Arquivos Itaúsa - Relatório Reservado

Tag: Itaúsa

Empresa

Itaúsa ensaia a coreografia da sua saída da Aegea

4/02/2026
  • Share
Os Setúbal ensaiam uma lenta e gradual saída da Aegea. O desinvestimento se daria em duas partes. A primeira com o iminente aumento de capital da empresa, aprovado em dezembro. No mercado, há informações de que a Itaúsa não está disposta a acompanhar o aporte, o que diluiria sua participação, hoje de 13%. O passo definitivo para a sua retirada do negócio ocorreria com o prometido IPO da Aegea – ainda sem data. Consta que, entre os acionistas da companhia de saneamento, os Setúbal são os principais defensores da oferta de ações em bolsa, justamente porque ela lhes daria uma porta para a rua. Consultada, a Itaúsa não quis se manifestar.
Quem também deve reduzir sua posição com o aumento de capital da Aegea é a Equipav, acionista majoritária da empresa de saneamento, com 53%. Uns descem, outros sobem. Do outro lado da gangorra societária está o GIC, fundo soberano de Cingapura, que pretende não apenas atender à chamada de capital, mas aumentar sua fatia acionária, atualmente de 19%. Ao todo, o aporte na Aegea deve chegar a R$ 1,2 bilhão. A injeção de recursos acontece no momento em que o setor fervilha diante dos preparativos para a oferta secundária de ações da Copasa, que pode atingir R$ 10 bilhões. A Aegea está na disputa para entrar como investidor estratégico na operação. Tem a concorrência de grandes players da área de private equity, como Kinea, curiosamente ligado ao Itaú, e Perfin.

#Aegea #Itaúsa

Acervo RR

Segundo tempo

4/08/2022
  • Share

No mercado, há quem veja um algo a mais na emissão de R$ 3,5 bilhões em debêntures anunciada pela Itaúsa. Além de financiar a compra da participação da Andrade Gutierrez na CCR, a captação já “precificaria” uma oferta por parte das ações da empresa em poder do Grupo Soares Penido. A Votorantim acompanharia os Setúbal na investida.

#Andrade Gutierrez #CCR #Itaúsa #Votorantim

Aegea vai à Bolsa

27/06/2022
  • Share

A Aegea Saneamento – leia-se Equipav, GIC (fundo soberano de Cingapura) e Itaúsa – discute a realização de uma nova oferta de ações. Fácil não é. Os tempos estão meio bicudos no mercado de capitais. Mas, tratando-se da Aegea, que leva a reboque ativos valiosos, como parte das operações da Cedae, as chances aumentam. A captação em mercado se juntaria ao empréstimo de R$ 15 bilhões que está sendo negociado com o BNDES. Na atual circunstância, todo o dinheiro é pouco. A Aegea precisa montar uma robusta estrutura de funding para cumprir seu plano de investimentos. Só no Rio de Janeiro, a empresa terá de desembolsar R$ 40 bilhões.

#Aegea Saneamento #Equipav #GIC #Itaúsa

Sempre cabe mais um negócio

3/06/2022
  • Share

A Dexco (ex-Duratex) estuda entrar no negócio de móveis e artigos de decoração. Seria mais um passo na estratégia de diversificação dos negócios da empresa, leia-se Itaúsa. A companhia dos Setúbal já atua em na fabricação de metais sanitários, painéis de madeira e celulose solúvel.

#Dexco #Itaúsa

Desmobilização

19/12/2017
  • Share

É tempo de “liquidação” na Petros. Após vender sua participação na Itaúsa – informação antecipada pelo RR em 8 de maio -, a fundação estaria preparando seu desembarque da Norte Energia, responsável pela Usina de Belo Monte.

#Itaúsa #Norte Energia #Petros

Setubal e Moreira Salles juntam suas pepitas na “Itaúpar”

19/10/2017
  • Share

Os clãs dos Setubal e dos Moreira Salles planejam trilhar o mesmo percurso feito pelo Bradesco há cerca de 20 anos. Pretendem montar uma empresa de participações com ativos parrudos, projeto que teria como ato seguinte a abertura do capital em bolsa. Quem viu o filme da Bradespar já conhece o enredo. O Bradesco comprou ações da Vale, CPFL e Net.

Aos poucos se desfez das duas últimas e manteve somente a mineradora em carteira. Os Setubal, por meio da Itaúsa, e os Moreira Salles, por intermédio da Cambuhy, já controlam a Alpargatas. Os dois clãs teriam interesse em ingressar no capital da Braskem. Se os Moreira Salles entrarem no monopólio dos Odebrecht, estariam fazendo um caminho em direção ao passado.

O patriarca, Walther Moreira Salles, foi um dos sócios da Petroquímica União. As duas famílias são detentoras também, separadamente, da Duratex e da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), esta última uma joia da coroa dos Moreira Salles. Procurada, a Cambuhy não quis se pronunciar. A Itaúsa negou o projeto. Está feito o registro. Não custa lembrar que o presidente da Itausa, Alfredo Setubal, já disse que a empresa atravessa um momento comprador. A dúvida é quais desses ativos seriam empacotados dentro da “Itaúpar”. Mas tudo indica que o interesse é firme.

#Bradesco #Itaúsa #Moreira Salles

Todos os direitos reservados 1966-2026.

Rolar para cima