Arquivos investimentos - Relatório Reservado

Tag: investimentos

O que precisa ser dito

Investidor darwiniano, carteira líquida: a liberdade financeira começa pela capacidade de adaptação

8/08/2025
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A liquidez — frequentemente tratada como um detalhe técnico ou um atributo de curto prazo — tem sido subestimada no debate sobre investimentos de longo prazo. Em nome da disciplina, muitos investidores estão criando carteiras rígidas, excessivamente travadas, com ativos que não podem ser movimentados sem custos ou carências severas.

Durante anos, o discurso foi sedutor: “pense no longo prazo, trave agora, colha depois”. E assim nasceu uma geração de investidores que confundiu disciplina com rigidez, e acabou construindo carteiras que funcionam bem no Excel, mas travam a vida real.

COEs (Certificados de Operações Estruturadas), fundos ilíquidos, produtos com carência, ativos sem mercado secundário — todos prometem retornos sofisticados, mas impõem uma limitação silenciosa: a incapacidade de reação. O que parecia segurança virou clausura. O que era para libertar, passou a engessar.

Ao longo dos últimos anos, popularizou-se a ideia de que “travar o capital” é sinônimo de responsabilidade. Mas a verdade é que visão de longo prazo não se constrói com rigidez, e sim com capacidade de adaptação. A liquidez, quando bem utilizada, não representa fragilidade — representa margem de manobra.

Um portfólio que não permite reação é uma armadilha travada no tempo. E o tempo muda. Sempre.

A mudança pode vir de muitas frentes: ciclos econômicos, choques fiscais, alterações geopolíticas, eventos sanitários extremos ou transformações ambientais inesperadas. Investidores que operam com liquidez estruturada conseguem tomar decisões com agilidade, proteger o capital ou até reposicionar estratégias em momentos decisivos.

Adaptação, mudança e liquidez como forma de sobrevivência financeira.

O investidor Darwiniano sabe que o objetivo da liquidez não é sair correndo de um ativo — é seguir andando para ativos mais adequados.

A verdadeira visão de longo prazo não está em travar o presente. Está em construir flexibilidade estratégica. Liquidez não é inimiga da disciplina. Pelo contrário: é o que mantém você no jogo quando o jogo muda.

Porque o mundo muda. O cenário fiscal muda. Sua vida muda. E quando muda, quem tem liquidez responde. Quem não tem reage — ou pior: se paralisa.

Pare por um momento e olhe para a sua carteira de investimentos.

Em um cenário de mudança abrupta — seja política, econômica, sanitária ou ambiental — você teria capacidade de manobra? A sua carteira é um trampolim ou uma camisa de força?

É claro que há espaço — e importância — para ativos de longo prazo. Investimentos com horizonte estendido e compromissos com o tempo têm seu papel, especialmente em estratégias previdenciárias e sucessórias. Mas eles não podem ser o núcleo operacional da sua estratégia.

E isso não significa pular de um investimento para outro a todo momento — significa apenas garantir que você não esteja amarrado quando o contexto exigir movimento.

O que precisa ser dito?

Se tudo mudasse amanhã, quanto da sua carteira conseguiria se mover com você?

Você não precisa da carteira mais arrojada, nem da mais defensiva.

Você precisa da carteira mais adaptável.

Porque liberdade financeira não é só sobre ter tudo.

É também sobre poder mudar quando tudo muda.

No jogo do longo prazo, vence quem se adapta. Porque no mercado — como ensinou Darwin sobre a evolução — não sobrevive o mais forte, mas o que melhor responde às mudanças do ambiente.

Marcos Tanner é um colaborador especial do Relatório Reservado.

#Finanças #investimentos

Mercado

Grupo Plural é forte candidato à compra de gestoras nos Estados Unidos

26/05/2025
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O Grupo Plural, firma de investimentos de Manuel Fernandez, está se movimentando no mercado em busca de aquisições. Na mira, gestoras de recursos com operação nos Estados Unidos. A empresa elegeu como prioridade a expansão dos seus negócios em solo norte-americano. A meta seria duplicar sua carteira no exterior em até um ano – hoje, o volume de recursos sob gestão fora do Brasil gira em torno de US$ 400 milhões. A ofensiva nos Estados Unidos será capitaneada por Renato Bucholtz, ex-J. Safra, recém-contratado para assumir o escritório do Grupo Plural em Miami – conforme noticiou o Pipeline, do Valor Econômico.

#Estados Unidos #Grupo Plural #investimentos

Energia

Banco do Nordeste aumenta financiamento para projetos no mercado livre

7/04/2025
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O Banco do Nordeste (BNB) vai aumentar o volume de recursos liberados para projetos no mercado de energia livre. O desembolso ao longo deste ano deverá beirar os R$ 6 bilhões, contra R$ 4,5 bilhões em 2024. Uma parcela expressiva dessa cifra será destinada a financiar iniciativas na área de geração fotovoltaica. Parte do funding virá de parcerias com organismos multilaterais. De acordo com informações filtradas pelo RR, há conversas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Europeu de Investimento (BEI).

#Banco do Nordeste #investimentos

Geração renovável

Espanhola Zelestra tem planos de investir em energia limpa no Brasil

12/02/2025
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O nome da espanhola Zelestra tem circulado em petit comité no setor de energia. A empresa estaria prospectando negócios em geração renovável no Brasil. Os ibéricos costumam investir em projetos do zero, em vez de comprar ativos maduros. Assim tem sido sua estratégia na América Latina. Controlada pelo fundo sueco EQT, a companhia tem planos de investir cerca de US$ 4 bilhões na região. Na Colômbia, a Zelestra já desembolsou mais de US$ 300 milhões para a construção do Parque Solar La Unión, um dos maiores complexos fotovoltaicos da Colômbia. E anunciou outros US$ 600 milhões nos próximos dois anos.  A empresa também tem investimentos em energia solar no Peru e no Chile, que somam uma capacidade de 4GW.

#Energia renovável #investimentos #zelestra

Mercado

Os movimentos de Chaim Zaher para aumentar sua fatia na Yduqs

27/01/2025
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O empresário Chaim Zaher tem se movimentado para aumentar sua participação acionária na Yduqs. O avanço se daria com a compra das ações em poder da SPX Capital, de Rogério Xavier. Há pouco mais de uma semana, a SPX reduziu sua fatia na empresa de educação de 5,1% para 4,9%, o que foi interpretado por analistas como um sinal de que a gestora pretende desembarcar do capital. Chaim e sua filha, Adriana Zaher, detêm 13,6% da Yduqs. A compra de apenas metade da participação da SPX já seria o suficiente para colocar a família Zaher como a maior acionista, à frente do Advent, dono de 15% do capital. Mas que ninguém enxergue nessa possível ultrapassagem uma disputa entre o empresário e o fundo norte-americano. Chaim Zaher e Advent tocam, em sintonia, a gestão do grupo educacional. Procurado pelo RR, o empresário não quis se pronunciar. Também consultada, a SPX Capital não retornou.

#investimentos #SPX Capital #Yduqs

Mercado

Softbank reavalia o seu tamanho no Brasil

21/01/2025
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Há um bochicho no mercado de que o Softbank poderá reduzir sua equipe no Brasil, comandada por Alex Szapiro. A julgar pelo track records, faz sentido. Administrador do Vision Fund, o maior fundo de capital de risco do mundo, o banco japonês vem diminuindo seus aportes no país ao longo dos últimos dois anos. No passado, pesaram e muito as bilionárias perdas sofridas pela instituição financeira. No presente, há o que parece ser um deslocamento geopolítico do Softbank. Os japoneses estão fechados com Donald Trump. Em dezembro, o CEO global do banco, Masayoshi Son, esteve na Flórida para anunciar, ao lado do próprio Trump, um investimento de US$ 100 bilhões nos Estados Unidos ao longo dos próximos quatro anos. O RR entrou em contato com o Softbank, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.

#investimentos #SoftBank

Venture capital

Startup mexicana corre atrás de ativos em logística no Brasil

7/01/2025
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A mexicana Skydropx não vai parar na aquisição da Frenet, fechada em dezembro por R$ 31 milhões. Corre no mercado que a startup, plataforma de logística que conecta vendedores, transportadoras e pontos de coleta, já está em conversas com outras duas logtechs brasileiras. A estratégia dos mexicanos é comprar fundo de comércio para encurtar o caminho e acelerar seu crescimento no país. Com a incorporação da Frenet, a Skydropx assumiu uma carteira com mais de 14 mil sellers.

#investimentos #startups

Mercado

IDC Ventures avança sobre fintechs no Brasil

13/12/2024
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A “Rádio Faria Lima” informa: a IDC Ventures, braço de venture capital da dinamarquesa IDC Network, está em negociações avançadas para aportes em duas fintechs brasileiras. Ao menos uma operação deverá ser anunciada ainda neste ano. A IDC tem cerca de US$ 60 milhões para alocar no Brasil, provenientes de dois fundos. O venture capital dinamarquês administra cerca de US$ 600 milhões em ativos. Em terras brasileiras, já tem participação em duas fintechs, RecargaPay e SuperSim.

#Fintech #investimentos

Mercado

Forrado de dólares, General Catalyst volta a olhar para o Brasil

2/12/2024
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O General Catalyst tem feito o coração dos donos de startups brasileiras bater mais forte. Há informações de que o fundo norte-americano está prestes a iniciar uma nova rodada de investimentos no Brasil. O venture capital acaba de levantar cerca de US$ 8 bilhões, a maior captação registrada no segmento de capital de risco nos últimos dois anos. O General Catalyst já tem participações em startups brasileiras, como a Tractian, especializada em internet das coisas, e a healthcare Genial Care. Em tempo: além de novas empresas, é possível que o fundo norte-americano aporte recursos em startups já investidas. É o que esperam os acionistas da própria Tractian, Igor Marinelli e Gabriel Lameirinhas. A empresa está negociando uma nova rodada de capitalização da ordem de US$ 120 milhões – conforme informou o Pipeline, do Valor Econômico, no último dia 21.

#General Catalyst #investimentos #startups

Futebol

O Vasco tem dinheiro para virar casaca?

21/11/2024
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Se a diretoria do Vasco está realmente disposta a trocar a Liga Forte União (LFU) pela Liga do Futebol Brasileiro (Libra), a conta vai ser salgada. Os investidores da LFU, à frente XP Investimentos e Life Capital Partners, já sinalizaram que não vão abrir mão de um centavo do adiantamento feito ao clube carioca. Em julho de 2023, quando ainda estava sob a gestão do finado fundo norte-americano 777, a SAF do Vasco recebeu cerca de R$ 100 milhões como adiantamento pela venda de 20% dos seus direitos de transmissão e comerciais do Campeonato Brasileiro por 50 anos. Some-se a esse valor a cobrança de penalidades previstas no contrato com a LFU. Novamente sob a administração do clube associativo, a SAF não tem a menor condição de arcar com esse custo. Um investidor teria de cair do céu para o Vasco deixar a LFU e se juntar à Libra, onde estão, entre outros, Flamengo, Palmeiras e Corinthians.

#investimentos #SAF #Vasco

Mercado

Das criptomoedas ao crédito, Bitso ganha reforço de capital no Brasil

19/11/2024
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Há um zunzunzum na Faria Lima de que a Bitso, plataforma de criptomoedas mexicana com forte atuação no Brasil, deverá receber um novo aporte dos fundos investidores. A capitalização seria liderada pela Kaszek Ventures, maior gestora de capital de risco da América Latina. Em grande parte, a injeção de recursos mira o mercado brasileiro e o reforço das operações de crédito no país. No ano passado, a Bitso foi a primeira empresa de criptoativos a receber autorização do Banco Central para oferecer empréstimos no Brasil. Ressalte-se que recentemente a fintech passou por uma troca de comando no país, com a nomeação de Bárbara Espir para o posto de country manager.

#Bitso #Criptomoeda #investimentos

Mercado

Crescera Capital está prestes a fechar captação de novo fundo

8/11/2024
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A Crescera Capital está captando aproximadamente R$ 70 milhões junto a investidores privados. Esse montante será a cereja no sundae do quarto fundo de venture capital da gestora de Fernando Silva, que já levantou cerca de R$ 300 milhões, com recursos do BNDES e de outras instituições de fomento. A meta é investir em até 25 startups.

#BNDES #Crescera Capital #investimentos

Infraestrutura

Romeu Zema tem alto índice de rejeição entre investidores da área de saneamento

1/11/2024
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O governador Romeu Zema está na conta de uma grande decepção entre os investidores da área de saneamento. O motivo é a demora de Zema em decidir o que será feito com a Copasa, um dos mais cobiçados ativos do setor. A expectativa é que a venda da Sabesp destravasse o processo de privatização da empresa mineira. Até agora, no entanto, assessores de Zema têm dado sinais dúbios quando consultados por grandes players da área, como Aegea e Iguá Saneamento. O governador promete enviar à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, ainda neste ano, um novo projeto de privatização da Copasa. Mas não dá garantias de que terá os votos necessários para aprová-lo.

#investimentos #saneamento #Zema

Empresa

Infracommerce vira a exceção à regra para o Grupo Jereissati

15/10/2024
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Não se pode acertar todas. Que o diga Pedro Jereissati, CEO do Grupo Jereissati. Do lado do clã, o malsucedido investimento na Infracommerce deve ser debitado na conta do herdeiro de Carlos Jereissati. Pedro teria sido o principal artífice da entrada do Iguatemi no capital da empresa de soluções para a área de comércio eletrônico. Até parecia ser um bom negócio em 2021, quando os Jereissati se associaram à Infracommerce. À época, a companhia estava na crista da onda, prestes a realizar seu IPO. Hoje, o cenário é bem distinto. A empresa vive uma delicada situação financeira. Perdeu receita, sofre com o elevado endividamento e teve de fazer uma baixa contábil de R$ 1,3 bilhão. A história é das mais estranhas: em 2021, a Infracommerce comprou a Synapcom por R$ 1,2 bilhão; três anos depois, o valor da empresa registrado em balanço caiu R$ 1 bilhão. Tudo aconteceu com a presença do próprio Pedro Jereissati no Conselho da companhia – cargo que ele deixou no início deste mês. O Venture Iguatemi Fundo de Investimento ainda detém 4,8% da Infracommerce, um investimento que, a esta altura, virou poeira. Desde o início do ano, a ação da empresa caiu 90%. O Grupo Jereissati tem um notável trackrecords de negócios bem-sucedidos e sempre entra para ganhar muito dinheiro. No entanto, regras têm suas exceções. O RR tentou contato com o Grupo Jereissati/Iguatemi, mas não teve retorno até o fechamento desta matéria.

#Grupo Jereissati #Infracommerce #investimentos

Mercado

Softbank desperta no Brasil, mas com prudência

30/09/2024
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Após um período de hibernação – e perdas bilionárias em todo o mundo -, o Softbank está saindo da caverna no Brasil. A informação no mercado é que o banco japonês tem 12 deals engatilhados para o primeiro trimestre de 2025 – além dos oito investimentos que deverão ser fechados ainda neste ano, segundo declarações de Alex Szapiro, no1 da instituição financeira no país. No entanto, os valores serão, em sua maioria, inferiores ao cheque médio dos aportes já realizados pelo Softbank no Brasil, em torno de US$ 25 milhões. São tempos de cautela.

#Banco #investimentos #SoftBank

Mercado

Maya Capital recolhe os flaps e suspende captação para novo fundo

20/09/2024
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Um raríssimo momento de infortúnio para o clã Lemann: a Maya Capital – de Lara Lemann, filha de Jorge Paulo, e Monica Saggioro – desistiu, ao menos por ora, de montar um novo fundo de venture capital. A gestora passou longe da meta de captação, um cenário muito diferente de 2022, quando lançou seu segundo fundo. À época, a Maya levantou cerca de US$ 100 milhões em um estalar de dedos. Talvez sejam sequelas de investimentos já realizados pela gestora, que se mostraram tiros n’água. O RR entrou em contato com a Maya, mas não obteve retorno até o fechamento desta matéria.

#investimentos #Maya Capital #Venture capital

Mercado

Será que a Tarpon vai pular do barco da Hidrovias?

11/09/2024
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Nos últimos dias, circula no mercado a informação de que a Tarpon Investimentos estaria se movimentando para vender sua posição na Hidrovias do Brasil, da ordem de 13% do capital. O Grupo Ultra, que já detém 35% da companhia de logística, é apontado com forte candidato a comprar ao menos uma parte das ações em poder da gestora. É por essas e outras que o Ultra tem feito gestões junto a outros acionistas da Hidrovias com o objetivo de alterar a pílula de veneno da empresa dos atuais 20% para, pelo menos, pelo menos, 40%. Procurada, a Tarpon não se pronunciou.

#Hidrovias do Brasil #investimentos #Tarpon

Mercado

Brasil pode ganhar um upgrade no mapa da Bridgestone

8/08/2024
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O Brasil pode ser beneficiado pela redução das atividades da Bridgestone na Argentina. Há informações de que a multinacional estuda concentrar na subsidiária brasileira e na Costa Rica a produção de pneus para o mercado latino-americano. É sintomático, inclusive, que, nos últimos dois anos, a companhia tenha investido cerca de US$ 120 milhões para aumentar a capacidade de suas fábricas em Camaçari (BA) e Santo André (SP). A Argentina tinha um papel importante como hub de exportação para outros países da América Latina. Mas, devido à crise local, a Bridgestone pisou no freio, com cortes de produção na fábrica de Buenos Aires e demissões. Em 2021, a empresa havia feito expressivos investimentos na Argentina com o objetivo justamente de aumentar as exportações para a América Latina e mesmo os Estados Unidos. A confiança no país vizinho não foi recompensada. Tomara a Bridgestone tenha outra sorte em relação aos investimentos em suas fábricas brasileiras.

#Bridgestone #investimentos #Pneus

Negócios

A nova tabelinha entre os Ermírio de Moraes e a CPPIB

5/08/2024
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No entorno dos Ermírio de Moraes, surge a informação de que a Votorantim e a CPPIB conversam sobre a possibilidade de investimentos conjuntos em ativos florestais e projetos de economia sustentável. Ressalte-se que o grupo já tem uma empresa voltada para essa área, a Reservas Votorantim. Quando os Ermírio de Moraes e a CPPIB se juntam, sai de baixo: é só para grandes projetos. Ambos já são sócios em duas empresas de energia, a Auren e a Floen, esta dedicada apenas à geração renovável.

#CPPIB #Ermírio de Moraes #investimentos

Futebol

Santos tem jogos decisivos fora dos gramados

15/07/2024
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Além da Série B, o Santos disputa outros dois “campeonatos”, tão ou mais difíceis: de um lado, busca investidores para viabilizar a construção de seu novo estádio; do outro, analisa internamente a criação da sua SAF (Sociedade Anônima do Futebol), ao mesmo tempo que conversa com bancos e fundos eventualmente interessados em entrar no negócio. No ano passado, com outra diretoria, o então presidente do clube, Andres Rueda, alardeou que estava em tratativas com o Qatar Sports Investments (QSI), fundo dono do PSG. A operação seria intermediada por Neymar Filho e Neymar Pai. Desde então, Rueda deixou a presidência do Santos, o “Menino Ney” saiu do PSG para ganhar uma galáxia de dinheiro na Arábia Saudita, e o interesse do QSI nunca mais ninguém soube, ninguém viu. Se é que um dia existiu.

#investimentos #SAF #Santos

Energia

Hidrogênio verde entra no radar da SPIC no Brasil

2/07/2024
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Informação que circula entre fontes bem-posicionadas na área de energia: a chinesa SPIC iniciou estudos para a produção de hidrogênio verde no Brasil, mais precisamente na Região Nordeste. A Paraíba seria forte candidata a receber os investimentos. O grupo já tem dois complexos eólicos no estado, o Vale dos Ventos e o Millenium. Ressalte-se que a SPIC já tem uma parceria com a Cepel (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica) – o “Cenpes” da energia elétrica, vinculado à Eletrobras – para investimentos em pesquisa e desenvolvimento com foco em hidrogênio verde.

#Hidrogênio #investimentos #Spic

Negócios

Abbraccio também aguça o apetite do Mubadala

28/06/2024
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 Juntando-se um ingrediente aqui e um molho acolá, a informação do momento na área de alimentação é que o Mubadala tem interesse na compra da operação do Abbraccio no Brasil. São, ao todo, 17 restaurantes em sete cidades. A investida do fundo árabe seria parte de um negócio ainda mais calórico, que envolveria também a aquisição do Outback – assim como o Abbraccio controlado pela norte-americana Bloomin´ Brands. O Mubadala, ressalte-se, está raspando o prato na de alimentação no Brasil, com investimentos que já superam os US$ 200 milhões. É dono do Burger King, assumiu a gestão do Starbucks no país e negocia também a incorporação do Subway. Consultado, o Mubadala não se pronunciou.

#Abbraccio #investimentos #Mubadala

Mercado

Gestora americana reserva mais alguns milhões de dólares para o Brasil

14/06/2024
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A norte-americana Augment Infrastructure está com o dedo no gatilho para novos investimentos no Brasil. Há informações de que a gestora deverá alocar no país uma parcela considerável de seu novo fundo, que encerrou a fase de captação no mês passado, com US$ 750 milhões. Pelo que corre no mercado, o Plano A, B e C da Augment é investir em projetos de geração renovável, com um cheque médio da ordem de US$ 50 milhões. Ressalte-se que os norte-americanos já aportaram cerca de US$ 45 milhões na brasileira Órigo Energia, dona de usinas solares.

#Augment Infrastructure #geração renovável #investimentos

Empresa

Gerdau aumenta seus investimentos no Peru

3/06/2024
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Não é apenas no Brasil que a Gerdau está reorganizando operações e investimentos, conforme o Valor Econômico noticiou na quarta-feira. Há informações de que o grupo trabalha em um plano de expansão da sua subsidiária no Peru, a Siderperu. O projeto passa, notadamente, pelo aumento da capacidade de laminação da usina, localizada na cidade de Chimbote. O alvo principal seria o próprio mercado peruano, responsável por mais de 95% do faturamento da empresa. Não deixa de ser um feito, diante de algumas particularidades locais. Na contramão de uma tendência global, o governo peruano não adota o que se possa chamar de uma política de protecionismo à indústria siderúrgica nacional.
O último projeto mais expressivo da Gerdau para ampliar suas operações no Peru data de 2012, um aporte da ordem de US$ 120 milhões. O aumento da aposta no país vem logo depois de uma reestruturação da Siderperu, sobretudo financeira. O passivo de curto prazo foi reduzido em 60% nos últimos 12 meses, levando a um nível de alavancagem bastante confortável: a relação dívida líquida/Ebitda é de apenas 0,5. Os últimos resultados também têm servido de combustível para os planos de aumento da capacidade. No ano passado, a Siderperu teve um Ebitda 60% superior ao de 2022. Consultada, a Gerdau não se manifestou.

#Gerdau #investimentos #Peru

Investimento

Fundo dinamarquês renova sua energia no Brasil

29/05/2024
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Bochicho elétrico: corre no setor a informação de que o Copenhagen Infrastructure Partners (CIP) tem garimpado ativos em energia solar e eólica no Brasil. Ao mesmo tempo, haveria conversas com o governo do Ceará para investimentos no hub de hidrogênio verde do Porto de Pecém. No mercado, pululam cifras de até R$ 2 bilhões. O fundo dinamarquês já tem um pé em transição energética no Brasil: é um dos investidores do projeto Alísios Potiguares, que prevê a geração de 1,8 GW de energia eólica offshore no Rio Grande do Norte. O CIP soma cerca de US$ 30 bilhões já aportados em geração renovável em todo o mundo, por meio de 12 fundos próprios.

#Dinamarca #Energia #investimentos

Mercado

General Atlantic sobe o “piso” dos seus gastos com educação

27/05/2024
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Informação captada pelas “antenas” da Faria Lima: a General Atlantic teria reservado cerca de R$ 1 bilhão para novos investimentos em educação no Brasil, notadamente a compra de startups da área. Há um zunzunzum também de que as futuras aquisições poderiam ser incorporadas à Arco Educação, da qual a General Atlantic é uma das maiores acionistas ao lado da também norte-americana Dragonner.

#Educação #General Atlantic no Brasil #investimentos

Mercado

Zentynel abre o caixa para novos investimentos em venture capital no Brasil

26/01/2024
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A chilena Zentynel está provocando um certo frenesi no mercado brasileiro de venture capital, especialmente entre startups de biotecnologia. A gestora iniciou uma rodada de pré-seleção de empresas e projetos para novos investimentos. Os chilenos pretendem aportar no Brasil uma parcela significativa de seu segundo fundo, no valor aproximado de US$ 90 milhões. Os desembolsos em cada startup devem girar entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões. A Zentynel, ressalte-se, já tem participação em três empresas brasileiras – Harmony, Autem Medical e ISA Lab.

#investimentos #Venture capital #Zentynel

Investimento

Simone Tebet é só otimismo na infraestrutura

5/01/2024
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A expectativa em relação aos investimentos em infraestrutura, em 2024, é que os valores cresçam mais do que 30% em relação ao ano passado. Os aportes em 2023 já foram 22% superiores aos de 2022. O otimismo é do Ministério do Planejamento, que aposta na entrada do BNDES em cena − o banco permanece hibernando − e a melhoria confirmada do resultado fiscal.

Quem levantou a bola dos investimentos em infraestrutura em 2023 foi o setor privado, que alcançou o maior nível da sua história. O Planejamento conta com razoável aumento de concessões e PPPs para atingir sua previsão de crescimento da formação bruta de capital fixo.

#Infraestrutura #investimentos #Simone Tebet

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