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Infraestrutura
Emissão de debêntures entra no radar da RIOgaleão
15/01/2025O que se ouve aqui e ali no BNDES é que o consórcio RIOgaleão avalia uma emissão de debêntures de infraestrutura. O banco seria o esteio da operação, garantindo a compra de uma parcela expressiva dos papéis. O lançamento dos títulos viria na esteira do acordo firmado entre o governo e a Changi, de Cingapura. Após um longo vai-e-vem, o grupo asiático praticamente selou a sua permanência à frente da concessão. A captação em mercado e o próprio acerto com o governo aliviariam consideravelmente o caixa da RIOgaleão. Um dos principais pontos diz respeito à outorga da concessão do aeroporto carioca, com a flexibilização do pagamento obrigatório de R$ 1,4 bilhão por ano à União.
Negócios
Infraestrutura tenta empurrar “pane” do Galeão para 2023
14/11/2022Em meio ao acirramento das tratativas entre as duas partes, o Ministério da Infraestrutura aumentou seu lance nas tratativas com a Changi International para convencê-la a permanecer com a concessão do Galeão. A Pasta teria oferecido um desconto superior a 50% sobre o valor de outorga a ser pago pela empresa de Cingapura. Seria uma forma de estancar uma contenda, que ganhou mais um capítulo na semana passada: a concessionária RioGaleão entrou na Justiça contra a Anac por discordar dos termos da proposta para a devolução da concessão à União – informação antecipada pelo RR. No setor, há quem diga que a nova oferta do Ministério da Infraestrutura seria apenas uma forma de ganhar tempo e empurrar o desfecho do processo para o colo do próximo governo. Além do contencioso, a devolução da concessão pela Changi obrigará o Ministério a recomeçar tudo do zero e fazer uma nova licitação.
Changi quer mais dinheiro para desembarcar do Galeão
22/09/2022Um contencioso na área de infraestrutura deverá cair no colo do próximo governo – seja ele quem for. Segundo o RR apurou, a Changi International, acionista majoritário da RioGaleão, contesta o valor proposto pela Anac a título de recomposição do contrato do aeroporto carioca. O grupo de Cingapura avalia, inclusive, entrar na Justiça caso não haja um acordo no âmbito administrativo.
A agência reguladora estipulou em R$ 428 milhões a cifra a que a concessionária tem direito por perdas sofridas em 2021 em decorrência da pandemia. A discordância da Changi em relação ao pagamento cria um a espécie de litígio em cascata. Isso porque o valor de recomposição das perdas em 2021 é fundamental para o cálculo da indenização a que a concessionária terá direito pela devolução da licença do Galeão, processo que se arrasta desde fevereiro.
Segundo fonte do setor, o grupo de Cingapura pede mais de R$ 1 bilhão pelos investimentos feitos no aeroporto. Ao todo, a concessionária, que tem ainda a Infraero como sócia minoritária (49%), desembolsou mais de R$ 2,5 bilhões. Ressalte-se que as tratativas com a Anac para a devolução da licença já se dão sob divergências desde a origem. A Changi exige recomposição sobre todo o período de duração do contrato, ou seja, de 2014 até o momento. A agência reguladora, no entanto, limitou o cálculo a 2021. Procurada pelo RTR, a RioGaleão não quis se manifestar.
Turbulência nos céus do Rio
23/09/2021A Changi Airports International, de Cingapura, estaria em busca de um sócio para a RioGaleão, concessionária do Aeroporto Internacional do Rio. Os asiáticos, donos de 51% do capital, sofrem os duros efeitos da pandemia associada à perda de voos para o Santos Dumont. Nos últimos dois anos, a movimentação no Galeão caiu aproximadamente 70%. No ano passado, diante da crise, a concessionária se viu obrigada a negociar com o BNDES a suspensão temporária do pagamento do empréstimo contraído para o pagamento da outorga.