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Aura Minerals garimpa investidores para a sua oferta na Nasdaq

16/06/2025
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Circula no mercado que, antes mesmo de iniciar formalmente seu road show, a Aura Minerals já teria garantido junto a investidores uma demanda próxima do target estabelecido para a sua emissão de ações na Nasdaq, da ordem de US$ 300 milhões. A se confirmar, significa que, na partida, a empresa conseguirá levantar algo equivalente a 15% do seu valor de mercado na Bolsa de Toronto, hoje em torno de US$ 1,7 bilhão. A mineradora do empresário Paulo Brito vai usar os recursos para financiar novas aquisições, a exemplo da recém-fechada compra da Mineração Serra Grande, dona de uma mina de ouro em Goiás, por US$ 76 milhões, e projetos de expansão já no seu pipeline. É o caso da mina de ouro de Matupá, no Mato Grosso.

#Aura Minerals #Mineração #Nasdaq

BP turbina seus investimentos em biocombustíveis no Brasil

16/06/2025
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A BP Bioenergy prepara um aditivado plano de investimentos para ampliar sua produção de biocombustíveis no Brasil. Segundo o RR apurou, a matriz do grupo britânico deu sinal verde para a entrada no mercado de biometano. A produção deverá começar ainda neste ano nas usinas Tropical, em Edéia (GO), e Moema, em Orindiúva (SP).

A estratégia prevê também o ingresso no segmento de combustível sustentável de aviação, SAF na sigla em inglês. A expansão da BP Bionergy no Brasil não se dará apenas por projetos greenfield. Aquisições também estão no radar.

Há informações no setor de que a empresa mantém conversas com a Raízen em torno da possível compra de ativos no setor sucroalcooleiro. Não faltam “mercadorias” sobre o balcão da joint venture entre a Cosan e a Shell. A empresa acaba de colocar à venda um pacote de quatro usinas avaliadas em aproximadamente R$ 2 bilhões – Santa Elisa, em Sertãozinho (SP), Rio Brilhante e Passatempo, nas cidades de mesmo nome no Mato Grosso do Sul, e Continental, em Colômbia (SP).

Procurada pelo RR, a BP disse que “não comenta especulações de mercado”. Igualmente consultada, a Raízen também optou por não se manifestar.

A atuação da BP em biocombustíveis no Brasil mudou da água para o vinho, ou, com o perdão do trocadilho, da água para o etanol. No ano passado, os britânicos compraram a participação da Bunge na joint venture que ambas mantinham no setor sucroalcooleiro no Brasil. Ao pagar US$ 1,4 bilhão, a BP assumiu integralmente o controle de 11 usinas de álcool e açúcar, com capacidade total de moagem de 32 milhões de toneladas de cana.

Ao menos neste caso, a solidão societária já mostrou suas vantagens. O fim da joint venture destravou planos de investimento que, tudo indica, estavam encalhados pela inapetência da Bunge em seguir adiante no negócio. A BP tem agora 100% de uma operação extremamente rentável. Na última safra, a empresa de bionergia registrou uma receita superior a R$ 8,5 bilhões e Ebitda de mais de R$ 4,5 bilhões.

#Biocombustíveis #BP

T4F sobre proposta para encerrar processo na CVM

16/06/2025
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A T4F vai apresentar à CVM um novo Termo de Compromisso na tentativa de encerrar o Processo Administrativo Sancionador (PAS) instaurado pela autarquia, segundo informações filtradas pelo RR. Trata-se de um caso delicado. Antiga responsável pelo Lollapalooza, a T4F é alvo de denúncia de que trabalhadores terceirizados do festival foram submetidos a condições análogas à escravidão na edição de 2023. A CVM recusou a primeira proposta levada pela empresa, de R$ 1,5 milhão. A autarquia apura possível negligência na fiscalização e no cumprimento do Código de Conduta Ética da T4F, o que se configuraria em uma falha grave de governança corporativa. A investigação mira nos integrantes do Conselho de Administração, acusados de não supervisionarem corretamente a atuação de prestadores de serviços. Ou seja: entre outros nomes, respinga diretamente no empresário Fernando Luiz Alterio, controlador e chairman da T4F. Procurada, a empresa não se manifestou.

#CVM #T4F

Canary conclui captação de seu novo fundo

16/06/2025
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O tempo parece estar melhorando para a indústria de venture capital, que passou por uma longa temporada de chuvas. A Canary, dos investidores Florian Hagenbuch e Marcos Toledo, concluiu a captação de seu novo fundo, atingindo a meta de captação em torno de US$ 120 milhões – inclusive, com demanda acima desse valor. Sob certo aspecto, a gestora tem um hedge natural: a maior parte da sua base de cotistas é formada por investidores institucionais, como o IFC, do Banco Mundial. A Canary tem participações em startups como Buser e Alice. Historicamente, a gestora assinou cheques médios na casa dos US$ 3 milhões. No entanto, o que se diz no mercado é que ela deverá adotar uma postura mais comedida nos futuros investimentos, com desembolsos próximos dos US$ 2 milhões.

#Canary

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