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Governo
O intrincado xadrez da sucessão no Ministério da Previdência
23/03/2026A sucessão de Wolney Queiroz na Pasta da Previdência tornou-se um movimento sensível para o governo no tabuleiro da reforma ministerial. A iminente saída de Queiroz, que deverá disputar a eleição para a Câmara dos Deputados, se dá no meio da CPI do INSS, que gradativamente está se transmutando na CPI do Master. Some-se o fato de que a Comissão é o isqueiro que a oposição está acendendo nas vestes de Lulinha. Nesse contexto, ao contrário da solução encontrada para a maioria das Pastas, há resistências dentro do Palácio do Planalto em efetivar na cadeira de ministro o atual secretário-executivo, Felipe Cavalcanti e Silva. A avaliação é que ele não tem peso político para suportar o que pode vir pela frente a partir da CPI.
O Palácio do Planalto roda feito biruta, matutando sobre hipóteses aparentemente conflitantes entre si. Há quem entenda que Lula deve convencer Wolney Queiroz (PDT-PE) a seguir no cargo. É o caso do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Por outro lado, existem vozes que defendem até mesmo que o governo entregue outro Ministério ao PDT e o retire da Previdência. O argumento é que a presença do partido remete a suspeições que pairam sobre o INSS, sobretudo na gestão de Carlos Lupi.
Legislação
Governo prepara “indulto natalino” para malfeitos em fundos de pensão
11/02/2025
Governo
Governo e bancos travam nova queda de braço no consignado do INSS
9/01/2025
Economia
Consignado do INSS: novas divergências à vista entre governo e bancos
28/02/2024A reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), que começa daqui a pouco, às 14h30, em Brasília, promete novas discordâncias entre governo e instituições financeiras. O ministro da Previdência, Carlos Lupi, vai propor a redução dos juros do consignado para aposentados e pensionistas do INSS de 1,76% para 1,72% ao mês. Os bancos são contra. Por sua vez, as instituições deverão pleitear o uso da taxa do DI como referência para o cálculo dos juros do consignado. A proposta esbarra em Lupi e nos demais representantes do Ministério da Previdência Social no CNPS, favoráveis à manutenção da Selic como balizador. Para completar a lista de desencontros entre os dois lados da mesa, uma questão de ordem: os conselheiros ligados ao setor financeiro se queixam de que têm sido convocados para as reuniões do colegiado em cima da hora. Segundo o RR apurou, o chamamento para o encontro de hoje só foi formalizado no fim da tarde de ontem.