Tag: Reag Investimentos
Mercado
Há mais senões do que cifras na venda da Reag Investimentos
4/09/2025Os executivos da Reag Investimentos que articulam a aquisição da gestora estão amarrando um contrato de risco com o atual controlador, João Carlos Mansur. A proposta não prevê qualquer desembolso imediato pelo negócio. Haveria um tempo de carência, de 12 a 24 meses, para o pagamento. O valor, por sua vez, só seria fixado ao final desse prazo e calibrado em função da carteira de ativos retidos e dos resultados financeiros. Ou seja: do que restará da Reag após a grave crise reputacional deflagrada com as denúncias de envolvimento com o PCC. E, mesmo assim, com todas essas amarras, os executivos da gestora ainda não estão certos de que assumirão esse risco apenas entre si. O que corre no mercado é que eles buscam parceiros externos para a compra do controle da Reag.
Mercado
Escândalo policial tira Virgo das mãos da Reag Investimentos
1/09/2025Além da queda de 15% do seu market cap em único dia, as acusações de envolvimento com o crime organizado tiveram outro impacto imediato sobre a Reag Investimentos. O escândalo forçou a gestora a desistir da aquisição da securitizadora Virgo, de Ivo Koz. A Reag esteva no páreo até os últimos metros – em uma disputa com o Pátria e a Riza Asset Management, que acabou fechando o negócio. Há informações de que as tratativas entre as duas empresas avançaram até a noite da última quarta-feira. Nas primeiras horas do dia seguinte, no entanto, estourou a Operação Carbono Oculto, com a operação de busca e apreensão na sede da Reag. Ainda que os dois casos sejam absolutamente incomparáveis, a Virgo também enfrenta um momento delicado. A securitizadora é alvo de uma investigação da CVM por possíveis irregularidades no uso de recursos de fundos de reserva de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio).
Empresa
Reag Investimentos quer bater uma bolinha fora do Brasil
8/07/2025A Reag Investimentos, de João Carlos Mansur, quer pisar em gramados fora do Brasil. A Revee, sua controlada, está prospectando a compra de clubes de futebol e acordos para gestão de arenas esportivas em outros países, a começar pela Argentina. A empresa é uma das investidoras do consórcio que negocia a compra da SAF da Portuguesa de Desportos, ao lado da Tauá Partners e da XP Investimentos. O projeto prevê também a reforma e a gestão do Canindé, estádio do clube paulista. A Revee e o próprio Mansur participaram também da construção do Allianz Parque. Há pouco mais de um mês, ressalte-se, a companhia passou a ter ações negociadas no Novo Mercado da B3. A partir da reorganização societária, a Revee passará a operar com uma estrutura de capital própria e uma gestão independente em relação à própria Reag. Um dos desafios é alavancar recursos para aumentar seu portfólio de SAFs e de arenas. Não deve ser exatamente um problema para Mansur e seus sócios. A Reag bateu recentemente a marca de R$ 300 bilhões em ativos sob gestão.
Futebol
Uma bola dividida quica na frente da Reag Investimentos
5/02/2025A entrada de Marcio Cadar, sócio da Reag Investimentos, na SAF do Santa Cruz arrastou a gestora para um tiroteio de especulações. No mercado surgiram informações de que a própria Reag estaria comprando uma parte das ações negociadas pelo clube pernambucano. Outras línguas, mais ferinas, sussurram que, para todos os efeitos, trata-se de um investimento individual do próprio Cadar, mas que, debaixo da sua camisa de pessoa física, estaria a da gestora. Entre o dito e o não dito, a Reag nega qualquer vínculo com a SAF do Santa Cruz. A próspera empresa de investimentos de João Carlos Mansur, que administra mais de R$ 180 bilhões, vai ter de dizer isso aos clubes sedentos por dinheiro que já andaram rodando sua porta.
Mercado
Reag Investimentos tem mais uma aquisição no gatilho
28/08/2024O que se diz e o que se ouve no mercado é que a Reag Investimentos está perto de fechar mais uma aquisição. O deal deverá ser sacramentado em até dois meses. Nos últimos cinco meses, a gestora comprou a Quasar Asset Management, a Empírica e 25% da Confrapar – esta última representou sua entrada no segmento de private equity. Por essas e outras, o fundador e CEO da Reag, João Carlos Mansur, é tido por seus pares como um dos personagens mais agressivos do mercado neste momento. Há pouco mais de um ano, sua casa de investimentos tinha cerca de R$ 80 bilhões sob gestão. Recentemente, bateu na marca de R$ 180 bilhões. A aposta do RR? Os R$ 200 bilhões vêm ainda neste ano.
Mercado
Reag Investimentos persegue uma meta arrojada
7/06/2024A Reag não vai parar na aquisição da Empírica, anunciada na última terça-feira. Corre no mercado que o próprio João Carlos Mansur, comandante-em-chefe da empresa de investimentos, tem deixado escapar em petit comité que a meta seria chegar a R$ 50 bilhões em crédito estruturado sob gestão. Ou seja: duplicar a atual carteira, já contabilizando os R$ 9 bilhões amealhados com a compra da Empírica. É mais um front de negócios que vem garantindo a rápida escalada da Reag Investimentos, que já tem sob o seu guarda-chuva mais de R$ 160 bilhões em ativos. Aliás, há quem diga que Mansur não vai sossegar até bater nos R$ 200 bilhões. Pode ser que sim, pode ser que não.