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Equinix mira novo data center no Nordeste

28/11/2025
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A Equinix avança a passos céleres no Brasil. Segundo informação que corre no mercado, a empresa planeja instalar seu primeiro data center no Nordeste. Os norte-americanos têm mantido diálogo com companhias de geração renovável para estruturar um modelo de fornecimento de energia para o empreendimento. A movimentação é vista como parte do esforço da multinacional de diversificar sua presença geográfica no país e capturar a crescente demanda por serviços de armazenamento de dados fora do Sudeste. Estados como Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco já possuem corredores de transmissão em expansão, além de hubs de energia limpa e incentivos para renováveis, fatores que interessam diretamente ao grupo californiano. A Equinix tem cinco data centers em São Paulo e três no Rio de Janeiro. E está construindo mais um centro de processamento de dados em território paulista, mais precisamente na cidade de Santana do Parnaíba, um investimento de US$ 110 milhões.

#Equinix

Raízen encaminha a venda de suas operações na Argentina e no Paraguai

28/11/2025
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A Raízen prepara, a um só tempo, dois movimentos mais agudos em seu plano de desmobilização de ativos. A empresa está prestes a fechar a venda de suas operações na Argentina e no Paraguai. O acordo mais avançado, que deve ser anunciado nos próximos dias, é a negociação dos ativos no mercado argentino para um consórcio formado pelos empresários locais José Luis Manzano e Daniel Vila e pela suíça Mercuria. Segundo informações filtradas pelo RR, tanto a Cosan quanto a Shell, controladores do grupo, já teriam aceitado a oferta colocada sobre a mesa, em torno de US$ 1,3 bilhão. O pacote engloba a refinaria Dock Sud e cerca de 700 postos da bandeira Shell, que representam quase 20% do mercado de distribuição de combustíveis no país – atrás apenas da estatal YPF (55%). No Paraguai, por sua vez, as tratativas passam pela venda de 300 postos de combustíveis para estatal Petropar. A Raízen detém uma participação de 27% no negócio, em sociedade com a família Ortega Echeverría. A saída da Argentina e do Paraguai marcará o fim das atividades operacionais da empresa no exterior – restarão apenas escritórios comerciais.
A venda dos ativos na Argentina desponta como o passo mais impactante no processo de desmobilização de ativos até o momento. Para se ter uma ideia, em termos financeiros a operação vai superar, com alguma folga, a soma de todos os demais ativos negociados pela companhia desde março. Nesse período, a joint venture entre Cosan e Shell levantou cerca de R$ 4,5 bilhões, com a venda de usinas de álcool e açúcar e de controladas na área de geração de energia. É o esforço da guerra da Raízen para fazer frente a um passivo de R$ 50 bilhões e a uma alavancagem (dívida líquida/Ebitda) de 4,5 vezes. A empresa trabalha com a meta de amealhar R$ 15 bilhões com a desmobilização de participações. Procurada pelo RR, a companhia não quis comentar o assunto.

#Raízen

Pátria Investimentos vai com sede ao pote no leilão da Compesa

28/11/2025
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O Pátria Investimentos tem mantido intensa interlocução com o governo do Pernambuco e com o BNDES, segundo informações filtradas do próprio banco. A gestora desponta como forte candidata a disputar a concessão parcial da Compesa, a companhia pernambucana de saneamento. Ressalte-se que no mês passado o Pátria fechou a captação de seu novo fundo de infraestrutura, levantando US$ 2,9 bilhões – o maior valor já amealhado pela firma de private equity para esta classe de ativos. O leilão da Compesa pode marcar a sua primeira grande investida no setor de saneamento. No ano passado, a gestora participou da licitação dos serviços de água e esgoto de Sergipe, vencida pela Iguá.

#Compesa

Farallon quer deixar FMU antes da sua prova final

28/11/2025
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A FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas) vai passar de ano? Esta é a pergunta que tem sido feito no mercado diante do imbróglio judicial em torno da universidade. Há informações no setor de que a norte-americana Farallon Capital, controladora da empresa desde 2020, vem tentando passar o negócio à frente. A gestora, que administra cerca de US$ 40 bilhões em ativos, não está disposta a colocar dinheiro novo na universidade. Muito pelo contrário. A Farallon estaria sendo pressionada por investidores a se desfazer da participação. O problema é definir que pacote está sobre o balcão: uma rede de universidades com mais de 65 mil alunos e receita anual superior a R$ 300 milhões ou um castelo de areia que pode se esfarelar a qualquer momento. Com dívidas da ordem de R$ 240 milhões, a FMU enfrenta um turbulento processo de recuperação judicial. Há pouco mais de duas semanas, as famílias Alves da Silva e Fioravante, fundadoras da universidade, entraram na justiça requerendo a transformação do processo de recuperação judicial em falência. Os dois clãs, que venderam o controle em 2013, figuram entre os principais credores da empresa. São proprietários de 18 imóveis locados pela FMU. Os Alves da Silva e os Fioravante alegam que a universidade lhes deve mais de R$ 135 milhões em aluguel. Procuradas pelo RR, Farallon e FMU não retornaram.

#FMU

Planalto cobra de Silvio Costa Filho celeridade nos leilões portuários

28/11/2025
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O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, tem sofrido pressões do Palácio do Planalto para acelerar o programa de concessões no setor portuário. A cobrança maior vem do ministro da Casa Civil, Rui Costa, timoneiro do PAC. Não é só. Grandes grupos da área também criticam a morosidade da gestão Lula em ofertar novos ativos ao mercado. O processo de licitação e arrendamento de terminais portuários parece ter parado em um banco de areia. Dos 21 leilões programados para 2025, até agora foram realizados apenas oito. E deve ficar nisso. Não há qualquer certame marcado ainda para este ano. Desde já, existe um gargalo contratado para 2026. As 13 concessões não concluídas em 2025 e empurradas para frente se somam às 21 já programadas para o ano que vem.

#Ministério dos Portos e Aeroportos #Silvio Costa

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