Tag: Iguá Saneamento
Empresa
Controladores da Iguá discutem aporte de capital
11/09/2025
Infraestrutura
Iguá Saneamento estuda nova emissão de debêntures incentivadas
9/12/2024Há informações no mercado de que a Iguá Saneamento prepara um novo lançamento de debêntures incentivadas. Os olhos da empresa se voltam automaticamente para o BNDES, o grande comprador desse tipo de papel no Brasil. No ano passado, não custa lembrar, a companhia realizou a maior emissão incentivada da história no país, no valor de R$ 3,8 bilhões. Desse total, o banco de fomento garantiu a aquisição de R$ 1,8 bilhão. Desta vez, os recursos seriam destinados prioritariamente para a concessão de Sergipe, arrematada em setembro. Os investimentos obrigatórios somam R$ 6,3 bilhões ao longo do contrato de 35 anos, mas a maior parcela – R$ 4,7 bilhões – terá de ser desembolsada nos primeiros dez anos. Procurada pelo RR, a Iguá não se manifestou.
Empresa
CPP Investments e AIMCo acertam os ponteiros para aporte na Iguá
27/09/2024Os acionistas da Iguá Saneamento avançaram nas negociações para um aporte de capital na companhia. Segundo fonte próxima à empresa, a injeção de recursos das canadenses CPP Investments e AIMCo poderá ultrapassar a marca de R$ 2,5 bilhões, acima, portanto, da cifra de R$ 2,2 bilhões cogitada inicialmente. A incógnita fica por conta do BNDES, acionista minoritário da Iguá, com 8,6%. Até o momento, o banco não sinalizou se vai ou não acompanhar o aporte – neste segundo cenário, sua participação seria diluída. A única certeza é que a companhia precisa reforçar sua estrutura de capital para fazer frente ao elevado nível de alavancagem. A atual dívida de curto prazo, da ordem de R$ 7 bilhões, equivale a mais de sete vezes o Ebitda. É um fardo difícil de carregar.
Empresa
CDPQ pode desaguar no capital da Iguá Saneamento
13/08/2024O CDPQ (Caisse de Dépôt et Placement du Québec), um dos maiores fundos de pensão do Canadá, estaria em negociações para a compra de uma participação na Iguá Saneamento. A empresa busca um aporte de capital para fazer frente aos seus pesados compromissos financeiros. Somente na concessão do bloco 2 do Rio de Janeiro, a Iguá terá de desembolsar quase R$ 11 bilhões entre investimentos e valor de outorga. Com quase meio trilhão de dólares em ativos, a CDPQ seria o parceiro certo na hora certa. Sua entrada no capital significaria a formação de um triunvirato canadense no comando da Iguá. Os dois maiores acionistas da empresa são o Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) e a Alberta Investment Management Corporation (AIMCo).
Empresa
BNDES quer manter posição na Iguá Saneamento mesmo com IPO
14/03/2024O IPO da C – previsto para o último trimestre do ano, conforme informou o Pipeline, do Valor Econômico – já mobiliza o BNDES. O RR apurou que o banco pretende entrar na operação, para evitar a diluição da sua fatia acionaria na empresa – a BNDESPar detém 10,9% do capital. A agência de fomento considera sua posição societária na Iguá estratégica para impulsionar investimentos no setor de saneamento. Vide a emissão de debêntures realizada pela empresa em junho do ano passado: o BNDES subscreveu R$ 1,8 bilhão, ou seja, quase 50% da oferta total (R$ 3,8 bilhões).
Infraestrutura
IG4 Capital mira concessões de saneamento no Peru
11/07/2023A IG4 Capital está prospectando ativos no setor de saneamento no Peru. As tratativas têm sido conduzidas pelo executivo Roberto Barbuti, ex-CEO da gaúcha Corsan. A IG4, que já é controladora da Iguá Saneamento, pretende montar um colar de participações em empresas do setor, tanto no Brasil quanto no exterior. Tratando-se de Peru, a gestora de Paulo Mattos está em casa: é a principal acionista da Aenza, um dos grandes grupos de infraestrutura daquele país. O RR entrou em contato com a IG4, que não quis comentar o assunto.
Empresa
Votorantim e CPP Investments podem assumir a Iguá
14/02/2023A dobradinha entre os Ermírio de Moraes e a CPP Investments na área de energia pode se estender para o setor de saneamento. O RR apurou que o fundo canadense estuda assumir o controle da Iguá Saneamento, da qual já é acionista, com 14,91%. Na operação, levaria junto o Grupo Votorantim, seu sócio na Auren Energia. Ambos comprariam ações da IG 4 Capital, atual controladora da Iguá. A gestora de recursos detém 58% do capital, por meio dos FIPs Iguá e Mayim. No setor há um forte burburinho de que a IG 4 estaria trabalhando com dois cenários: a redução da sua participação ou a venda integral das ações em seu poder.
Negócios
Iguá abre as portas para a chegada de novo investidor
29/12/2022A Iguá Saneamento estuda alguns cenários para a entrada de um novo sócio. Segundo o RR apurou, um dos cenários cogitados é a chegada de um investidor mediante um aporte de capital. Há conversas com dois fundos internacionais. Em tempo: o fundo de pensão canadense CPPIB, acionista da Iguá, já sinalizou estar disposto a acompanhar a chamada de capital para não ter sua participação diluída.
Negócios
Iguá Saneamento mira na compra da BRK
17/11/2022A intenção da Iguá Saneamento de captar até R$ 3 bilhões com a venda de uma participação no seu capital esconde um segundo movimento, tão ou mais impactante. O objetivo da IG4 e da canadense CPP Investments, os dois principais acionistas da empresa, é amealhar recursos para bancar a aquisição da BRK Ambiental. Ressalte-se que o controlador desta última, a Brookfield, já saiu no mercado em busca de um comprador – conforme o RR antecipou . Um eventual M&A entre a Iguá e a BRK daria origem a uma empresa com faturamento anual na casa dos R$ 5 bilhões. Consultadas, as duas empresas não quiseram se manifestar.
Alta liquidez
13/10/2022A IG4 Capital, maior acionista da Iguá Saneamento, fechou a captação de seu terceiro fundo de private equity. A cifra bateu nos US$ 500 milhões.
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Parte desses recursos estaria reservada para financiar a fusão da própria Iguá com outra holding do setor de saneamento
O encontro das águas da Iguá e da BRK Ambiental
7/07/2022Faria Lima, 4.300 – 14° andar. No escritório da canadense CPP Investments no Brasil está sendo arquitetada o que pode vir a ser a maior operação de M&A já realizada no setor de saneamento no Brasil: a fusão da BRK Ambiental e da Iguá Saneamento. A gestora de recursos – braço do Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), um potentado com mais de meio trilhão de dólares em ativos – negocia a compra de até metade das ações da Brookfield na BRK.
A conterrânea canadense tem 70% do capital. Estima-se que a fatia total da Brookfield valha algo próximo de R$ 6 bilhões. Uma vez dentro do capital da BRK, a CPP Investments estaria em uma posição privilegiada para o segundo movimento: costurar a fusão da companhia com a Iguá Saneamento, da qual a gestora canadense já é acionista, com 15%. Da associação poderá emergir um grupo com faturamento da ordem de R$ 5 bilhões e Ebitda combinado de R$ 1,1 bilhão, a números de 2021. A própria Brookfield seria um aliada importante da CPP nessa intrincada engenharia.
Ainda assim, não se trata de uma operação das mais simples. Algumas pontas precisam ser atadas de parte a parte. Do lado da BRK, uma incógnita é a posição da Caixa Econômica. O FI-FGTS, ad- ministrado pelo banco estatal, detém 30% da empresa – participação está avaliada em R$ 2,7 bilhões. Do outro lado, a CPP já mantém conversações com a BNDESpar, sua sócia na Iguá. Dona de 13% da empresa, a agência de fomento é vista pelos canadenses como um agente facilitador da operação. Dentro do banco há uma preocupação com o elevado nível de alavancagem tanto da BRK quanto da Iguá e seu impacto sobre a capacidade de investimento das duas empresas e sobre o próprio setor.
A primeira tem uma dívida de curto prazo equivalente a sete vezes o seu Ebitda. No caso da Iguá, esse peso é ainda maior: 14 vezes. Em fevereiro, a S&P rebaixou o rating tanto da companhia quanto de suas debêntures devido ao elevado endividamento. O aporte da CPP e a consequente fusão dariam o fôlego necessário à nova companhia. Sede de Brasil, por sinal, é o que não falta aos canadenses. Somente nos últimos meses, a gestora uniu-se à Votorantim para criar a Auren Energia, empresa com R$ 15 bilhões de valor de mercado. O próprio Canada Pension Plan, por sua vez, costurou por dentro outra grande operação de M&A: a recente fusão da BR Malls e da Aliansce. A Faria Lima, 4.300 – 14° andar – crepita.
Será que agora vai?
15/10/2021Segundo o RR apurou, a Iguá Saneamento pretende retomar seu processo de IPO em janeiro de 2022. A empresa, ressalte-se, já cancelou sua abertura de capital por três vezes.