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Mercado

Captação da Monashees espelha uma nova lógica no venture capital

4/05/2026
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A captação do 11º fundo da Monashees revela uma tendência razoavelmente silenciosa, mas relevante, no perfil do venture capital na América Latina. Mais do que o tamanho do veículo — cerca de US$ 200 milhões, metade do fundo anterior —, o que chama atenção é a composição da base de investidores. Entre as âncoras estão instituições como a IFC, braço do Banco Mundial, e o BID Lab, ligados a organismos multilaterais e tradicionalmente associados a critérios mais rigorosos de avaliação de risco. Não se trata de um detalhe. A presença desses players indica uma inflexão no padrão de financiamento do setor. No lugar do capital abundante e permissivo que marcou o ciclo de 2020-2021 — quando o venture capital na América Latina superou US$ 15 bilhões em aportes anuais —, entra um dinheiro mais seletivo, que exige disciplina financeira e previsibilidade de retorno. Sinal dos tempos. Em 2023, o volume de aportes em VC na região caiu para algo próximo de US$ 5 bilhões, patamar que ainda não se recuperou.

Esse novo ambiente impõe outra lógica. Investidores institucionais, como multilaterais, tendem a priorizar métricas mais duras: geração de caixa, governança, redução de burn rate e caminhos claros para rentabilidade. O modelo baseado em crescimento acelerado a qualquer custo perdeu tração. Em seu lugar, ganha espaço uma abordagem mais conservadora, com tickets mais concentrados e menor dispersão de portfólio.

Os sinais dessa mudança vão além da Monashees. Gestoras globais reduziram exposição à região, rodadas late stage encolheram e o número de “unicórnios” praticamente estagnou após a onda de 2021. Ao mesmo tempo, aumentou o intervalo entre captações e cresceu a pressão sobre startups para alongar runway e cortar custos — uma inversão clara em relação ao período anterior, marcado por expansão acelerada e queima de caixa elevada.

#Monashees

Empresa

Mais demissões à vista na Loggi

9/08/2023
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Segundo informações filtradas da própria Loggi, a startup estaria preparando uma nova leva de demissões. Em fevereiro deste ano, a empresa cortou 7% do seu efetivo; seis meses antes, já havia dispensado o equivalente, àquela altura, a 15% dos seus quadros. Em 2021, a empresa captou US$212 milhões em sua sétima rodada de investimentos. Uma parcela expressiva desses recursos já teria sido usada para cobrir investimentos e custos operacionais. A Loggi é tida no mercado como uma das empresas da carteira do Softbank que mais consomem caixa, fator decisivo para as sucessivas demissões. E o que se diz no mercado é que os principais investidores – além do Softbank, um rol que inclui CapSur, Dragoneer e Monashees – não estariam dispostos a injetar mais recursos na companhia, ao menos neste momento. A Loggi é tida no setor como uma empresa “redondinha” e com boa gestão. Mas tem sido obrigada a encarar um setor com uma concorrência cada vez mais pulverizada e com uma carga de problemas na área trabalhista.  

Em contato com o RR, a Loggi informou que “Diante de um contexto global desafiador, nos últimos meses fez os ajustes necessários para seguir crescendo com eficiência.” A empresa ressalta ainda sua estrutura de capital, “sem dívidas e com caixa líquido positivo.” A Loggi afirmou também ao RR que não descarta  “aquisições estratégicas que estejam em linha com o seu objetivo de conectar o Brasil.” Perguntada especificamente sobre a possibilidade de novas demissões como forma de redimensionar sua estrutura de custos, a companhia não se manifestou.  

#CapSur #Dragoneer #Loggi #Monashees

Visto de entrada

16/08/2022
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A Yuno, fintech colombiana da área de gestão de pagamentos, prepara sua entrada no Brasil. A empresa já recebeu aportes de sete investidores, entre os quais a gestora brasileira Monashees.

#Monashees #Yuno

Adubo financeiro

27/06/2022
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Os acionistas da agritech Tarken, plataforma de negociação de commodities agrícolas, estão semeando um novo aporte de capital na empresa. Em outubro de 2021, a companhia recebeu R$ 19 milhões. Entre os investidores destacam-se os fundos Monashees e Maya Capital.

#Maya Capital #Monashees

Dinheiro na saúde

10/03/2022
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O fundo Monashees estaria com o dedo no gatilho para um novo aporte na Sami, startup de planos de saúde com cerca de nove mil clientes. A empresa já recebeu US$ 40 milhões de fundos de venture capital.

#Monashees

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