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A campanha de Eduardo Leite tenta uma manifestação pública de apoio de Fernando Henrique Cardoso a sua candidatura ao governo do Rio Grande do Sul. Se FHC o fizer, será por puro formalismo partidário. Ambos sempre mantiveram uma relação distante.
O Grupo SBF tornou-se uma das grandes bolas fora do mercado. Apesar da expansão do número de lojas e da aquisição de plataformas de e-commerce, a dona da varejista Centauro acumula uma queda do seu valor de mercado de quase 30% nos últimos 12 meses. A um mês da Copa do Mundo, a expectativa de um salto das cotações da rede de lojas esportivas está longe de se consumar.
O ex-ministro João Roma foi escalado por Jair Bolsonaro para tentar o que ninguém conseguiu até agora: uma aliança com ACM Neto na Bahia. Ambos conversaram no último fim de semana. Derrotado na disputa pelo governo do estado no primeiro turno, Roma tem um “capitalzinho” político para colocar na mesa: seus 9% na votação de 2 de outubro.
A chinesa Sinoma estuda instalar uma fábrica de equipamentos para usinas eólicas no Nordeste. Representantes da companhia, segundo o RR apurou, já mantiveram contatos com os governos da Bahia e do Ceará. O apetite dos chineses pelo Brasil é turbinado pela forte expectativa de investimentos em eólicas offshore.
O ministro Alexandre de Moraes, no 1 do TSE, recomendou a todos os presidentes de TREs que intensifiquem o treinamento remoto de mesários e presidentes de seções para o segundo turno. O receio de Moraes é que a repetição dos atrasos e das falhas na identificação biométrica verificadas no primeiro turno alimentem uma torrente de fake news no próximo dia 30.
A Cosan quer enfeixar um colar de ativos na área de mineração. Além da já anunciada compra de até 6,5% da Vale, o RR apurou que o grupo de Rubens Ometto mantém conversações com a Bamin, controlada pelo Eurasian Resources Group, do Cazaquistão. A Cosan tem interesse em se associar ao projeto de minério de ferro de Caetité (BA). Trata-se de um negócio visto com certas ressalvas no próprio setor. O desenvolvimento da mina de Pedra de Ferro, com reservas estimadas em 550 milhões de toneladas, ainda está no seu nascedouro.
A Bamin promete produzir 26 milhões de toneladas por ano a partir de 2026 – neste ano, o volume extraído não chegará a um milhão de toneladas. O salto exigirá aportes da ordem de R$ 20 bilhões. Procuradas, Cosan e Bamin não quiseram se manifestar. A julgar pela reação do mercado nos últimos dias, as próximas investidas da Cosan no setor de mineração trazem um desafio extra para Ometto e seus executivos: administrar o mau humor dos investidores. A aquisição de uma fatia na maior produtora de minério de ferro do mundo, a Vale, fez o grupo sucroalcooleiro perder R$ 5,3 bilhões em valor de mercado.
O que dizer de uma operação ainda incipiente, como Caetité? Independentemente da eventual desconfiança do mercado, a Cosan enxerga atrativos consistentes no negócio. Potencialmente, é uma operação ainda mais promissora do que a joint venture com a Aura Mineral em Carajás, que prevê uma produção de dez milhões de toneladas de minério/ano. Há ainda sinergias com a Rumo, braço ferroviário da Cosan. A Bamin detém a concessão para a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste no trecho entre Caetité e Ilhéus. O que se diz na Cosan é que Ometto não vai se limitar à entrada no capital da Vale ou à eventual associação com a Bamin. Outros ativos maiores estão no seu radar. Seria o caso também da operação de minério de ferro da Anglo American, que um dia pertenceu a Eike Batista.
O “Projeto Neymar” começa a ganhar corpo no Flamengo. O presidente do clube, Rodolfo Landim, tem conversado com potenciais parceiros para a contratação do jogador depois da Copa do Mundo do Catar. Há um entendimento de que a eventual conquista do hexa aumentaria o estímulo para Neymar voltar ao Brasil, com grande aceitação popular. Mal comparando, seria uma repetição do que ocorreu com Romário, contratado pelo próprio Flamengo após o título mundial de 1994.
O Grupo Votorantim está preparando o terreno para a venda da Acerbrag, sua usina de aços longos na Argentina. Neste ano, aumentou em 50% os investimentos na subsidiária, com o objetivo de reduzir o grau de obsolescência da planta. Sem o “banho de loja”, vai ser difícil se desfazer da empresa, o último ativo dos Ermírio de Moraes na siderurgia.
Segundo o RR apurou, a japonesa Nissan planeja produzir seu primeiro carro elétrico no Brasil em 2024.
Corre na indústria de papel e celulose que a Indah Kiat, uma das maiores empresas do setor na Indonésia, prepara sua entrada no Brasil. Seguiria, assim, os passos da sua conterrânea Paper Excellence, que protagoniza um interminável contencioso com a J&F, dos irmãos Batista, sua sócia na Eldorado.
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