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Liberty Metals busca novos ativos em terras raras no Brasil

6/11/2025
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A australiana Liberty Metals prepara uma segunda rodada de investimentos no Brasil, em movimento que pode consolidar o país como seu principal polo de produção de minerais críticos fora da Oceania. Depois de adquirir três projetos estratégicos — o de rutilo de rocha dura na Paraíba, o de areias pesadas no Rio Grande do Sul e o de terras raras e minerais pesados em Alcobaça, na Bahia —, a companhia está prospectando outros ativos em terras raras no país. No mercado circulam informações de que a empresa analisa a compra de direitos contíguos às reservas já adquiridos. Há também expectativa de que a Liberty estabeleça parcerias locais para desenvolvimento de infraestrutura e beneficiamento, sobretudo com grupos que já operam no polo de minerais pesados do Nordeste. Embora ainda em estágio inicial, os três ativos adquiridos reforçam a leitura de que o Brasil ocupará posição central na estratégia global da mineradora, hoje com operações de ouro na Guiné e projetos de cobre, urânio e terras raras na Austrália.

UBS quer barrar plano de recuperação judicial da 2W

6/11/2025
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A recuperação judicial da 2W Ecobank caminha para um contencioso. Segundo uma fonte ligada à empresa de energia, o UBS avalia recorrer à Justiça para contestar o plano aprovado em assembleia de credores no último dia 28 de outubro. O banco votou contra a proposta, segundo o RR apurou por considerar que ela cria assimetrias entre classes de investidores e beneficia instituições financeiras que aceitaram conceder novos créditos à empresa. A possibilidade de uma ação judicial adiciona uma nova camada de incerteza ao processo, que já tramita de forma conturbada. O plano teve o “sim” de apenas 54,69% dos credores, que representam 60% dos créditos. Como a proposta não conquistou o aval da maioria dos quirografários, a 2W tenta emplacar a homologação por meio do mecanismo de cram-down — instrumento que permite ao juiz validar o processo de recuperação mesmo sem a anuência de todas as classes de credores.
Há um cabo de guerra esticado entre os credores da 2W. O movimento da empresa tem apoio de bancos como BTG Pactual, Santander Brasil e Sumitomo Mitsui Financial Group, mas enfrenta forte resistência dos debenturistas, que rejeitaram a proposta em assembleia. Segundo o RR apurou, o UBS se articula com outros investidores em busca de apoio para questionar o plano na Justiça. O banco suíço herdou os créditos contra a 2W ao adquirir o controle do conterrâneo Credit Suisse, em 2023. Tem a receber R$ 585 milhões relativas a uma emissão de debêntures. Consultado, o UBS não quis comentar o assunto. O RR também entrou em contato com a 2W, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.
A 2W entrou em recuperação judicial em busca de proteção para uma dívida de R$ 2,6 bilhões, englobando passivos tanto do braço de geração quanto da sua comercializadora de energia. Em abril, a empresa controlada por Ricardo Delneri tentou um acordo com credores via medição, sem sucesso.

#2W

Shein expande operação logística no Brasil e mira o Nordeste

6/11/2025
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O RR apurou que a Shein planeja a construção de mais três centros de distribuição no Brasil. De acordo com a mesma fonte, um deles deverá ficar no Nordeste. É o ponto de partida de um processo de diversificação geográfica da rede logística da empresa no país. O conglomerado chinês de e-commerce tem cinco estruturas de armazenagem no Brasil, todas localizadas em São Paulo. Além da ampliação do seu sistema logístico, a Shein também trabalha para consolidar sua integração com fornecedores e parceiros locais, em linha com o programa de nacionalização lançado em 2023. A meta dos chineses é chegar ao fim de 2026 com cerca de dois mil fornecedores no Brasil – hoje, tem pouco mais de mil. O grupo está perto também de bater a marca de 50 mil sellers em seu marketplace.

#Shein

Desenvolve SP prepara nova fornada de fundos para o agronegócio

6/11/2025
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A Desenvolve SP, agência de fomento do governo de São Paulo, está em conversações com duas gestoras de recursos com o objetivo de criar novos fundo de investimento dedicado ao agronegócio. Na mira, projetos nascentes que combinem rastreabilidade, menor uso de insumos químicos, energia renovável e práticas de economia circular. A ideia é montar uma carteira com cerca de R$ 100 milhões em funding. A Desenvolve SP já tem um FIDC criado em parceria com a Rio Bravo, de Gustavo Franco – o Rio Bravo Agro Recebíveis. O fundo, criado com R$ 70 milhões em recursos, aportou R$ 13 milhões na Raiar Orgânicos, maior produtora de ovos orgânicos do país.

#Agronegócio

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