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Energia de Bogotá sai em busca de linhas de transmissão no Brasil

4/07/2025
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O Grupo Energia de Bogotá está negociando a compra de novos ativos em transmissão no Brasil. Segundo o RR apurou, há duas negociações engatilhadas, uma delas envolvendo uma linha em Minas Gerais. O conglomerado colombiano atua no país por meio das subsidiárias Argo Energia e Gebbras. Por meio da parceria com a espanhola Redeia, os colombianos adquiriram cinco linhas de transmissão junto à Brookfield em 2022, um investimento de mais de 800 milhões de euros. A Argo opera 1460 km de linhas de transmissão de energia no país e 11 subestações no Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Piauí e Rondônia.
 

#Argo Energia #Energia de Bogotá

Irmãos Batista almejam ser o “Elon Musk dos alimentos”

4/07/2025
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Os irmãos Batista, Joesley e Wesley, querem se tornar o “Elon Musk” do ranking mundial dos alimentos. A grande novidade é que agora vão fazer uma inflexão firme na venda dos produtos in natura, passando a manufaturar vários dos seus produtos. O projeto em gestação

na JBS já começou a quebrar a casca, a partir da associação, meio a meio, com a Mantiqueira e a consequente entrada no mercado de ovos e derivados, incluindo ovos líquidos.

Trata-se de um processamento que oferece uma linha integral do alimento, quer seja

só a clara, a gema ou o integral, todos líquidos, em caixas (a modalidade dos veganos tem crescido muito no mercado). É um passo para a industrialização em grande escala dos ovos em pó. O consumo de ambos os tipos de ovos industrializados tem aumentado consideravelmente no mercado chines.  

Segundo a fonte do RR, uma vez irmanadas, JBS e Mantiqueira têm planos de comprar a terceira produtora de ovos do Brasil, a Granja Yabuta, localizada em Mato Grosso do Sul, que concebe 70 mil ovos por dia. Essa mega companhia viraria um animal predador do mercado, a caminho do podium do produtor 1° de alimentos do planeta. Hoje, a primeira é a Nestlé, seguida pela AB InBev – mais aí não conta, a Inbev é muito mais uma empresa de bebidas do que de comida.

Na listagem das proteínas animais, a JBS já é está no topo do ranking global. Processa carnes bovina, suína e de frango. E agora serão bilhões de ovos. O encontro dos dois potentados não para por aí. A Mantiqueira já tinha planos de entrar no greenfield, no Colorado, nos Estados Unidos. Ocorre que a JBS já tem fábricas

na mesma região, o que potencializa o crescimento da produção de ovos.  

#irmãos Batista #JBS

Alavancagem pesa sobre o telhado da Eternit

4/07/2025
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A escalada da alavancagem financeira da Eternit acendeu o alerta vermelho entre os investidores. No mercado, já há informações, inclusive, de que a empresa poderá lançar mão de uma emissão de papéis para repactuar o perfil do seu passivo. No primeiro trimestre de 2025, a relação dívida líquida/ EBITDA chegou a 1,6 vez. A olho nu, pode parecer um índice baixo, mas entre janeiro e março do ano passado essa proporção era de um para um. Há um nítido viés de alta no endividamento da companhia. O problema, maior não está exatamente no volume de dívida, mas na perda de capacidade de geração de caixa. A Eternit até conseguiu aumentar sua receita líquida em 6,3%, totalizando R$ 283,4 milhões no trimestre. No entanto, o EBITDA recorrente despencou 78,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2024, chegando a apenas R$ 3,6 milhões. A margem bruta consolidada, por sua vez, caiu de 21,2% para 14,9%. A empresa basicamente vendeu mais, mas ganhou muito menos.
Boa parte do estrago veio do desempenho da mineradora Sama, subsidiária que produz crisotila. Após uma parada programada, os volumes despencaram e a receita do segmento caiu 10,6%, comprometendo a margem de contribuição. A crise no negócio de amianto — já cercado por insegurança jurídica — expôs ainda mais a fragilidade do modelo da Eternit, que tenta se reinventar com novos produtos e digitalização, mas ainda carrega um portfólio ancorado em ativos arriscados.

#Eternit

Dario Durigan faz sucesso entre os parlamentares

4/07/2025
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Nos poucos contatos que teve com congressistas após sua volta das férias, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, somente ouviu elogios do seu secretário executivo, Dario Durigan, que o substituiu durante o período sabático. Não que haja críticas abertas ao jeito educado e à disposição de negociar do ministro. Mas as loas a Durigan dizem respeito a sua maneira de explicar as medidas do governo. O secretário cerca de ponta a ponta a política econômica, não deixando nenhum fio solto. Os opositores a Haddad, que estão lotados no Palácio do Planalto – com destaque para Gleisi Hoffmann e Rui Costa – já encontraram um regra três, para malhar o ministro e jogar na mesa uma alternativa. Difícil. Mas dependendo do jogo político de 2026, nada é impossível.

#Dario Durigan

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