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BR Partners sai em busca de uma nova geografia societária
3/12/2025O BR Partners está organizando um roadshow para o início de 2026, junto a investidores da Europa e do Oriente Médio. O que se diz no mercado é que o alvo vai além dos hedge funds tradicionais. No caso do Oriente Médio, a intenção do banco de investimentos é atrair fundos soberanos da região.
É o esforço do BR Partners para aumentar sua base de acionistas estrangeiros após a abertura de capital na Nasdaq, com a emissão de ADRs realizada em setembro. Ressalte-se que os números recentes do banco não têm ajudado muito. Impactado por um mercado de M&As mais fraco – seu principal segmento de atuação -, o BR Partners reportou um lucro de R$ 42 milhões no terceiro trimestre, queda de 15,8% em relação a igual período em 2024. O ROE, por sua vez, recuou de 23,7% para 20,9% na comparação entre os mesmos intervalos.
Marinha dá um tiro no pé da indústria armamentista nacional
3/12/2025
HSI coloca o pé na soleira do mercado de imóveis residenciais
3/12/2025
RD Saúde mira expansão em dose dupla
3/12/2025A RD Saúde está fazendo jus ao nome. Corre no setor que a empresa, controlada pelas famílias Galvão, Pires Oliveira Dias e Pipponzi, está prospectando possibilidades de aquisição no varejo farmacêutico. O apetite por M&As se junta ao que promete ser um dos maiores ciclos de crescimento greenfield da sua história. A companhia, uma das maiores redes de drogarias do país, com receita superior a R$ 10 bilhões, anunciou o plano de abrir até 350 lojas em 2026. Por sinal, a RD Saúde ministrou uma alta dosagem de novidades no mercado. Além do plano de expansão praticamente sem precedentes, divulgou na semana passada o pagamento de R$ 250 milhões em dividendos. A reação do mercado aos dois fatos veio de forma arrítmica. De início, fundos de investimento atuaram de maneira mais intensa na ponta de venda, pressionando o papel. Nos últimos dois dias, no entanto, a ação teve uma ligeira alta de 2%. Trata-se de uma amostra de que a combinação “proventos + explosão de capex” tem gerado percepções distintas no mercado. De um lado, a possibilidade de um salto; do outro, a preocupação dos investidores com um eventual aumento do passivo para custear tamanho apetite por crescimento. Ressalte-se que a alavancagem baixa é, historicamente, uma das maiores demonstrações da solidez financeira do grupo: sua relação dívida líquida/Ebitda é de apenas 1,1 vez.
Agência Nacional de Mineração abre as torneiras da CFEM
3/12/2025A ANM pretende realizar mais um repasse de royalties da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) ainda neste ano. No fim do mês passado, a agência reguladora transferiu à União e a estados e municípios cerca de R$ 1 bilhão. A distribuição se dá em meio à forte pressão de governadores e prefeitos para que a ANM acelere o pagamento de recursos da CFEM, que tem sofrido atrasos sistemáticos. A demora já mereceu puxões de orelha do TCU. A ANM se defende evocando uma dificuldade crônica: a falta de recursos para ampliar as atividades de fiscalização e consequentemente o recolhimento da taxa.