Buscar
Prestes a voltar à Eletrobras, Wilson Ferreira Jr. já faz planos para a entrada da ex-estatal em novos segmentos no mercado de energia, como o setor de gás e a produção de biocombustíveis. Algo bastante similar ao que o próprio Ferreira fez em sua bem sucedida gestão na Vibra Energia.
O empresário Chaim Zaher estuda a abertura de capital do Grupo SEB, que reúne mais de 40 mil alunos.
Após fechar todas as lojas da Etna, o empresário Nelson Kaufman estuda vender a marca da rede varejista.
O Brasil e a Lego são duas peças que têm se encaixado à perfeição. O Grupo MCassab, representante da fabricante de brinquedos dinamarquesa no país, pretende chegar a 20 lojas da marca até o fim de 2023. Hoje são 14 pontos de venda.
A campanha de Lula não vai deixar barato a proximidade entre Jair Bolsonaro e Pedro Guimarães, demitido da presidência da Caixa após acusações de assédio. Filmetes para as redes sociais já estariam em produção. O que não falta é matéria-prima para associar Guimarães a Bolsonaro. Enquanto esteve à frente da Caixa, o executivo participou de 27 lives semanais do presidente.
O almirante Bento Albuquerque, demitido do Ministério de Minas e Energia em maio, está cotado para assumir uma cadeira no Conselho de Itaipu.
A Wilmar International, trading de commodities agrícolas de Cingapura, está garimpando ativos no mercado de açúcar e etanol no Brasil. O grupo, com faturamento global da ordem de US$ 65 bilhões, já foi sócio da Copersucar na trading Alvean.
O governo do Amazonas estuda reduzir pela metade a alíquota do ICMS para o querosene de aviação, hoje de 18%. Quer fisgar, sobretudo, companhias aéreas que voam para os Estados Unidos.
Wilson Witzel está em campanha para voltar ao Judiciário. O ex-juiz tem articulado com antigos colegas da magistratura a sua indicação para a vaga de desembargador no TRF2, aberta com a ida de Messod Azulay para o STJ. A cadeira em questão “pertence” à OAB pelo Quinto Constitucional.
O RR apurou que a Embraer planeja montar uma joint venture na China voltada à fabricação e comercialização de eVTOLs – veículos elétricos de decolagem e pouso vertical. De acordo com a mesma fonte, um dos caminhos aventados seria um parceria com a Aviation Industry Corporation of China (Avic), de quem a empresa brasileira já foi sócia na produção de jatos executivos. A Avic também tem feito estudos para desenvolver modelos de eVTOL, por meio da China Aviation Industry General Aircraft, sua subsidiária. A direção da Embraer trata a associação com um grupo chinês como um movimento fundamental para alavancar as vendas do seu futuro veículo elétrico, uma espécie de passaporte não apenas para o mercado local, mas para outros países da Ásia. A investida faz parte de um projeto maior da Embraer de iniciar também a produção de jatos regionais na China – ver RR de 4 de abril. Consultada, a companhia não se pronunciou. A carteira comercial da Eve – a subsidiária da Embraer responsável pela produção dos eVTOLs – soma aproximadamente 1,1 mil pedidos. Além do foco na China, a companhia aposta também em parcerias para o desenvolvimento de produtos segmentados. É o caso do recente acordo firmado com a britânica BAE Systems, voltado ao desenvolvimento de variantes do “carro voador” para o setor de defesa. A associação já nasceu com uma encomenda potencial de 150 aeronaves.
Todos os direitos reservados 1966-2026.