Tag: Varejo
Mercado
Na Pague Menos, sai a expansão agressiva e entra a redução do passivo
8/08/2025A Pague Menos, um dos maiores grupos do varejo farmacêutico do país, está passando por um momento de inflexão estratégica. Depois de anos de forte expansão, a prioridade agora é reduzir o nível de alavancagem, ou seja, frear a expansão da rede de lojas para se concentrar no equilíbrio financeiro. O total de inaugurações neste ano deve girar em torno de 50 lojas, número modesto para os padrões recentes do grupo controlado por Deusmar de Queirós. Cada tempo com a sua prioridade. Entre junho de 2024 e junho deste ano, a Pague Menos já reduziu sua relação dívida líquida/Ebitda de 3,4 vezes para 2,6 vezes. Mérito do executivo Jonas Marques Neto, primeiro CEO da companhia de fora da família controladora. O índice, no entanto, ainda está acima do patamar considerado confortável pela direção da empresa. Internamente, o grupo cearense trabalha com a meta de chegar a uma relação de 2 para 1 até o fim deste ano.
E-commerce
Shopee amplia seu poderio logístico no Brasil
14/05/2025
Negócios
Será que finalmente apareceu um comprador para a Telhanorte?
9/12/2024Há um zunzunzum no setor de varejo de que a chilena Easy tem interesse na aquisição da Telhanorte, rede de lojas de material de construção controlada pela Saint Gobain. Há pelo menos um ano e meio os franceses buscam um comprador para o negócio. São cerca de 70 lojas e faturamento da ordem de R$ 2 bilhões. A Easy pertence ao Grupo Cencosud, um dos grandes conglomerados varejistas do Chile, que já tem negócios em supermercados no Brasil. Consultada, a Saint Gobain disse que “não comenta especulações de mercado”.
Finanças
Casas Bahia lustra sua fintech à espera de um novo investidor
2/10/2024
Empresa
Americanas vai ter dois CEOs?
12/09/2024
Empresa
Credores abrem nova frente contra dono da Polishop
19/08/2024
Empresa
Grupo Mateus é uma avis rara no varejo
14/08/2024O Grupo Mateus, um das maiores redes de supermercados do Nordeste, vai intensificar o expediente de se financiar por meio da venda de imóveis. A informação que corre boca miúda no varejo é que a empresa estaria negociando um novo pacote de lojas com o fundo TRX Real Estate (TRXF11). Em fevereiro deste ano, o Mateus vendeu cinco imóveis para o TRX, ao valor de R$ 234 milhões. É dinheiro na veia de um dos raros grupos varejistas do país que tem investido pesadamente em sua expansão. Além do crescimento via greenfield, o Mateus fechou, em maio, a compra do Novo Atacarejo, companhia sediada em Pernambuco, com 29 lojas e faturamento anual estimado em R$ 4,5 bilhões. Procurado o Mateus respondeu, por meio de sua assessoria, que por se tratar de uma empresa de capital aberto, “a divulgação antecipada de investimentos ou negociações, não é possível.”
Empresa
Casas Bahia começa fechar suas cicatrizes internas
12/08/2024“O pior já passou”. Essa é a frase que o CEO da Casas Bahia, Renato Franklin, tem repetido quase como um mantra em encontros reservados com investidores. Nesse caso, Franklin não se refere exatamente à repactuação de R$ 4 bilhões em dívidas com os bancos credores – um feito da sua gestão. Mas, sim, às duras medidas contracionistas adotadas em função do altíssimo custo financeiro que incidia sobre o passivo de curto prazo. Por onde passa, o executivo diz que o ciclo de fechamento de lojas e demissões está encerrado. A partir de agora apenas o turnover natural de pontos de venda do varejo. Talvez o otimismo de Franklin tenha uma dose de wishful thinking. Mas, é bom dizer que, entre março e junho, por exemplo, a Casas Bahia fechou apenas três lojas. Um cenário bem diferente de 2023, o ano da razia, quando a rede varejista desativou 55 pontos de venda, quatro centros de distribuição e demitiu oito mil funcionários, mais de 20% da sua força de trabalho.
Empresa
Americanas reserva um espaço na prateleira para a Uni.Co
28/05/2024
Empresa
Falabella é mais um gringo a caminho do varejo brasileiro
18/07/2023Circula no varejo a informação de que a chilena Falabella, uma das maiores redes de varejo da América Latina, retomou o projeto de se instalar no Brasil. O grupo deverá focar no setor de vestuário, inicialmente com uma operação restrita ao e-commerce. A ideia é montar uma plataforma de marketplace, com a venda de produtos próprios e de terceiros. Seria um teste para o passo seguinte: a abertura de lojas físicas. Em meio à crise do varejo brasileiro, no rastro do escândalo da Americanas, não deixa de ser um sinal de alento para o setor. Ontem, por exemplo, a sueca H&M, também do segmento de moda, anunciou planos de operar no Brasil a partir de 2025.
Empresa
Falabella a caminho do Brasil?
22/03/2023Há um burburinho no setor de varejo de que a chilena Falabella retomou os planos de entrar no Brasil. O grupo seria candidato à compra de redes locais, especialmente na Região Sul. A loja de departamentos ensaiou seu desembarque no país há cerca de três anos, ou seja, pouco antes da pandemia, mas o projeto ficou pelo caminho. Com um faturamento em torno de US$ 16 bilhões e lucro de quase US$ 900 milhões no ano passado, a Falabella tem negócios em outros países da América do Sul, como Argentina, Peru e Colômbia.