais, voltados à produção de urânio enriquecido convencional (LEU) e avançado (HALEU), essencial para os reatores de nova geração. Esse movimento se soma a um esforço mais amplo de reindustrialização da cadeia nuclear, incluindo US$ 2,8 bilhões adicionais em infraestrutura de enriquecimento e incentivos regulatórios para acelerar o licenciamento de novos reatores, com metas de reduzir o prazo de aprovação para cerca de 18 meses. O pano de fundo é crítico: os EUA produzem apenas uma fração do urânio que consomem — cerca de 0,4% da demanda anual — e ainda dependem fortemente de importações, sobretudo de países como Canadá e Cazaquistão. A restrição progressiva ao combustível russo, com banimento total previsto até 2028, reforça a urgência dessa estratégia e deve pressionar ainda mais a busca por novas fontes de suprimento.

A China, por sua vez, avança de forma ainda mais agressiva e estruturada. O país já opera 59 reatores nucleares e mantém outros 28 em construção — o maior pipeline do mundo —, com capacidade adicional de mais de 32 GW em implantação. No horizonte mais longo, o plano é ainda mais ambicioso: atingir cerca de 200 GW até 2035, com a construção de aproximadamente 150 novos reatores, em um programa estimado em US$ 440 bilhões. Paralelamente, Pequim vem expandindo sua presença internacional no ciclo do combustível nuclear por meio de estatais como a China National Nuclear Corporation, que atua diretamente na aquisição e desenvolvimento de jazidas no exterior, especialmente na África e na Ásia Central. Essa estratégia é acompanhada por um esforço de exportação de tecnologia: há planos para mais de 30 projetos nucleares fora do país até 2030, com investimentos que superam US$ 140 bilhões, frequentemente financiados por crédito soberano altamente subsidiado.

 

#China

Haddad entra na seara de Tarcísio e tenta “vender” São Paulo em Nova York

9/04/2026
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Fernando Haddad costura uma rodada de encontros com investidores internacionais nos Estados Unidos. A ideia é “vender” seus projetos para o governo de São Paulo, notadamente na área de infraestrutura. Haddad pretende aproveitar o capital político ainda quente da sua passagem pelo Ministério da Fazenda para fazer campanha eleitoral de fora para dentro do Brasil. Jogado aos leões pelo seu partido, em uma disputa com reduzidas chances de vitória, o petista tenta transitar por um terreno no qual Tarcísio de Freitas circula com notória desenvoltura. Com o handicap de ter sido o “ministro das obras” do governo Bolsonaro, Tarcísio transformou a infraestrutura em um dos pilares da sua gestão em São Paulo. Desde que assumiu, acumula viagens ao exterior para angariar recursos ao programa de concessões de São Paulo. O Programa de Parcerias de Investimentos do estado reúne mais de R$ 550 bilhões em projetos. Na missão inglória que recebeu do PT, Haddad já identificou que o duelo com Tarcísio terá de passar obrigatoriamente pela raia da infraestrutura. Tanto que, nos primeiros movimentos de pré-campanha, divulgou vídeos nas redes sociais destacando obras federais em São Paulo, em uma tentativa clara de associar sua imagem à entrega de projetos concretos no estado.

#Fernando Haddad

Repactuação das ferrovias da Vale é um trem fora dos trilhos

9/04/2026
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O novo ministro dos Transportes, George Santoro, terá pouco menos de oito meses para tentar resolver um impasse que seu antecessor, Renan Filho, com todo o suporte político, não conseguiu em mais de três anos: destravar as negociações com a Vale para a repactuação das concessões da Vitória-Minas e da Estrada de Ferro de Carajás. Segundo informações apuradas pelo RR, não houve qualquer avanço nas últimas rodadas de conversas conduzidas por Renan. Há divergências de valores e de interpretação contratual das duas concessões. O ponto de partida da disputa remonta à renovação antecipada das concessões, concluída em 2020, quando a Vale pagou R$ 11,8 bilhões de outorga para operar as ferrovias até 2057. O governo atual sustenta que esse valor foi subavaliado e trabalha com estimativas de que seria possível extrair algo próximo de R$ 30 bilhões adicionais nessas revisões contratuais. Nas negociações mais recentes, a tentativa foi encontrar um meio-termo. A Vale já antecipou R$ 4 bilhões como sinal de boa-fé e discutia um novo desembolso de aproximadamente R$ 7 bilhões, o que levaria o pacote total a cerca de R$ 11 bilhões adicionais. Ainda assim, o governo considera o valor insuficiente diante das revisões de cálculo feitas pela área técnica.  O impasse não se limita à outorga. Há divergências relevantes sobre os investimentos associados às concessões. A Vale assumiu, por exemplo, a obrigação de construir um trecho da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), com custo estimado em cerca de R$ 2,7 bilhões, peça-chave para viabilizar o corredor Fico-Fiol. A empresa, no entanto, tentou reduzir sua participação ou substituir a execução por indenização — chegou a colocar na mesa uma compensação da ordem de R$ 1,3 bilhão, rejeitada pelo governo.

#Vale do Rio Doce

Caiado tem 60 dias para se apresentar ao Brasil

9/04/2026
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Ronaldo Caiado está montando uma frenética agenda de viagens pelo país, na tentativa de deixar a bolha regional e se tornar mais conhecido fora do Centro-Oeste. O pré-candidato à Presidência da República planeja visitar ao menos 15 estados ao longo deste mês, com prioridade para Sudeste e Nordeste. Além de encontros com prefeitos do PSD, em busca de capilaridade eleitoral, o roteiro que vem sendo desenhado prevê uma peregrinação por federações industriais e associações do agronegócio. Ao mesmo tempo, o staff de comunicação de Caiado planeja uma leva de vídeos para as redes sociais nos quais o ex-governador de Goiás falará especificamente para a população de cada estado, como se estivesse se apresentando ao Brasil que não o conhece. Caiado disputa uma corrida contra o relógio. Dentro das próprias hostes do PSD, o que se comenta é que ele precisa atingir no mínimo 10% nas pesquisas até junho – nas últimas sondagens, aparece com algo em torno de 6%. Caso contrário, é grande a chance da sua candidatura ser defenestrada pelo comandante-em-chefe do PSD, Gilberto Kassab.

#Ronaldo Caiado

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