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Planos

Termômetro do Amanhã

Fique por dentro das tendências do dia seguinte, baseadas na análise da pauta do dia, seus desdobramentos e repercussões. O Termômetro do Amanhã antecipa o clima do noticiário.

20.02.20

O presidente e as manifestações policiais

Termômetro

Protestos e pressão de policiais militares em diversos estados do país, em diferentes graus, ameaçam evoluir para problema nacional, que poria o presidente Bolsonaro em situação delicada.

Primeiro teste será amanhã, com evolução de possíveis manifestações ou articulações em outros estados – como a Paraíba e mesmo São Paulo – e a entrada da Força Nacional de Segurança no Ceará.

O presidente pode se ver obrigado a escolher entre assumir posicionamento de garantia da ordem contra grupos organizados de policiais grevistas – ou que ameacem greve – em diversos estados do país, apoiando, no processo, governadores de oposição, ou ser acusado de tibieza diante de crise institucional.

Por outro lado, se a temperatura subir, pode haver conflito entre os próprios governadores, opondo os que resistem em ceder a demandas por reajustes salariais e os que cedem – destaque absoluto nesse sentido para o governador Romeu Zema, de Minas Gerais.

O novo round entre o Congresso e o Planalto

Sexta-feira entrará em ritmo de carnaval, no entanto, ainda estará fervendo a relação entre o Congresso, o Planalto e, agora, o ministro Paulo Guedes. Declarações do general Heleno, parcialmente corroboradas hoje pelo ministro da Economia, criaram clima de retaliação a propostas do governo – ainda que possa ser apenas simbólica – cuja extensão se delineará melhor nesta sexta-feira.

O processo não deve afetar a reforma tributária, porque sairá como versão quase autônoma do Congresso, mas pode contaminar outros temas – inclusive a reforma administrativa. Nesse âmbito, vale atenção, amanhã, para sinais do presidente Bolsonaro, mesmo que o projeto só venha a ser apresentado após o carnaval.

Banco Central e Caixa: crédito mais fácil para incentivar crescimento

Medidas visando reduzir o volume de recursos de clientes que os bancos não podem utilizar para conceder crédito, anunciadas hoje pelo Banco Central, vão alimentar, amanhã, projeções positivas sobre injeção de dinheiro na economia – já se trabalha com número de R$ 135 bilhões. Mas pode gerar algum ruído – ainda que marginal – sobre diminuição de margem de segurança no sistema bancário e iniciativas algo heterodoxas do governo para impulsionar o crescimento.

Também no campo positivo, nesta sexta, início de contratação de nova linha de financiamento imobiliário da Caixa, com juros fixos. Boa notícia em setor que tem mostrado sinais consistentes de aquecimento.

A morte de ex-PM na Bahia vira bola de neve

Morte do ex-PM Adriano da Nóbrega tende a gerar novos – e imprevisíveis – desdobramentos amanhã. Segunda perícia, agora no Rio, pode opor o governador Witzel a Bolsonaro. E fatos novos indicando proximidade de Adriano com Flávio Bolsonaro aumentarão o foco – e as possíveis reações – no Planalto.

Greve na Petrobras: conciliação à vista?

Sindicatos de petroleiros e Petrobras se reunião amanhã, no Tribunal Superior do Trabalho, para tentativa de conciliação, após decisão hoje, em assembleia da categoria, por suspensão temporária da greve.

Comércio, construção, setor externo e dívida pública

Saem amanhã as Sondagens da Construção e do Comércio de fevereiro (FGV), as contas do setor externo (BC) e o Relatório Mensal da Dívida Pública (Tesouro).

Na construção, expectativa é boa, já que o ano começou muito forte, com as melhores projeções na sondagem desde maio de 2014 (94,2 pontos); enquanto no comércio a perspectiva é de otimismo moderado, mais voltado para o cenário futuro do que para a situação atual.

Já no que se refere ao setor externo e à dívida, número serão importantes para projetar curvas de 2020. O ano de 2019 terminou com números fracos, mas estáveis (crescimento na margem para investimentos diretos no país, sobre 2018; estoque da dívida pública de R$ 4,248 trilhões, dentro da meta do governo).

Indústria, serviços e inflação nos EUA e Zona do Euro

No exterior, ênfase nesta sexta-feira estará no PMI Industrial e de Serviços da Alemanha, Zona do Euro e EUA para fevereiro; no Índice de Preços ao Consumidor de janeiro na zona do Euro e na Venda de Casas Usadas nos EUA, também em janeiro.

Tanto na Alemanha quanto na Zona do Euro, deve haver recuo na indústria (na faixa de 0,5 ponto) e crescimento nos serviços (na faixa de 0,4 ponto). Já nos EUA, previsão é de crescimento em torno de 0,4 ponto em ambos os setores. O IPC na zona do Euro tende à estabilidade, em 1,4% (taxa anualizada), e a Venda de Casas Usadas nos EUA à leve variação negativa, ainda em patamar alto.

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19.02.20

No Congresso: reforma tributária e relação com o Planalto

Termômetro

Com a instalação de Comissão Mista da Câmara e Senado para a reforma tributária, ao final do dia de hoje, o tema deve avançar, amanhã.

A expectativa é que comecem a se delinear os termos de um texto que concilie as propostas que tramitam nas duas Casas, bem como abra espaço para articulação – já em curso – com governadores.

Confirmada a predisposição para o acordo, deve ser aprofundado, nesta quinta, o protagonismo do Congresso no tema – acima inclusive do que prevaleceu na reforma da Previdência. Bem como o clima de insatisfação com a falta de definição do governo, que ainda será alimentado, amanhã, por imagem de enfraquecimento do ministro Paulo Guedes.

O dia será fundamental para medir a temperatura da relação entre o presidente e o Parlamento. Entrevista de Alcolumbre hoje, ao lado do governador João Doria, e resposta de Maia ao general Heleno foram recados duros para o Planalto.

A grande questão amanhã será: o presidente Bolsonaro indicará diálogo com o Congresso e baixará o tom agressivo dos últimos dias, marcado por conflito com governadores e envolvimento direto em discussão sobre a morte do ex-PM Adriano da Nóbrega, na Bahia? Ou dobrará a aposta?

A fritura de Paulo Guedes?

Repercussão de adiamento no envio da reforma administrativa, somada a recados de bastidores do Planalto, vão gerar pela primeira vez, amanhã, clima de fritura em torno do ministro Paulo Guedes.

O presidente é dado a avanços e recuos – como já fez diversas vezes com o ministro Moro, de quem recentemente se reaproximou –, o que pode repetir nesta quinta. Mas sua preocupação eleitoral e a insatisfação do ministro, ambas cada vez mais claras, continuarão em pauta – e deixarão sequelas.

Cid Gomes baleado e ambiente de conflito

A notícia de que o senador Cid Gomes foi baleado – não é certo se com bala de borracha ou arma de fogo – ao tentar interromper protesto de policiais encapuzados, em Sobral, favorecerá, amanhã, especulações – diretas ou indiretas – sobre crise institucional no país. É possível que haja entrada mais forte de Ciro Gomes na cena nacional.

China e EUA

A expulsão de jornalistas do Wall Street Journal da China, em função de artigo sobre o coronavírus, pode se desdobrar em novo conflito entre os dois países amanhã – mas situação permanece em aberto.

Confiança do consumidor

Sai amanhã a Sondagem do Consumidor de fevereiro (FGV). O índice recuou 1,2 ponto em janeiro, capitaneado pelos setores de menos poder aquisitivo e ainda influenciado pela alta da carne. Números de amanhã já trarão um olhar mais voltado para as perspectivas de 2020.

Atividade economia e consumo nos EUA e Alemanha

Destaque nesta quarta para o Índice de Atividade Industrial do FED da Filadélfia, que contribui para uma visão geral do setor nos EUA, e a Confiança do Consumidor na Alemanha. Espera-se recuo no índice industrial norte-americano (de 17 para faixa entre 12/10), mas ainda em patamar considerado positivo, e equilíbrio na Alemanha, em 9,8.

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18.02.20

O Presidente levantará acusações de falta de decoro

Termômetro

Declarações do presidente Bolsonaro hoje, reverberando ataques à jornalista da Folha de São Paulo, Patrícia Campos Mello, provocará onda de reações na mídia e sociedade civil que se estenderá amanhã e nos próximos dias. Dificilmente haverá alguma consequência institucional mais grave para o presidente. No entanto, a oposição terá amplo espaço para iniciativas no âmbito jurídico e parlamentar e provavelmente será levantada tese de impeachment.

Ao mesmo tempo, aumentará o foco na origem dos ataques a Patrícia: série de matérias apontando disparos em massa no whatsApp pela campanha do presidente. Bem como para que haja punição e quebra de sigilo bancário e telefônico do ex-funcionário da Yacows, Hans River, de quem partiram as ofensas – consensualmente avaliadas como sexistas na mídia – à jornalista, no âmbito da CPMI das Fake News.

Petroleiros cerram fileiras e caminhoneiros se movimentam

Em meio ao aparente fortalecimento da greve dos petroleiros, aumentarão, amanhã, preocupações com movimentações de lideranças dos caminhoneiros, que podem aproveitar o momento para elevar pressão por tabela do frete, cujo julgamento foi adiado pelo STF. Ao mesmo tempo, pode haver reação mais dura da Petrobras. Será dia de medição de forças.

Crise no Bolsa Família?

Primeiro dia de Onyx Lorenzoni no Ministério da Cidadania será marcado por questionamentos quanto a filas de espera no Bolsa Família – que já chegaria a 3,5 milhões de pessoas. A depender da reação de Onyx, a questão pode evoluir para desgaste similar – ou até maior – do que o provocado por problemas no INSS.

A faca de dois gumes do elogio a Paulo Guedes

Elogios do presidente a Paulo Guedes vai aumentar expectativa de que o presidente banque, amanhã, um projeto de reforma administrativa que corresponda a anseios do mercado, mesmo que parcialmente. Por outro lado, será lido como evidência do desgaste recente do ministro, que, até pouco, era o fiador da credibilidade do governo – e não o contrário.

A votação do Fundeb: colisão entre Maia e Weintraub

Ainda que a votação da PEC do novo Fundeb tenha sido adiada para março, acordo firmado hoje, que aumenta para 20% a complementação da União ao fundo da educação, deve pôr em rota de colisão, amanhã, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ministro da educação, Abraham Weintraub.

Estratégia de confronto

Flávio Bolsonaro pode ter dado a partida, hoje, em estratégia de confronto renovado com o governo da Bahia – e o PT –, que envolva o presidente e apoiadores, amanhã, no que se refere à morte do miliciano Adriano da Nóbrega. O caso continuará em foco, tanto pelo conflito – que já envolveu 20 governadores – quanto pelas dúvidas que pairam sobre o caso.

A economia e o mercado

Saem nesta quarta: 1) A Prévia da Sondagem da Indústria (FGV) e o Índice de Confiança do Empresariado Industrial (ICEI/CNI) de fevereiro; 2) O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE) e o Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE) de janeiro (FGV).

Tanto os números da FGV quanto da CNI para a indústria indicaram, em janeiro, aumento da confiança do setor no médio prazo – com resultado mais reticente para a situação atual. Já os Indicadores Compostos da Economia apresentaram avanços (em dezembro), com aumento, respectivamente, de 1% e 0,1%.

O que interessa verificar amanhã é o grau de contaminação tanto das expectativas industriais quanto dos prognósticos para a economia como um todo pela maior preocupação do mercado, expressa pelo recuo nas projeções do PIB para 2020.

A visão do FED

No exterior, destaque para a divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto, que trará informações sobre os prognósticos do FED para a economia norte-americana. Ao manter a taxa de juros estável, o Banco Central dos EUA sinalizou mudança na tendência do consumo interno, de forte para moderada, aspecto que deve ser mais detalhado amanhã.

Ainda nos Estados Unidos, nesta quarta, sairá o número das Novas Construções Residenciais em fevereiro, ainda em aberto (mas diversas projeções indicam recuo frente a dezembro) e do índice de Preços ao Produtor de janeiro (estima-se número entre 0,1% e 0,2%).

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17.02.20

Reforma administrativa saindo do forno?

Termômetro

Há expectativa de que o teor da reforma administrativa a ser proposta pelo governo seja divulgado amanhã, mesmo que parcialmente. A iniciativa seria uma forma de, ao mesmo tempo, medir a temperatura de reações e sinalizar para o Congresso e para o mercado:

1) Que o ministro Paulo Guedes continua forte e detém as rédeas da condução econômica, apesar de ilações da última semana indicando que aumentava a oposição a ele no seio do Planalto – inclusive no núcleo militar;

2) Que o projeto de reforma vai mesmo ser apresentado ao Congresso até o fim da semana, como indicou o presidente Bolsonaro.

Apresentada a linha do governo, dois fatos-chave a serem observados nesta terça:

1) A reação de Rodrigo Maia. Ainda que tenha se recusado a bancar a reforma administrativa pelo Congresso – ao contrário do que faz com a tributária –, o apoio do presidente da Câmara será decisivo para a aprovação do projeto;

2) O impacto das medidas na mídia, entre analistas e na opinião pública. O equilíbrio será delicado. Se a reforma parecer tímida, não fortalecerá expectativas econômicas, que recuam significativamente neste início de ano. Por outro lado, se não for transmitida a percepção de que serviços essenciais serão mantidos – e na verdade tornados mais eficientes -, levantará associações perigosas com problemas no INSS, na Receita e no Bolsa Família.

Reforma tributária: governadores e Câmara

A grande questão acerca da reforma tributária, amanhã, será a articulação entre governadores e o presidente da Câmara. Novo capítulo de enfrentamento entre estados e governo federal hoje, com carta de 20 governadores criticando Bolsonaro, deve jogar, de vez, a reforma no colo do Congresso.

A greve dos petroleiros começa a entrar no radar

Pode crescer amanhã o noticiário – e a preocupação – com o efeito negativo da greve dos petroleiros, que até o momento tem ficado quase que totalmente fora do radar, em função do sucesso de medidas de contenção da Petrobras.

O ministro Weintraub volta à linha de tiro

Retomada de agenda pública mais forte e fim da validade de decreto que instituiu a carteirinha estudantil do MEC levarão o ministro Weintraub de volta ao campo de batalha, amanhã. Fortalecido pelo presidente Bolsonaro, Weintraub deve partir para a ofensiva, retomando o estilo agressivo que foi posto em banho-maria após desgaste com o Enem.

Por outro lado, sofrerá, nesta terça, novos ataques – diretos ou de bastidores – do Congresso, capitaneados por Rodrigo Maia, que investe pesado para tirar o ministro do cargo.

Novo embate com Moro?

Posicionamento da AGU hoje, defendendo a implantação do juiz de garantias diante do ministro Fux, pode gerar nova série de especulações sobre guerra fria entre o ministro Moro e o presidente Bolsonaro, amanhã.

O embate, no entanto, deve ser travado indiretamente, já que ambos têm investido em imagem de proximidade nas últimas semanas. Os campos de batalha? 1) O julgamento do juiz de garantias no STF; 2) As movimentações do MP e da PF na investigação de Flavio Bolsonaro e da morte do miliciano Adriano da Nóbrega, na Bahia.

As ameaças ao Supremo

A notícia de que a Polícia Federal informou ao STF a possibilidade de atentados terroristas contra membros da corte terá desdobramentos amanhã: tanto sobre o grau efetivo da ameaça quanto no que se refere ao andamento de inquérito do próprio Supremo – muito criticado pela mídia – que apura ataques ao Tribunal em redes sociais.

A inflação no Brasil e as expectativas econômicas na Europa

Sai nesta terça-feira a segunda parcial do IGP-M de fevereiro (FGV), que deve confirmar forte desaceleração frente a janeiro.

No exterior, destaque para o Índice de Expectativa na Economia (ZEW) de fevereiro, na Alemanha, para o qual se estima retração (21,5 contra 26,7 de janeiro), mas ainda em patamar positivo; e na Zona do Euro, que tende para alta importante, na casa de 30,0, frente a 25,6 no mês anterior.

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14.02.20

O novo ministério: ideologia, Congresso e eleições

Termômetro

A nomeação do Almirante Rocha para a secretaria de assuntos estratégicos, um dia após a confirmação do general Braga Netto à frente da Casa Civil, vai aprofundar, amanhã, especulações sobre reorganização ministerial implementada pelo presidente Bolsonaro. Os principais vetores serão:

1) Ao se cercar de ministros militares, o presidente caminharia para substituir de maneira generalizada ministros “ideológicos”, que atraem fortes críticas de gestão – como o titular do MEC, Abraham Weintraub? Ou intenção seria blindar-se de influências eleitorais no ministério, indicando distância de negociações – e disputas – em pleitos municipais, ao menos em termos partidários?

2) Faria parte desse processo a anunciada reaproximação com bancadas temáticas – como ruralistas e evangélicos?

3) Qual o perfil dos ministros militares? Fazem parte do mesmo grupo, dentro das Forças Armadas? E representarão algum tipo de mudança estratégica nas políticas do governo? Uma questão central, nesse sentido, será o alinhamento automático com os EUA, parte importante da política externa de Bolsonaro, mas que é longe de ser unanimidade entre militares.

Os problemas no Bolsa Família

Os próximos dias trarão cobranças ao novo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, acerca de cortes e filas de espera para recebimento do Bolsa Família.

A pauta tem estado latente, com altos e baixos, mas entrada de Onyx pode ser estopim para onda de questionamentos similar a que se abate sobre o INSS. A começar neste final de semana, com balanços sobre problemas no programa.

Raio-X no crescimento e preocupação do mercado

Resultados dúbios da PNAD (diminuição do desemprego, mas nova alta da informalidade) e do IBC-Br (levando a projeção do PIB para 0,89% em 2019) vão repercutir amanhã: 1) Com raio-X dos motivos para o crescimento abaixo do esperado, desde o final de 2019, em cenário de preocupação que começa a crescer no mercado – alimentado, também, pelo coronavírus; 2) Com ampliação de cobranças por aceleração de reformas.

Ataques de Maduro

Exercícios militares do Exército venezuelano e ataques de Maduro ao presidente Bolsonaro, a quem acusou de fomentar conflito armado entre o Brasil e a Venezuela, vão acirrar os ânimos amanhã. Expectativa, no entanto, é que consequências fiquem no campo da retórica ou de movimentações diplomáticas.

Bolsonaro X Doria

Novo teste no horizonte, amanhã, para o embate entre o presidente Bolsonaro e o governador João Doria: o estado de São Paulo teria a intenção de pedir R$ 350 milhões ao governo federal, para enfrentar efeitos de temporais recentes.

A política para o setor aéreo

O setor aéreo estará em foco amanhã: 1) Com novo “balão de ensaio” do governo, indicando intenção de zerar, a partir de 2021, a incidência de PIS/Cofins sobre o combustível utilizado em aeronaves; 2) Com movimentações de parlamentares para rever cobrança extra por bagagens, iniciativa que atrairá críticas de boa parte da mídia, favorável à medida.

O sistema penitenciário e as marcas de gestão do ministro Moro

O Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias 2019, divulgado hoje, abrirá espaço amanhã: 1) Para conflito entre o ministro Moro e organizações da sociedade civil ligadas ao setor – bem como partidos de oposição. Moro relativizou o número de presos provisórios no Brasil, contrariando diagnósticos da maioria das instituições que analisam o tema; 2) Para fortalecimento da criação de novos presídios como marca da atual gestão do Ministério da Justiça.

A escolha de ministros do STF

Pode crescer, até segunda-feira, movimentação do Palácio do Planalto para atacar projeto que tramita no Senado, patrocinado por Davi Alcolumbre, que prevê mudança na forma de escolha de ministros do STF. Percepção do Planalto é de que a medida visa limitar escolhas do presidente Bolsonaro para o Tribunal e pode ser usada como “faca no pescoço”, em negociações futuras.

Indústria no Brasil e empréstimos na China

Sai na segunda o Panorama da Pequena Indústria (CNI). O setor apresentou crescimento no terceiro trimestre de 2019. A questão é se, acompanhando tendência de outros setores da economia, terá recuado no final do ano.

No exterior, destaque na segunda-feira para número de empréstimos concedidos por bancos chineses, que deve apresentar salto importante, atingindo a melhor marca desde janeiro de 2019.

 

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Estão previstos para amanhã dois indicadores que terão forte impacto nas projeções econômicas em 2020: a PNAD Contínua Trimestral (IBGE) e o IBC-Br de dezembro (BC).

Dados da PNAD mostrando queda de 0,8 ponto no desemprego, no trimestre encerrado em dezembro (de 11,8% para 11%), em linha com números positivos do Caged (evidenciando pujança dos serviços e da construção), animaram o mercado e solidificaram a percepção de que a retomada econômica ganharia fôlego em 2020. O mesmo efeito – ainda que em menor medida – foi provocado pelo avanço de 0,18% no IBC-Br de novembro.

Essa visão enfrenta agora algumas reticências, em função sobretudo de números abaixo do esperado para o comércio no final de 2019. A PNAD e o IBC-Br de amanhã podem “repor os trilhos” ou aprofundar a preocupação. Em segundo plano, ainda nesta sexta, destaque para o IGP-10 de fevereiro (FGV), que iniciou o ano com alta de 1,07% contra 1,69% de dezembro, indicando desaceleração.

A reforma administrativa e o prestígio de Guedes

Na reforma administrativa, continuará o foco no presidente Bolsonaro. Hoje indicou apoio ao projeto da equipe econômica, mas ainda de forma vacilante, desidratando previamente a proposta. A questão promete se arrastar amanhã, transformando-se em embate diário entre alas do próprio governo.

Para além da própria reforma, estará em pauta, nesta sexta, a ascendência e prestígio do ministro Guedes junto ao presidente, após série de falas consideradas desastradas, que se somaram a ruído em avaliação sobre o aumento do dólar. Declarações de Guedes nesse campo alimentam desgaste do ministro, com imagem de que seus comentários favorecem volatilidade no mercado.

Articulações entre Câmara, Senado e governadores

Na reforma tributária, as indicações de lideranças partidárias para postos-chave tendem a travar a instalação de Comissão Mista da Câmara e do Senado, mas, ainda assim, trarão indicações importantes, amanhã, sobre:

1) O grau de apoio para a tramitação rápida do projeto nas duas Casas e a capacidade de articularem as diferentes propostas em debate;

2) A possibilidade de que o Congresso assuma inequivocamente o protagonismo do tema, diante da dificuldade do governo em mostrar direção clara para a reforma. Nesse sentido, são prováveis novas sinalizações de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, nesta sexta;

3) Particularmente no Senado, caminho de negociações aberto com governadores, cuja relação com o presidente da República, em termos gerais, é ruim.

A dança das cadeiras no ministério

A ida do general Braga Netto para a Casa Civil e a de Onix Lorenzoni para a Cidadania, confirmadas no fim da tarde de hoje pelo presidente, estarão no centro de análises amanhã. Na ordem do dia, o fortalecimento da ala militar; a perda de prestígio de Olavo de Carvalho e do próprio Onyx; o histórico e estilo de Braga Netto; e a gestão do Bolsa Família, agora sob o comando de Onyx.

Amizade com a Argentina

O tom do presidente Bolsonaro ao anunciar reunião com o presidente argentino, em março, favorecerá, amanhã, avaliações positivas sobre retomada de agenda conjunta no Mercosul e fortalecimento do pragmatismo nas relações exteriores.

Amazônia e meio ambiente em foco – novamente

Polêmicas ambientais terão destaque amanhã, com série de temas em torno do presidente Bolsonaro: possibilidade – vista negativamente pela mídia – de criação de ministério da Amazônia; ataques ao Greenpeace; funcionamento do Conselho da Amazônia.

A Embaixada nos EUA

Aprovação de Nestor Forster para a embaixada nos EUA, na Comissão de Relações Exteriores do Senado, vai gerar interesse, amanhã, sobre linha e questões a serem tratadas pelo novo embaixador – dentre elas a deportação de brasileiros; a exclusão do Brasil da lista de países em desenvolvimento por norte-americanos e o alinhamento de Forster com o presidente Bolsonaro e o ministro Ernesto Araújo. Nome do embaixador seguirá para aprovação – provável – em plenário.

MPF tenta intervir em acordo Boeing-Embraer

Recurso do MPF para que o Cade analise novamente a venda da divisão de aviação comercial da Embraer para a Boeing levantará ilações, amanhã, não apenas sobre teor do acordo mas também sobre os riscos gerados pela iniciativa. Representará breve percalço ou “cruzada” do MPF?

O cenário do coronavírus

No cenário global, sexta-feira será dia estratégico para avaliações sobre disseminação do coronavírus e medidas do governo chinês para contê-lo – fatores que estão no centro de flutuações na bolsa. Espera-se uma espécie de mediana entre otimismo de ontem, quando ganhou corpo percepção de que o vírus recuava, e susto de hoje, com mudança de método da China na avaliação da doença, que levou ao anúncio de pico de mortes.

Crescimento nos EUA e Europa

Internacionalmente, serão divulgados nesta sexta:1) Vendas no Varejo e Produção Industrial dos EUA em janeiro. Deve se manter trajetória sustentada de crescimento no varejo, repetindo-se os 3% de dezembro de 2019. Já na produção industrial estima-se o segundo recuo seguido, na faixa de 0,2%; 2) Quarta parcial do PIB 2019 da Zona do Euro e da Alemanha. Tendência é de que os números se mantenham na faixa de 0,1%, em ambos os casos.

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12.02.20

O início da reforma tributária

Termômetro

Espera-se, entre hoje e amanhã, a instalação da Comissão Mista da Câmara e do Senado para iniciar a tramitação da reforma tributária. Seria avanço importante no tema, sacramentando o acordo entre as duas Casas, fator essencial para a aprovação do projeto no primeiro semestre.

Ao mesmo tempo, aumentará a pressão por uma definição e por algum tipo de protagonismo do governo federal. Hoje o ministro Guedes voltou a pôr na mesa uma agenda de trabalhos, sinalizando três etapas: 1) Unificação de PIS e Cofins; 2) IPI; 3) Imposto de renda (de pessoas física e jurídica).

Entretanto, serão cobrados amanhã:

1) Maior clareza de propostas. Guedes já indicou reiteradamente a intenção de diminuir o imposto de renda, mas sempre tendo como contrapartida o aumento ou criação de outros tributos;

2) Articulação com governadores, etapa que já parece ter sido iniciada pelo ministro, mas cujo andamento é incerto, até pela série de conflitos com o presidente. O último deles foi a exclusão de governadores do Conselho da Amazônia, em decreto assinado ontem e publicado hoje, que ainda terá importante repercussão.

3) O grau de apoio e sustentação que será dado pelo presidente a propostas do Ministério da Economia.

Novo chefe da Casa Civil e retomada militar

Se for confirmada, a nomeação para a Casa Civil do general Braga Netto (atual chefe do Estado-Maior do Exército e ex-interventor militar na área de segurança pública do Rio de Janeiro) tende a deflagrar, amanhã:

1) Desgaste de Onyx Lorenzoni, mesmo que seja transferido para o Ministério da Cidadania, substituindo Osmar Terra, e enfraquecimento da ala “olavista” do governo – mais ideológica –, que perderia espaço para militares;

2) Pautas sobre problemas e planejamento para o Bolsa Família, que, a cargo do Ministério da Cidadania, ficaria sob a asa de Onyx, cuja gestão na Casa Civil tem sido criticada dentro do próprio governo;

3) Onda de ilações sobre outras substituições na mesma linha – nomes militares, percebidos como técnicos, no lugar de ministros ideológicos.  Alvo número um seria o ministro Weintraub, que ainda mantém prestígio junto ao presidente.

Reforma administrativa: propor ou não propor?

Após reação de Rodrigo Maia hoje, negando possibilidade de que reforma administrativa tramite a partir de propostas do Legislativo, a bola, amanhã, estará com o governo, que dá sinais de embate interno sobre o tema.

Questão nesta quinta será: o presidente Bolsonaro indicará apoio a Paulo Guedes, que tem pronto um projeto de reforma, ou cederá a preocupações de parte da ala política, que teme desgaste em ano eleitoral?

O acordo para o orçamento impositivo

A conferir, amanhã, o resultado de votação para derrubada de veto do presidente Bolsonaro sobre o orçamento impositivo. Deve prevalecer acordo entre parlamentares e governo federal, mas surpresas não estão totalmente descartadas.

Os serviços, o comércio e o PIB

Divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços de dezembro (IBGE), amanhã, terá papel importante para calibrar expectativas para a economia – e o crescimento – em 2020.

Dados do comércio para dezembro, divulgados hoje (com queda de 0,1%), vieram abaixo do esperado, o que já influencia previsões para o PIB deste ano, alimentando, amanhã, especulações – e possivelmente balões de ensaio do próprio governo:

1) Sobre novas medidas para estimular a economia, particularmente no crédito;

2) Indicando que, caso não sejam aprovadas reformas, o crescimento em 2020 virá abaixo do previsto (na faixa de 2% ou menos).

A inflação nos EUA e na Alemanha

Internacionalmente, saem amanhã o Núcleo do Índice de Preço ao Consumidor (IPC) dos EUA e o Índice de Preços ao Consumidor da Alemanha, ambos para janeiro. Nos EUA, espera-se aceleração (de 0,1% para 0,2%), mas em faixa de equilíbrio. Expectativa inversa à da Alemanha, para a qual se projeta deflação (–0,6%), após aumento de 0,5% em dezembro.

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11.02.20

Reforma administrativa no colo de Rodrigo Maia?

Termômetro

Movimentações de amanhã, no Planalto e no Parlamento, serão chave para o futuro da reforma administrativa.

As principais questões serão:

1) Por um lado, se o governo aprofundará o “balão de ensaio” lançado hoje, indicando que pode substituir projeto praticamente finalizado da reforma por “sugestões”, que seriam acrescidas à PEC que já tramita na Câmara;

2) Por outro, qual será a reação de Rodrigo Maia. Bancará a reforma de caráter estrutural que parta do Congresso, sem comprometimento enfático do governo federal?

Reforma Tributária: mesma linha, panorama diferente

Tudo indica que o governo federal seguirá linha similar na reforma tributária, deixando o texto final a cargo do Congresso. Praticamente assegurada essa hipótese hoje, os desdobramentos amanhã, no entanto, devem diferir da reforma administrativa.

Isso porque a iniciativa já foi abraçada tanto pela Câmara quanto pelo Senado – que buscam liderar o debate – e, assim, o que estará em pauta, nesta quarta, será, novamente, o grau de articulação entre Alcolumbre a Maia. Bem como a capacidade de se imporem sobre grupo de senadores “rebeldes”, que se organiza em torno do senador Tasso Jereissati.

Ao mesmo tempo, é grande a possibilidade de que surjam, amanhã, novos sinais de governadores sobre os projetos que tramitam no Congresso, indicando chances de apoio. O movimento seria reação à aparentemente bem-sucedida tentativa de aproximação do ministro Paulo Guedes, hoje.

Orçamento impositivo: teste para a articulação política

Votação no Congresso, amanhã, de veto do presidente Bolsonaro ao orçamento impositivo, que prevê aplicação de R$ 30 bilhões do orçamento federal pelo Parlamento, será teste para articulação do governo e para liderança dos presidentes da Câmara e do Senado.

Pelo acordo firmado hoje, o veto será derrubado, mas R$ 11 bilhões serão “devolvidos” para despesas do governo federal, em projeto de lei a ser votado posteriormente.

Prisão em segunda instância na Câmara

Ainda no Congresso, vale atenção, amanhã, para a reunião da Comissão Especial da Câmara que analisará a PEC 199/19, sobre a prisão após condenação em segunda instância. O ministro Moro foi convidado para a reunião e continua em curso um embate com o Senado sobre quem tomará a frente do tema.

Números finais do comércio em 2019

Sai amanhã a Pesquisa Mensal do Comércio (IBGE), referente ao mês de dezembro. O resultado tem particular importância porque números de novembro, embora com crescimento de 0,6%, vieram abaixo do esperado.

Indústria na Europa, resultados fiscais dos EUA

No exterior, destaque amanhã para:

1) A Produção Industrial na Zona do Euro, em dezembro, para a qual se projeta recuo importante, na casa de 1,6%, após crescimento de 0,2% em novembro;

2) Resultado Fiscal de janeiro nos EUA, que deve trazer déficit um pouco inferior a dezembro (US$ 11,5 bilhões frente a US$ 13,3 bilhões).

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10.02.20

As chuvas em São Paulo: PSDB, governo federal e mudanças climáticas

Termômetro

O “caos” em São Paulo pelo efeito de fortes chuvas, que dominou completamente o noticiário de hoje, provocará, amanhã, desgaste para o PSDB de São Paulo – que governa o estado e a capital – e, consequentemente, para a posição nacional do partido.

Há expectativa acerca de posicionamento do governo federal, já que o governador João Dória se tornou um desafeto do presidente Bolsonaro.

Por outro lado, a sequência de chuvas com efeitos muito pesados nos últimos meses – Minas Gerais e Espírito Santo, agora São Paulo e, prevê-se, também no Rio – vai gerar associação com mudanças climáticas em escala global. O que levará a foco sobre política ambiental brasileira, regional e nacionalmente.

PEC no Senado e reformas

Audiência Pública amanhã, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, debaterá a  PEC 187/2019, através da qual o governo federal propõe a extinção de 248 fundos públicos que constituem cerca de R$ 220 bilhões do orçamento. O objetivo é “descarimbar” os recursos. Servirá como termômetro para o calendário de reformas do ministério da economia no primeiro semestre de 2020.

Fake News

A CPI das Fake News ouvirá, amanhã, funcionário da empresa de marketing digital Yacows, acusada de ter operado disparos em massa no whatsapp para a campanha eleitoral do presidente Bolsonaro, em 2018.

Não há indicação de que o depoimento venha a trazer informações bombásticas, mas levantará o tema na mídia – e pode atingir os filhos e apoiadores do presidente. Interessa, ainda, acompanhar as movimentações parlamentares, que sinalizarão para o equilíbrio de forças – e os limites – da CPI.

A embaixada em Israel

Especulações sobre a indicação do general Gerson Menandro Garcia como embaixador do Brasil em Israel alimentarão, amanhã, pauta sobre a transferência da embaixada para Jerusalém – e suas possíveis consequências para o comércio exterior.

O Copom e a safra 2019

A conferir, amanhã:

1) A Ata do Copom, que pode trazer sinais mais claros sobre  o diagnóstico do Banco Central acerca do ritmo da recuperação econômica, as pressões externas, a tendência de flutuação do dólar e a possibilidade de nova queda de juros em 2020;

2) O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de janeiro. Expectativa é de confirmação do crescimento na faixa de 3% da safra em 2019, puxado pelo milho e pela soja. Mas o número deve ficar abaixo do recorde de 2017.

Emprego e FED nos EUA

No exterior, destaque nesta terça feira para os números da Criação de Empregos nos EUA em dezembro, que deve trazer leve aumento, mantendo percepção de força da economia norte americana, em ano de eleição, e o discurso do presidente do FED, Jerome Powell, acerca do qual se espera indicação de estabilidade da taxa de juros.

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07.02.20

A contaminação da reforma administrativa

Termômetro

Declarações do ministro Paulo Guedes, associando servidores a “parasitas” contaminará o debate sobre a reforma administrativa, amanhã – e transbordará para as demais.

A grande questão, já no final de semana, será avaliar o grau de reação de parlamentares e do mundo político em geral, bem como o quanto a mídia insistirá no tema. Fatores serão essenciais para delimitar:

1) O nível do desgaste e o impacto sobre negociações no Congresso;

2) O futuro da campanha de comunicação que o governo pretende implementar sobre a reforma administrativa.

Orçamento federal e medição de forças com o Congresso

O início da semana marcará também a retomada de medição de forças entre o Congresso e o governo federal. Se as pautas das reformas têm sido mais protegidas, em outras, parlamentares pretendem demonstrar força e impor derrotas ao Planalto.

É o que deve se verificar na análise de vetos impostos pelo presidente Jair Bolsonaro ao projeto determinando que a União pague todas as emendas parlamentares no ano corrente – que envolvem um total de R$ R$ 42,6 bilhões do Orçamento de 2020.

As primeiras crises na cultura

Demissão da secretária interina de Cultura, pastora Jane, levará a ilações sobre problemas e enfrentamentos internos pelos quais passará a futura titular da pasta, Regina Duarte. Mídia questionará Duarte e Bolsonaro, mas a tendência é de que ponham “panos quentes” nas dificuldades iniciais.

O Dólar e a China causam preocupação

Apesar de otimismo generalizado do mercado com a recuperação econômica, efeitos do coronavírus sobre a economia chinesa e alta recorde do dólar surgirão na mídia e entre analistas, amanhã, como fatores de preocupação.

O desgaste contínuo do MEC

Erro em lista de espera do Sisu recebida por universidades arrastará a crise no Ministério da Educação e a má vontade generalizada – da mídia e do meio acadêmico – com o ministro Weintraub.

Coronavírus: brasileiros repatriados

Com o início da vinda de brasileiros de Wuhan – chegam no domingo -,  aumentará a atenção para a estrutura montada em Anápolis para recebê-los. E, com um foco definido para cobranças, crescerá a pressão sobre o governo.

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