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Vale ainda tem alguns nós para desatar na venda da Aliança Energia

28/02/2025
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A negociação de venda do controle da Aliança Energia para a Global Infrastructure Partners, divulgada pela própria Vale ao mercado na semana passada, tem alguns fios que precisam ser desenroscados. Segundo o RR apurou, a mineradora quer amarrar um acordo que lhe garanta o suprimento de uma parcela da energia produzida pela empresa. Ao mesmo tempo, a Vale condiciona a venda de 70% do capital à inclusão no negócio da sua participação direta em dois ativos, o parque solar Sol do Cerrado, em Jaíba (MG), e no Consórcio Candonga, responsável pela gestão da Usina Hidrelétrica Risoleta Neves, também em Minas Gerais. Consultada, a Vale não se pronunciou.

#Aliança Energia #Global Infrastructure Partners #Vale

Herdeiros de Abílio Diniz puxam o freio nos investimentos em venture capital

28/02/2025
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Diferentemente de Abílio Diniz, um entusiasta de edtechs, healthtechs e outras techs do gênero, seus herdeiros não parecem dispostos a colocar mais dinheiro no universo das startups. Exatamente um ano após a morte do empresário, a Altitude Ventures, gestora de venture capital nascida de uma costela da Península Participações, está devagar, quase parando.

Seu último investimento foi em dezembro de 2023, quando participou da capitalização da plataforma educacional Letrus. Os planos de investir em até 12 startups, com cheques de US$ 3 milhões a US$ 5 milhões, que eram soprados no mercado pelos próprios partners de Abílio na Altitude, Laura Jaguaribe e Gabriel Castela, não saíram do papel até o momento.

E é possível que nem saiam. Segundo uma fonte do RR, a gestora tem dado sinais de que vai zerar gradativamente as posições restantes na sua carteira, em uma espécie de fadeout das suas operações. Procurada pelo RR, a Península não se manifestou.

Há uma questão simbólica em relação aos negócios da família Diniz no mercado de venture capital. A criação da Altitude Ventures, a partir de um spin-off da carteira da Península Participações, family office do clã, foi um dos últimos projetos com a assinatura de Abilio Diniz. O empresário faleceria apenas quatro meses depois. À época, Abilio teria alocado cerca de US$ 50 milhões para os futuros aportes em startups.

Esse dinheiro segue praticamente intocado. Ao que tudo indica, seus herdeiros não se empolgaram com os resultados da primeira leva de investimentos em venture capital, a maioria feitos ainda pela Península. Com certa razão. No mercado, a carteira da Altitude é considerada um portfólio underperforming.

À exceção da Olist, que fornece soluções tecnológicas para e-commerce, nenhuma das demais startups investidas – Sanar, Passei Direto, idwall, Hilab e Letrus – teria atingido o seu breakeven. No caso da Passei Direto, por exemplo, mesmo com a venda para a UOL Edtech, em 2021, a Península saiu no zero a zero. A Descomplica, também da área de educação, passou por maus bocados. Entre 2022 e 2023, demitiu 20% da sua força de trabalho.

#Abilio Diniz #Altitude Ventures

Estatal boliviana garimpa compradores no Brasil para o gás de Vaca Muerta

28/02/2025
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A YPFB vem mantendo conversas com a norte-americana New Fortress Energy em torno de um possível acordo para o fornecimento de gás da reserva de Vaca Muerta, na Argentina. O insumo abasteceria a térmica de Portocem I, em Barcarena (PA). Trata-se de um dos maiores projetos termelétricos em andamento no Brasil, um investimento total de R$ 5,4 bilhões. Ressalte-se que, no fim do ano passado, a YPFB já fechou com a TotalEnergies e a Matrix Energia o primeiro contrato para a comercialização no Brasil do gás extraído de Vaca Muerta e transportado pelo Gasbol (Gasoduto Bolívia-Brasil).

#YPFB

A caravana do ministro – e presidenciável? – Camilo Santana

28/02/2025
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O ministro da Educação, Camilo Santana, vai iniciar, logo após o Carnaval, uma temporada de visitas a universidades públicas federais. A peregrinação deverá começar pelo Nordeste. O principal objetivo é se reunir com reitores para discutir questões de ordem orçamentária e novos critérios da Pasta para o processo de avaliação de cada instituição. Santana também vai aproveitar o “road show” para inaugurar obras de instalação e ampliação de campi previstas no PAC. Trata-se de uma agenda com potencial para reavivar rumores sobre o futuro político de Santana. E talvez seja isso mesmo que ele queira. Em hostes petistas, seu nome aparece como um possível candidato do partido à Presidência caso Lula não queira disputar a reeleição, e a economia derreta as chances de Fernando Haddad.

#Camilo Santana

Lewandowski não abre mão de seu “vice-ministro”

28/02/2025
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O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, tenta convencer o secretário executivo da Pasta, Manoel Carlos de Almeida Neto, a permanecer no cargo. O número 2 do Ministério flerta com a ideia de migrar para a iniciativa privada. Desde o fim do ano passado, o advogado está cotado para assumir a vice-presidência Jurídica da Vale. Consta, inclusive, que Almeida Neto já se submeteu a um processo seletivo da companhia. O secretário-executivo é o braço direito e esquerdo de Lewandowski no Ministério. Toca os principais projetos da Pasta e divide com o chefe o trabalho de articulação política com o Congresso. É visto em Brasília quase como um “vice-ministro”. Amigo pessoal e nome da mais estrita confiança do ministro, Almeida Neto foi assessor de Lewandowski.

#Ricardo Lewandowski

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