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Justiça

O mar está revolto no Porto de Suape

26/12/2022
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Companhias de navegação que operam no Porto de Suape pressionam o governo de Pernambuco a autorizar a atracação do porta-aviões São Paulo. O motivo é a ação movida pela MSK Maritime após a decisão das autoridades pernambucanas de impedir que a embarcação pare em Suape para serviços de manutenção e reparos. No agravo de instrumento impetrado junto ao TRF-5, a MSK jogou pesado: pediu à Justiça que todas as embarcações construídas antes de 2011 e atracadas no Porto de Suape informem os níveis de amianto existentes em seu casco. Uma eventual determinação judicial nesse sentido pode provocar um efeito cascata e um tumulto na operação de Suape no fim do ano, com a proibição de que diversos navios atraquem no porto.  

A MSK, empresa com sede nas Ilhas Marshalls, partiu para a linha do “se eu não posso, ninguém pode”. O pano de fundo é o contencioso internacional que se criou em torno do porta-aviões São Paulo – conforme o RR já noticiou. A embarcação foi vendida pela Marinha ao estaleiro turco SOK e a MSK ficou encarregada do seu transporte até a cidade de Ancara. No meio do caminho, autoridades turcas barraram a compra por risco de contaminação ambiental por amianto, obrigando a MSK a voltar com o São Paulo ao Brasil para inspeção e reparos. 

#MSK Maritime #Pernambuco #Porto de Suape

Justiça

Porta-aviões São Paulo desencadeia um litígio internacional

6/12/2022
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Contratada pelo estaleiro turco SOK para levar o porta-aviões São Paulo para Ancara, a MSK Maritime avalia entrar com uma ação contra o governo de Pernambuco. Há semanas a embarcação está proibida de atracar no Porto de Suape para uma inspeção destinada a avaliar a quantidade de amianto existente em sua estrutura. O porta-aviões foi comprado pela SOK à Marinha, em agosto, por R$ 10,2 milhões, para virar sucata. Saiu do Rio de Janeiro com destino a Ancara, mas o governo turco cancelou a importação, depois de uma denúncia de que o navio representava riscos ao meio ambiente. Obrigado a retornar ao Brasil, o São Paulo depende dessa inspeção, para novamente navegar. Como a Agência de Meio Ambiente de Pernambuco trava a atracação, a MSK estuda acionar o estado na Justiça, pedindo US$ 2 milhões pelos gastos com combustível e hora-extra da tripulação, além das despesas com rebocadores que mantém o porta-aviões estabilizado.  

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