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Tag: Indústria alimentícia

Destaque

“Alimentos do mal” voltam ao radar da equipe econômica

27/10/2025
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Quem não tem bets e fintechs caça com glicose e triglicerídeos. O Ministério da Fazenda voltou a discutir, em caráter reservado, a possibilidade de incluir alimentos açucarados e ultraprocessados no escopo do Imposto Seletivo (IS), reabrindo um debate que havia sido deixado de lado na primeira rodada da reforma tributária. Além das bebidas a base de açúcar, já taxadas na versão original do IS, o chamado Imposto do Pecado passaria a incidir também sobre chocolates, sorvetes, balas, biscoitos, hambúrgueres e congêneres. Seria a compensação da compensação. Ou seja, uma tentativa da equipe econômica de recuperar as receitas frustradas com a derrubada do aumento do IOF e, mais recentemente, com a derrota no Congresso, que barrou a tributação adicional das bets, fintechs e de aplicações financeiras, como LCAs e LCIs. Os assessores de Haddad ainda não trabalham como uma aliquota definitiva para a proposta, mas há um consenso de que ela ficaria abaixo, por exemplo, do imposto seletivo aplicado às bebidas alcoólicas, de 48% a 62%, pelo entendimento de que os alimentos açucarados e ultraprocessados são menos prejudiciais à saúde.
A ideia de taxação de produtos com alto teor de açúcar e gorduras vem e vai, vai e vem desde o governo passado, sempre vinculada ao discurso de arrecadação fiscal combinada com instrumento de saúde pública. Paulo Guedes levantou essa bola em 2020, mas não conseguiu mantê-la no ar. Virou açúcar derretido diante do forte lobby contrário da indústria de alimentos. Agora a proposta volta ao cardápio da Fazenda, pressionada a catar qualquer bala no chão que lhe permita compensar os aumentos de gravames já rechaçados pelo Congresso. A ver se o lobby das guloseimas é menos poderoso do que o das bets e fintechs.

#Economia #Indústria alimentícia

Pão de queijo

1/07/2016
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 A Forno de Minas, do empresário Helder Couto Mendonça, estaria fechando a contratação do Credit Suisse. Dessa fornada, deverá sair a venda de parte do capital da companhia. Aliás, esse pão de queijo já foi e voltou no balcão: na década passada, Mendonça vendeu a empresa para a fabricante de alimentos norte-americana General Mills, recomprando-a alguns anos depois. Desta vez, pretende ficar no negócio como majoritário. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Forno de Minas.

#Credit Suisse #Forno de Minas #General Mills #Indústria alimentícia

Acervo RR

Nova fronteira

1/07/2016
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 A decisão da BRF de criar uma subsidiária para comercializar seus produtos nos mercados muçulmanos, anunciada ontem, é apenas o hors d’oeuvre. O prato principal da estratégia prevê que a Sadia Halal será a ponta de lança para a compra de ativos em paí- ses árabes, a começar pela Arábia Saudita.

#BRF #Indústria alimentícia

Nova fronteira

1/07/2016
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 A decisão da BRF de criar uma subsidiária para comercializar seus produtos nos mercados muçulmanos, anunciada ontem, é apenas o hors d’oeuvre. O prato principal da estratégia prevê que a Sadia Halal será a ponta de lança para a compra de ativos em paí- ses árabes, a começar pela Arábia Saudita.

#BRF #Indústria alimentícia

Danone compra para saltar no ranking

24/06/2016
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 Depois de colecionar derrotas na disputa com a arquirrival Lactalis no Brasil –, a concorrente comprou a área de lácteos da BRF e fábricas da LBR –, o presidente da Danone, Dario Marchetti, recebeu da matriz a ordem que esperava ansiosamente: virar a mesa no mercado brasileiro. Marchetti ganhou licença para comprar de uma só tacada duas empresas. Para encurtar a distância das líderes em laticínios, o executivo tem na prancheta de aquisições a Aurora, de Santa Catarina, e a paulista Embaré. Juntas tirariam a Danone da humilhante nona posição no ranking do setor e catapultariam a empresa para a vice-liderança, ocupada justamente pela Lactalis. O grupo passaria a ter uma produção anual de 1,5 bilhão de litros de leite, mais de 300% acima do que captou no ano passado. Para não ser derrotado novamente, Marchetti não apenas tomou a dianteira das negociações com a Aurora e a Embaré, antes de qualquer movimento da Lactalis, como também fez uma oferta de compra com porteira fechada.  As transações são consideradas pela matriz e pelo presidente da Danone como vitais para sua permanência à frente da companhia. Afinal, após um longo ciclo de crescimento da empresa francesa, com a multiplicação por dois da receita a cada cinco anos desde 2004, a Danone está em um ritmo de velocidade baixíssima. Marchetti, já há dois anos e meio no cargo, sofreu com uma forte queda da produção da empresa em 2015. Nem pode alegar ao board que o mercado está ruim para todos. Dos 15 maiores fabricantes de laticínios do país, mais da metade conseguiu aumentar a captação de leite. As seguintes empresas não se pronunciaram:  Danone.

#Aurora Alimentos #BRF #Danone #Embaré #Indústria alimentícia #Lactalis

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