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Mercado
Saída do Pátria levanta dúvidas sobre a gestão da Smart Fit
18/11/2025A saída do Pátria Investimentos do capital da Smart Fit ainda neste ano estava escrita nas estrelas – e no RR. Agora, a expectativa do mercado se volta ao impacto que o leilão de ações prestes a ser realizado pela gestora pode vir a ter sobre a configuração acionária e, mais do que isso, sobre a gestão da rede de academias. A oferta de 12,9% da empresa de uma só vez abre caminho para a entrada ou para o fortalecimento de investidores institucionais já presentes no capital da Smart Fit, caso do GIC, fundo soberano de Cingapura, e da canadense CPPIB. A hipótese de consolidação de um acionista de relevância, na contramão da pulverização, aumenta a probabilidade de mudanças no Conselho e na própria gestão executiva, historicamente nas mãos da família Corona, uma das fundadoras da empresa. Há um componente adicional nessa ginástica. O desinvestimento do Pátria e o consequente redesenho societário se dão no momento em que o CEO, Edgar Corona, prepara seu filho, Diogo Corona, COO da companhia, para assumir a presidência. A ver se esse roteiro, escrito a quatro mãos entre os Corona e os Pátria, será mantido.
Mercado
Os últimos exercícios do Pátria Investimentos na Smart Fit
28/05/2025Informação que circula em um seleto grupo de gestores: o Pátria trabalha com o horizonte de zerar sua posição na Smart Fit no fim deste ano ou no início de 2026. O timing é regido pelo block trade em bolsa realizado há cerca de 15 dias, quando a firma de investimentos ofertou 16,5% da rede de academias. Na ocasião, o Pátria firmou um lock up de seis meses, comprometendo-se, portanto, a só voltar a vender ações da empresa ao fim desse período.
A gestora chegou ter 40,45% do capital, mas a partir de 2023 passou a reduzir gradativamente sua participação acionária. Mesmo após o recente leilão, ainda permanece com uma fatia de 13,6%, por meio do seu fundo V. Trata-se do segundo maior acionista, atrás da família Corona, com 14,9%.
Na operação, ressalte-se, o Pátria firmou um lock up de seis meses, comprometendo-se, portanto, a só voltar a vender ações da Smart Fit ao fim desse prazo. A cotação do papel, ressalte-se, acumula uma alta de aproximadamente 42% desde o início do ano, apensar da companhia viver um momento de contrastes financeiros. No ano passado, a receita líquida da Smart Fit chegou a R$ 5,5 bilhões, alta de 31% em comparação ao exercício anterior. Em contrapartida, a empresa perdeu rentabilidade: no mesmo período, o lucro caiu 54%, fechando em R$ 539 milhões.
Negócios
Pátria vai vender mais ações da Smart Fit
25/08/2023O Pátria Investimentos vai se desfazer de mais um pedaço da Smart Fit ainda neste ano. A venda se dará por meio de um novo follow on da empresa. A gestora mantém 32%% do capital da companhia. O período parece propício para avançar no desinvestimento. Na mais recente oferta de ações da Smart Fit, em maio, o preço do papel saiu a R$ 18,15. Hoje, já está na casa dos R$ 23. E subindo. Em relatório divulgado na última segunda-feira, o Santander elevou o preço-alvo da ação de R$ 20 para R$ 30. O Pátria agradece.
Mercado
Pátria já pensa em mais uma oferta de ações da Smart Fit
13/06/2023Há informações no mercado de que o Pátria Investimentos já planeja uma nova oferta de ações da Smart Fit no horizonte de até três meses. A colocação de papéis realizada na última semana – informação antecipada pelo RR – animou a gestora de recursos. A demanda alcançou R$ 590 milhões, acima da previsão inicial de R$ 550 milhões. O papel tem sido negociado na casa dos R$ 20, o maior patamar desde março do ano passado. O que não falta ao Pátria é ação para vender. Após a oferta da semana passada, a casa de investimentos ainda manteve 32% do capital da Smart Fit. Procurado pelo RR, o Pátria informou que não comentaria o assunto.
Mercado
Pátria prepara nova oferta de ações da Smart Fit
13/04/2023O RR apurou que o Pátria Investimentos faz planos de um novo block trade de ações da Smart Fit. A oferta, da ordem de 5%, se daria no período de até três meses. Em março, a gestora vendeu em mercado o equivalente a 2,4% do capital da rede de academias, amealhando pouco mais de R$ 200 milhões. A julgar pela participação que ainda mantém na companhia (38,3%), talvez ainda seja cedo para falar na saída definitiva do Pátria do negócio. A gestora, ao que tudo indica, está surfando na maré de alta do papel. A ação acumula uma valorização de 11% desde o início do ano. Pode até parecer pouco, uma “marolinha”, mas, no ano passado, a Smart Fit amargou uma perda do seu valor de mercado de 15%. Consultado, o Pátria não quis se pronunciar.
Meu supino, minha vida
13/11/2019A Smart Fit planeja abrir 70 academias em 2020. Todas dentro do seu perfil popular. Os recursos virão do anabolizante financeiro recém-injetado pelo Pátria Investimentos na empresa, da ordem de R$ 500 milhões.