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Infraestrutura
Motiva acelera rumo ao leilão das Rotas Gerais
19/12/2025A Motiva, antiga CCR, é apontada dentro do próprio Ministério dos Transportes como principal candidata ao leilão das Rotas Gerais (BR-116/251/MG), marcado para 31 de março de 2026, na B3. A empresa arrematou recentemente a concessão da Fernão Dias (BR-381), também em Minas Gerais. Além da possível captura de sinergias entre dois importantes corredores logísticas mineiros, a escala das Rotas Gerais dialoga com a estratégia da Motiva de dar prioridade a ativos de grande porte. Some-se o fato de que a empresa está altamente capitalizada: acaba de vender um pacote de 20 concessões aeroportuárias para a mexicana ASUR por R$ 11,5 bilhões. A concessão das Rotas Gerais, de 735 km, prevê investimentos da ordem de R$ 12 bilhões.
Negócios
A rota de voo da Motiva para a venda de seus aeroportos
8/10/2025Até segunda ordem, a direção da Motiva, a antiga CCR, está inflexível. A empresa insiste na venda de suas concessões aeroportuárias em um pacote único – a fase de apresentação de ofertas vinculantes foi aberta ontem. O que se diz no setor é que a pedida pelos 20 aeroportos beira os R$ 11 bilhões. O desafio da Motiva é encontrar um investidor disposto a assumir essa assemblage, com 17 aeroportos no Brasil e três no exterior (Equador, Costa Rica e Curaçao). No mercado, a leitura é que a irredutibilidade da Motiva vai até a página 2. Ou seja: se não receber propostas satisfatórias pelo combo, a tendência é que a empresa separe a sua divisão aeroportuária em dois blocos: de um lado, os ativos no Brasil; no outro, no exterior. A conferir.
Acervo RR
Motiva negocia mais “quilômetros” na concessão da Linha 4 do metrô de SP
23/09/2025A Motiva, a antiga CCR, abriu negociações com o governo de São Paulo para estender o contrato de concessão da linha 4-Amarela. A prorrogação antecipada seria uma contrapartida às obras de expansão do ramal até Taboão da Serra, um projeto de aproximadamente 3,3 quilômetros orçado em R$ 3,4 bilhões. Parte desse valor será coberta por um financiamento do Banco Mundial. No entanto, ainda não está definido quem pagará o que, mas a maior parte deverá sair do caixa da Motiva. O contrato atual se encerra em 2040. O que se diz no setor é que o novo aditivo poderá esticar a concessão até 2060. O projeto está em fase adiantada de preparação, com licenças ambientais e processos de desapropriação em andamento e deve ter início ainda neste ano.