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Empresa

Moove chega com o combustível que faltava à Kovi

4/04/2025
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Um dos primeiros desafios da fintech nigeriana Moove, que comprou 60% da brasileira Kovi, é administrar as restrições de caixa da empresa. A startup, especializada na sublocação de veículos para motoristas de aplicativos, vem sofrendo já há algum tempo com limitações para novos investimentos. O último aporte de capital, de R$ 500 milhões, se deu em 2021. Os recursos teriam sido quase que inteiramente usados na expansão das operações no Brasil e no México. Faltou combustível suficiente para o plano idealizado pelo fundador da Kovi, Adhemar Milani Neto, de entrar em outros países da América Latina, como Colômbia, Chile e Peru. A Moove chega ao Brasil como o tanque cheio. No ano passado, recebeu um aporte de US$ 100 milhões da Uber. Antes, já havia levantado US$ 460 milhões, entre equity e emissão de dívidas.

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Destaque

Após frustrado IPO, Cosan cogita venda de fatia da Moove

17/12/2024
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A direção da Cosan discute possíveis caminhos para destravar valor da Moove, sua subsidiária de lubrificantes. Segundo informações filtradas pelo RR, a hipótese que ganha corpo na cúpula do grupo é a venda de até 20% da empresa um investidor. Já existem, inclusive, sondagens junto a fundos de private equity.

A negociação direta de uma fatia do capital desponta como um Plano B após a frustrada tentativa de IPO da Moove em Nova York. A Cosan esperava captar mais de US$ 400 milhões com a oferta de ações – a companhia mirava um valuation de US$ 1,9 bilhão. Com as condições adversas do mercado, a operação foi para a gaveta, e o grupo de Rubens Ometto baixou um pouco a bola.

Agora, o alvo da Cosan seria levantar algo entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões com a entrada de um novo acionista. Procurada pelo RR, a empresa não quis se manifestar.

À primeira vista, a venda de parte da Moove para um investidor parece carregar uma contradição. A julgar pelas cifras que circulam na Cosan, os 100% da empresa estão precificados, no máximo, a US$ 1,5 bilhão, abaixo do patamar com que o grupo trabalhava para o IPO. Em tese, o mais recomendável seria esperar um momento mais propício para uma eventual retomada da oferta de ações na Nyse. Ocorre que o timing da Cosan mudou.

O conglomerado de Rubens Ometto carrega um desconfortável nível de alavancagem – a relação dívida líquida/Ebitda já é de quase três vezes. No caso da Raízen, a joint venture com a Shell, essa proporção é de 2,6 vezes. A geração de caixa tornou-se insuficiente para cobrir os custos da dívida, de R$ 35,9 bilhões – conforme informou o Pipeline, do Valor Econômico no último dia 9.

Por essa razão, há especulações no mercado sobre a venda da Raízen Power, que reúne usinas de geração distribuída e PCHs. E, não de hoje, existem informações sobre a possibilidade de a Cosan se desfazer de parte ou da totalidade da sua participação de 4,15% na Vale, hoje avaliada em algo próximo dos R$ 11 bilhões. A venda de parte da Moove, um ativo estratégico que faz parte do core business do grupo, entra nessa cruzada pela redução do passivo.

#Cosan #Moove

Mercado

IPO serve de trampolim para CVC Capital vender participação na Moove

27/09/2024
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O CVC Capital Partners deverá se aproveitar da abertura de capital da Moove na Bolsa de Nova York, para vender integralmente a sua participação na empresa. O fundo norte-americano detém 30% da distribuidora de lubrificantes da Cosan. Estima-se que o valuation da companhia de Rubens Ometto possa chegar a US$ 2 bilhões, o que precificaria a parte do CVC em aproximadamente US$ 600 milhões. Por essas e outras, a operação vem sendo chamada no mercado de IPO do ano no “Brasil”. Só que em Nova York.

#CVC Capital Partners #Moove

Mercado

CVC Capital deve deixar a Moove com um lucro aditivado

28/06/2024
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O IPO da Moove, o braço de lubrificantes do Grupo Cosan, desponta como uma operação sob medida para a CVC Capital Partners. A informação que circula entre os executivos da Cosan é que os norte-americanos vão aproveitar a janela para vender a maior parte ou mesmo integralmente a sua posição de 30% na empresa. É lucro certo. Em dezembro de 2018, quando se associou à Moove, a CVC desembolsou cerca de R$ 560 milhões, ou algo como US$ 145 milhões em valores da época. Segundo informou a Bloomberg no último dia 19, a Cosan está buscando um valuation da ordem de R$ 12 bilhões para a sua controlada. Caso esse market cap seja alcançado no IPO, a CVC embolsaria, portanto, algo em torno de R$ 3,6 bilhões com a oferta de todos os 30% – o equivalente a US$ 663 milhões. Ou seja: em seis anos, o investimento poderá render à gigante global de private equity um ganho em dólar de 350%.

#CVC Capital Partners #Grupo Cosan #Moove

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