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Destaque

André Esteves flerta com a criação de um “ornitorrinco digital” para educação financeira

8/04/2024
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O banqueiro André Esteves, fundador e presidente do Conselho de Administração do BTG, estaria encantado com a ideia de criar uma plataforma voltada à disseminação de informações “educativas” do mercado, segundo um ex-sócio que guarda grandes ressentimentos e adora tecnologia. Nada parecido com o MBA que outro ex-sócio, Paulo Guedes,  inventou nas redes. O modelo também passa ao largo de algo similar ao “gabinete do ódio”, do clã Bolsonaro, conforme os mais pestilentos poderiam associar. Imaginem só se André Esteves ia se meter com fake news? Mas sensibilizar a atenção de investidores, chamar a atenção de ativos, valorizar IPOs, isso tudo Esteves poderia fazer. Quer dizer, a consultoria digital, a priori, também  poderia.

A nova plataforma não deixaria de ser uma mídia. O líder do BTG já tem um braço no setor, a revista Exame, mas só que meio maneta, nem a um milhão de quilômetros do bólido que a publicação já foi. Do ponto de vista da CVM e do BC, o ideal seria que esse “novo animal digital”, uma vez criado, estivesse perfeitamente adequado às regulamentações, para alguma situação em que isso se mostrasse necessário. Para todos os efeitos, não deveria existir nem de longe vinculação ao sócio principal do BTG ou a qualquer tentáculo do banco no mercado. O novo negócio estaria localizado em um limbo das operações na internet  que seguisse todos os enquadramentos formais.

A plataforma idealizada por André Esteves teria enorme poder de fogo nas redes. Seria um projeto para escalar milhões de seguidores. Todos diplomados e, ao mesmo tempo, bem-informados, como imagina-se serem os interessados nesse tipo de conteúdo, assim como com condições de aplicar alguma poupança nas opções de investimento apresentadas como exemplo de cases do mercado. Esteves é um sujeito extremamente criativo, o que estimula a credibilidade da versão. Ao que tudo indica, acredita na premonição de que a realidade só ganhará cores fortes se estiver contida na internet. Só que, até então, não se falava em mercado de capitais. Nesse contexto híbrido, associado a educação.

O RR entrou em contato com o BTG, consultando o banqueiro André Esteves acerca da informação. No entanto, por meio de sua assessoria, o banco disse que não iria comentar o assunto. Em conversa com o RR, a CVM, por sua vez, informou que “não há necessidade de registro na Autarquia para oferecer curso ou plataformas educativas em mercado de capitais.”. O órgão alerta, no entanto, para “que o cidadão avalie todas as informações, inclusive com relação ao curso oferecido, tendo em vista que, pode se tratar de um método utilizado por pessoas que não têm autorização para atuar no mercado de capitais com a finalidade de se aproximar do público investidor e apresentar ofertas de investimento”. A CVM recomenda que “antes de qualquer investimento, o investidor verifique se o ofertante possui registro na Autarquia para atuar no mercado de valores mobiliários.” Ainda segundo o órgão regulador, “em algumas atividades educacionais utilizadas para apresentar recomendações de investimento ao público, pode haver, por exemplo, a transmissão ao vivo em salas de conversa on-line, o acompanhamento de operações no pregão, com comentários e sugestões.” A CVM também diz que “Se essa atividade é desempenhada de forma profissional, havendo benefício, vantagem ou remuneração por conta dessa recomendação, mesmo que por meio de taxas de assinatura ou receitas indiretas, pode restar caracterizado o exercício de atividade de analista de valores mobiliários, o que requer autorização”. Nesse tema, a CVM recomenda “a leitura do Ofício Circular n° 2/2019/CVM/SIN.” Em relação a assessoramento financeiro e recomendação de investimentos, a autarquia diz que “deve ser observado o regramento disposto nas Resoluções CVM nº 20 e 179, respectivamente, dado serem atividades sujeitas a registro e supervisão da CVM.”

O RR entrou em contato também com o Banco Central. A assessoria de imprensa da instituição informou que não conseguiria atender ao pedido de posicionamento dentro do prazo de fechamento desta matéria e que enviaria um retorno até amanhã, dia 9. O espaço segue aberto para o BC. Uma vez enviada, a resposta do Banco Central será incluída no texto.

#André Esteves #BTG

Destaque

BTG e Pátria ensaiam associação no setor de telecomunicações

28/02/2024
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O RR apurou que BTG e Pátria Investimentos vêm mantendo conversas para uma possível fusão entre seus negócios em telecomunicações. De um lado, está a V.tal, dona de uma rede com mais de 400 mil km de fibra ótica e cerca de 26 mil km de cabos submarinos; do outro, a Winity Telecom, focada na construção e compartilhamento de infraestruturas de comunicação, notadamente 4G e 5G. As duas empresas estão em estágios bem distintos. Criada a partir da cisão dos ativos em fibra ótica do Oi e posteriormente adquirida pelo banco de André Esteves, a V.tal registrou no ano passado receita líquida em torno de R$ 5,5 bilhões e Ebitda próximo dos R$ 3 bilhões. A Winity, por sua vez, ainda tenta se encontrar no mercado de telecomunicações em meio à brusca mudança de estratégia imposta pelo Pátria.

O plano de se tornar uma operadora de telefonia celular foi repentinamente abandonado. No fim do ano passado, a empresa devolveu à Anatel a licença de 700 MHz adquirida no leilão de 5G de 2021. No setor, a decisão chegou, inclusive, a alimentar dúvidas sobre o interesse do Pátria de seguir à frente da companhia. Consultados pelo RR, BTG e Pátria não quiseram se manifestar.

Nesse contexto, a fusão entre V.tal e Winity teria motivações diferentes para dois dos gigantes da gestão de recursos no Brasil. O BTG daria mais um passo para transformar a V.tal em uma das maiores, se não a maior, prestadora de serviços de telecomunicações do país. Com um craque do setor à frente da sua gestão, – ex-CEO da GVT, Vivo e TIM, Amos Genish -, a companhia está avaliada hoje em torno dos R$ 25 bilhões. Ao se unir à Winity, colocaria um pé na implantação de infraestruturas de telefonia.

O maior ativo da empresa do Pátria é a sua carteira de contratos nessa área. O principal deles, firmado em dezembro, prevê a implantação de rede 4G e 5G no Metrô de São Paulo. Por sua vez, no caso do Pátria, a negociação pode ser interpretada como um recuo calculado.

A gestora deixaria de ser controladora de uma empresa que, até o momento, não emplacou, como é o caso da Winity, para se unir não apenas ao BTG, mas também ao GIC, fundo soberano de Cingapura, e à canadense CPPIB, outros acionistas da V.tal, em um negócio de proporções bem maiores.

#BTG #Oi #Pátria Investimentos #Vivo

Destaque

Advent quer matricular Inspira e Yduqs na mesma sala de aula

20/02/2024
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No que depender do Advent, a negociação para a entrada no capital da Inspira é apenas antessala para uma operação de M&A ainda maior, realizada em dois tempos. O primeiro movimento, já deflagrado, é o aporte da gestora norte-americana na rede de escolas, controlada por um fundo do BTG. A proposta de R$ 1 bilhão está na mesa dos acionistas da empresa há pelo menos um mês.

Uma vez consumado o acordo, o Advent partiria para o segundo ato do seu roteiro: costurar a associação da Inspira com a Yduqs, da qual também é acionista. O enlace daria origem a um grande conglomerado de educação verticalizado, com atuação do ensino fundamental ao superior, receita combinada da ordem de R$ 12 bilhões e um Ebitda acima de R$ 2 bilhões, em números de 2023. Procurada, a Yduqs informou que “não comenta rumores de mercado”. Advent e Inspira não se pronunciaram. O RR tentou contato com o Grupo Salta, mas não obteve retorno.

O Advent conta com um aliado importante para tirar esse projeto do papel: Chaim Zaher, maior acionista individual da Yduqs. Zaher já é, por si só, um empresário “verticalizado”: mantém um pé tanto no segmento superior como na educação básica, por meio do Grupo SEB. Além disso, é também o representante da rede de escolas canadense Maple Bear no Brasil.

Além de cobrir o setor de educação “coast to coast”, do jardim de infância ao canudo universitário, a associação com a Inspira reduziria o risco da Yduqs, funcionando como um hedge ao momento de certa instabilidade no ensino universitário. O segmento de educação básica tornou-se uma opção diante da redução de performance nos cursos superiores, na esteira do enxugamento do Fies. Fora o próprio funil da trajetória acadêmica, que vai diminuindo gradativamente o número de estudantes no segundo grau e, sobretudo, na universidade.

Atualmente o segmento básico no Brasil soma quase oito milhões de alunos, que geram um faturamento de R$ 84 bilhões. O ensino superior, por sua vez, reúne cerca de 7,4 milhões de matriculados, com uma receita somada da ordem de R$ 50 bilhões.

#Advent #BTG #Grupo SEB #Inspira #Maple Bear #Yduqs

Negócios

Operação do BTG com o Magazine Luiza mais encobre do que revela

30/01/2024
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Há algo no ar, além das operações financeiras de praxe, no aporte de capital do BTG no Magazine Luiza. Há indícios de que o banco de André Esteves está fazendo um primeiro movimento para assegurar, mais à frente, uma posição acionária relevante ou até mesmo realizar um take over da rede varejista. A percepção de que o BTG está preparando o terreno para um possível bote sobre a empresa é reforçada pela própria engenharia da negociação, no valor total de R$ 1,25 bilhão. De um lado, o banco se comprometeu a fazer um aporte de R$ 250 milhões, que poderá lhe dar até 1,8% da empresa; do outro, garantiu o funding de R$ 1 bilhão para a família Trajano honrar sua parte na capitalização da companhia. Ou seja: se a empresária Luiza Helena Trajano usar integralmente os recursos ofertados pela instituição financeira, na prática todo o dinheiro destinado ao aumento de capital do Magazine Luiza sairá do caixa do BTG.

Para todos os efeitos, o empréstimo tem como contrapartida uma troca de resultados de fluxos futuros. Pode ser. Mas o fato é que o banco sai da operação como um dos principais credores da rede varejista, o que o deixa em uma posição privilegiada para eventualmente uma conversão de debt em equity. Em um cenário mais conservador, não seria difícil o BTG se tornar ao menos o segundo maior acionista individual, atrás apenas de Luiza Helena Trajano, em razão do elevado free float da empresa. O equivalente a 43% do capital está disperso em bolsa.

Não há nada mais antigo no mercado do que a recomendação de que se deve comprar na baixa. É exatamente o caso do Magazine Luiza, assim como do varejo como um todo. Entre julho e setembro do ano passado, a companhia interrompeu uma incômoda sequência de seis trimestres no vermelho, atingindo um lucro de R$ 331,2 milhões. Ainda assim, em um horizonte mais longo, a performance é negativa. No acumulado do ano até setembro, a rede varejista carregava um prejuízo de R$ 269 milhões. Some-se a isso as perdas de R$ 498 milhões registradas em 2022.

Para piorar, o Magazine Luiza protagoniza um episódio rumoroso. No fim do ano passado, a companhia comunicou ter identificado “incorreções em lançamentos contábeis” referentes a 2022 e aos dois primeiros trimestres de 2023. A CVM abriu um processo administrativo para apurar a ressalva feita por auditoria externa no balanço do Magazine Luiza no terceiro trimestre do ano passado. Em um setor já duramente contaminado pela fraude da Americanas, qualquer sinal de “inconsistência” contábil já causa tremores. Não consta que o BTG tenha feito qualquer investigação dos balanços do Magazine Luiza anterior à já aberta pela própria empresa. Mas quem compra sabe o que está comprando.

O BTG não tem exatamente um bom track records no varejo. Sua principal incursão no setor, leia-se Leader Magazine, foi um tiro no pé. Em 2012, o banco de André Esteves fechou a compra de 40% da rede varejista do Rio de Janeiro. Poucos meses depois, aumentou sua participação para 70%. Em 2016, após torrar R$ 1,7 bilhão – incluindo a posterior aquisição de outra rede, a Salfer – o BTG se livrou da Leader pelo valor simbólico de R$ 1. Outra investida fracassada da instituição financeira no varejo foi a rede de drogarias BR Pharma. Verdade seja dita, nenhuma das duas empresas tinha o porte de uma Magazine Luiza. Suas mais de 1.300 lojas e, sobretudo, sua operação de e-commerce, que responde por mais de 70% da receita da companhia, formam uma respeitável operação de varejo, por mais que o setor ande aos trancos e barrancos. Talvez André Esteves esteja diante de uma oportunidade sem precedentes de, enfim, construir um negócio na área de retail à altura de sua bem-sucedida trajetória como banqueiro. Ou, talvez, esteja “encobrindo” algum player que, por uma ou outra circunstância, não pode e não deve aparecer agora. É tudo muito sinuoso.

#BTG #CVM #Luiza Helena Trajano #Magazine Luiza

Futebol

Fluminense mira na criação da SAF, mas sem perder 1% do controle

13/12/2023
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Após a disputa do Mundial de Clubes, a direção do Fluminense vai retomar as discussões com o BTG para a criação da sua SAF (Sociedade Anônima do Futebol). Nesse caso, o Fla pode servir de benchmarking para o Flu. Um dos modelos sobre a mesa do presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, é a implantação da SAF, mas sem a venda de ações – estratégia similar à que Rodolfo Landim pretende adotar no Flamengo. Esse formato permitiria ao clube acessar outras formas de captação, notadamente via emissão de debêntures, mantendo 100% de controle sobre o futebol. É como Fernando Diniz, que não admite perder 1% de posse de bola.

#BTG #Fluminense #SAF

Mercado

BTG monta fundo de investimentos lastreado em nova liga de futebol

16/10/2023
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O BTG estuda a criação de um fundo de investimentos atrelado à Libra (Liga Brasileira de Futebol). Entre os ativos estariam os direitos comerciais, notadamente publicidade e contratos de direitos de transmissão, dos 17 clubes que compõem a Liga, entre os quais Flamengo e Corinthians. Ao lado da Kodajás Sports Kapital, o BTG é um dos advisers da criação da Liga, que tem o Mubadala como o seu maior investidor.

  • O novo fundo, ressalte-se, é mais um capítulo da disputa particular entre o banco de André Esteves e a XP por negócios relacionados ao futebol. Esta última joga com a camisa da LFF (Liga Forte do Futebol). A XP já anunciou a criação de um fundo similar e pretende captar no mercado R$ 800 milhões para investimentos nos 18 clubes integrantes da LFF e mais as quatro SAFs com as quais já fechou acordo para a compra de 20% dos direitos comerciais por 50 anos (Botafogo, Coritiba, Cruzeiro e Vasco). Procurado pelo RR, o BTG não quis se manifestar.

#Botafogo #BTG #Corinthians #Flamengo #futebol #Libra #Mubadala #SAFs #Vasco #XP Investimentos

Empresa

Andrade Gutierrez quer avançar na gestão de estádios

6/10/2023
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A Andrade Gutierrez está olhando com atenção para um negócio que parecia jogado para escanteio dentro do grupo: a gestão de arenas esportivas. A companhia vem mantendo conversas com clubes que têm projetos para reformar seus estádios, a exemplo do São Paulo e do Santos – este último, inclusive, com memorando de entendimentos já assinado com a construtora WTorre. Outro alvo seria o Independência, em Belo Horizonte, hoje administrado pelo América-MG. A Andrade Gutierrez, ressalte-se, já tem ao seu lado um potencial parceiro de ataque para novos investimentos no setor: o BTG. O banco de André Esteves é sócio da empreiteira na Brio, a empresa responsável pela gestão do Beira-Rio, em Porto Alegre. Consultada, a Andrade Gutierrez não se manifestou.

#Andrade Gutierrez #BTG #WTorre

Empresa

André Esteves permanece como um “barão da mídia” de uma nota só

31/08/2023
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A contratação do ex-ministro das Comunicações Fabio Faria, no início deste ano, acendeu no mercado a certeza de que o BTG estava preparando a criação de um império na área de mídia. Alarme falso. A operação de André Esteves no setor ficará circunscrita à revista Exame. Palavra do próprio banco. Em contato com o RR, o BTG foi enfático ao dizer que “não está analisando qualquer investimento adicional em mídia”. E o SBT? A resposta é uníssona: a instituição financeira descarta a aquisição da emissora paulista. No setor, havia até quem cravasse a pedida de Silvio Santos: em torno de R$ 1 bilhão. Tudo parecia se encaixar com a chegada ao banco de Fabio Faria, marido de Patricia Abravanel e genro do Homem do Baú. Caberia ao ex-ministro de Bolsonaro colaborar com Esteves na estruturação de seus negócios em mídia. O uso do plural, no entanto, não cabe mais. A julgar pelo que diz o BTG, Esteves parou na Exame

#André Esteves #BTG #Fabio Faria

Política externa

Lula vai à Angola e Angola vem ao Brasil vender o seu petróleo

21/08/2023
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O petróleo terá um papel central na pauta da visita de Lula a Angola, nos próximos dias 25 e 26.Os angolanos pretendem buscar investidores no Brasil para atuar na exploração e produção de óleo e gás. Segundo tratativas preliminares entre os dois países, a própria Agência Nacional de Petróleo, Gás e Bicombustíveis de Angola pretende realizar um road show no Brasil para promover suas futuras rodadas de licitações. Há uma marcada logo ali na frente, em 30 de setembro, quando a agência vai leiloar as bacias terrestres de Kwanza e do Congo. Em tempo: cabe recordar que, em um passado recente, a Petrobras já teve operações de exploração e produção no continente africano, mais precisamente em Angola, Benin, Gabão, Tanzânia e Namíbia, por meio de uma joint venture com o BTG. Um negócio de incômoda lembrança tanto dentro da estatal quanto para André Esteves. Em 2019, a Lava Jato investigou suspeitas de irregularidades na venda dos ativos ao banco. 

#Angolana #BTG #Lula #Petrobras

Negócios

Seguradora da Vinci Partners entra no radar do BTG

2/06/2023
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O BTG é um dos candidatos à compra da Austral, companhia de seguros e resseguros controlada pela Vinci Partners, de Gilberto Sayão. O mandato de venda da empresa está nas mãos da consultoria Seneca Evercore. A Austral fechou 2022 com R$ 5,2 bilhões em ativos, um aumento de 33% em relação ao ano anterior, além de um faturamento de R$ 3 bilhões. O interesse do banco de André Esteves repousa, sobretudo, na carteira de resseguros da empresa. Os prêmios ganhos somaram R$ 1,4 bilhão no ano passado, um salto de 65% na comparação com 2021. Por falar em salto, a eventual compra da Austral permitiria ao BTG galgar várias posições no ranking brasileiro do setor de resseguros, saindo da 9ª posição para o top four, atrás apenas do IRB, Munich Re e Mapfre. Procurado pelo RR, o BTG informou que não comentaria o assunto. A Vinci, por sua vez, não retornou. 

Ressalte-se que esta não é a primeira vez que a Vinci coloca a Austral sobre o balcão. Nos últimos cinco anos, a gestora fez ao menos duas tentativas de negociar a empresa. Em uma dessas ocasiões, esteve perto de fechar negócio a chinesa Fosun, mas, na hora H, o acordo micou. 

#BTG #Gilberto Sayão #Vinci Partners

Negócios

Fundo canadense quer aumentar participação na V.tal

26/04/2023
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De acordo com informações apuradas pelo RR, o fundo de pensão CPPIB tem planos de aumentar sua participação na V.tal. No ano passado, os canadenses aportaram cerca de R$ 2,5 bilhões para ficar com 8,7% da empresa de redes de fibra óptica controlada pelo BTG. O CPPIB tem interesse em comprar parte das ações ainda em poder da Oi, que ainda mantém uma fatia em torno de 42%. Os canadenses querem comprar: a operadora de telefonia, às voltas com a sua segunda recuperação judicial, quer vender. A negociação, no entanto, depende de uma complexa articulação junto à Anatel. O entendimento da Agência é que a OI é obrigada a manter a sua participação na V.tal, uma vez que os ativos da companhia são considerados bens reversíveis. Trata-se de uma figura que remete aos primórdios da privatização da telefonia no Brasil. São considerados bens reversíveis equipamentos, infraestrutura ou qualquer outro ativo, móvel ou imóvel, “essenciais e efetivamente empregados para assegurar a continuidade e a atualidade da prestação”.  

#BTG #CPPIB #V.tal

Empresa

Oi entra na Justiça para vender V.tal

29/03/2023
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A Oi pretende entrar na Justiça contra a decisão da Anatel, que proibiu a empresa de vender integralmente o restante da sua participação de 42% na V.tal. O presidente da agência reguladora, Carlos Baigorri, já sinalizou que os ativos da empresa de rede de fibra ótica são considerados bens reversíveis. A figura remonta aos primórdios da privatização da telefonia no Brasil. São considerados bens reversíveis equipamentos, infraestrutura ou qualquer outro ativo, móvel ou imóvel, “essenciais e efetivamente empregados para assegurar a continuidade e a atualidade da prestação”. O entendimento da Anatel é que a Oi, pelo contrato de concessão, tem de manter o “controle” sobre esses bens, ou seja, uma participação de pelo menos 20%. Para a companhia, em sua segunda recuperação judicial, a determinação da Anatel é o pior dos mundos. A V.tal, controlada por fundos do BTG, é o último grande ativo da Oi. Sua participação estaria avaliada em aproximadamente R$ 8 bilhões. Procurada pelo RR, a Oi não quis se pronunciar. 

#Anatel #BTG #Oi #V.tal

Finanças

Itaú entra na disputa pelo Credit Suisse no Brasil  

13/03/2023
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Agora, no final da tarde, circulou no mercado que o Itaú vai comprar a operação brasileira do Credit Suisse. O banco helvético seria o BBA da vez – uma alusão ao BBA Creditanstalt, adquirido pelos Setúbal em 2002. Pode ser. Mas lembremos que o BTG já andou estudando a mesma operação e estaria no páreo, segundo fonte bem posicionada do RR. E o Credit Suisse não dá demonstrações de que pretende deixar o país. Mas a verdade é que o banco suíço atravessa um momento difícil, no exterior. Consultado pelo RR, o Itaú não quis comentar o assunto. O Credit Suisse, por sua vez, afirmou que “não confirma a informação de que o Itaú está em negociações para comprar a operação brasileira. 

Se for sério o boato de aquisição, a hora seria essa. A investida provocaria mudanças no capital societário de um outro badalado asset: o Credit Suisse detém 25% Fundo Verde, do falante Luis Stuhlberger. Agora, segundo a newsletter Brazil Journal, a Lumina Capital Management, de Daniel Goldberg, estaria comprando um pedaço do Fundo Verde. A aquisição do Credit Suisse, portanto, faria um rolo na consolidação do setor. O RR acha que o negócio estaria mais para o BTG, pois o Itaú já tem uma operação de atacado consolidada. E também pode ser uma fofoca provinda do próprio pessoal do Itaú ou do Credit Suisse. Aguardemos o desenrolar do fio dessa meada.  

#Banco Itaú #BTG #Credit Suisse #Itaú

Economia

André Esteves entra de “penetra” na reforma tributária

2/03/2023
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Entre os ministros, governadores, dirigentes empresariais e acadêmicos que participarão de um megaevento amanhã, no Rio de Janeiro, para discutir a reforma tributária, o nome de um expositor em especial gerou estranheza: o do chairman do BTG, André Esteves, que, pela programação, falará depois do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Não consta qual a contribuição que Esteves poderá dar a esse debate. Tradicionalmente, o banqueiro é tido como penetra em eventos que tenham autoridades governamentais, independentemente da coloração ideológica do partido no Poder. Esteves é um pragmático. No governo Dilma Rousseff, era o “melhor amigo” de Guido Mantega. Já na gestão de Jair Bolsonaro, trocava figurinhas com o ex-sócio Paulo Guedes diuturnamente. Não faltou quem dissesse que o BTG era a casa de espetáculos de Guedes tamanho o número de vezes em que foram realizados eventos para que o ministro comparecesse e fizesse seu show.

#André Esteves #BTG #Jair Bolsonaro

Negócios

Fabio Faria quer juntar as pontas entre André Esteves e Elon Musk

20/01/2023
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O ex-ministro das Comunicações Fabio Faria, que está assumindo um cargo no BTG – como informou o colunista Lauro Jardim, de O Globo –, elegeu como uma de suas primeiras missões costurar uma parceria entre André Esteves e Elon Musk. O alvo seria o setor de telecomunicações, aproveitando sinergias entre a Space X, empresa de satélites de Musk, e a V.tal, companhia de redes de fibra óptica controlada por fundos do BTG. Faria estabeleceu alguma proximidade com o bilionário por conta das tratativas em torno do acordo entre a Space X e o governo Bolsonaro para levar internet por satélite à Amazônia. Por sinal, Esteves foi um dos empresários brasileiros que participaram do célebre encontro entre Musk e Bolsonaro, em maio do ano passado, quando o projeto foi anunciado. 

#BTG #Fabio Faria

Negócios

V.tal estica sua fibra óptica pela América Latina

3/01/2023
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A V.tal, controlada por fundos de investimentos do BTG, tem planos de expandir suas operações na América Latina com a compra de redes de fibra óptica. Na mira, países como México e Peru. Criada a partir de um spin-off da Oi, que também é sua acionista, a empresa já está presente nos Estados Unidos, Colômbia, Argentina, Chile, Venezuela. A entrada nesses países se deu com a aquisição da Globenet, companhia de cabos submarinos. Fôlego financeiro para a expansão não faltará: a V.tal acaba de receber um aporte de R$ 2,5 bilhões da CPP Investments, maior fundo de pensão do Canadá.

#BTG #Globenet

Negócios

Oi enfrenta teste de fogo com emissão de dívida

20/12/2022
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A Oi deve anunciar até fevereiro uma emissão de dívida, com o objetivo de alongar seu passivo. Uma das ideias é oferecer como garantia ações da V.tal. Trata-se da empresa de infraestrutura de rede controlada pelo BTG e criada a partir da cisão de ativos de fibra óptica da própria Oi. A operadora ainda mantém 42% do capital da V.tal. A captação é vista pela direção da Oi como um teste de fogo: será a primeira grande operação de mercado da empresa após o encerramento da sua recuperação judicial.

#BTG #Oi

Negócios

André Esteves quer fazer a América (Latina)

29/11/2022
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México e Colômbia são as próximas paradas do BTG. Segundo o RR apurou, o banco de André Esteves planeja lançar uma plataforma de investimentos nos dois países até o fim de 2023. Trata-se de um projeto expansionista que mira os principais mercados da América Latina: recentemente, o BTG iniciou uma operação nos mesmos moldes no Chile. De acordo com a mesma fonte, a investida seria acompanhada da compra de corretoras ou mesmo fintechs. No caso da Colômbia, esse terreno já começou a ser preparado, com a aquisição da Bolsa y Renta. Consultado pelo RR, o BTG não quis se manifestar. 

#André Esteves #BTG #Colômbia #México

Negócios

André Esteves já busca um lugar ao lado do próximo ministro da Fazenda

28/11/2022
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O BTG pode não ser o banco do coração do PT. Mas nenhum banqueiro se esforça mais do que André Esteves para cativar os ministros da Fazenda petistas. Com Guido Mantega, Esteves teve um caso explícito de acesso e interação. A história, como se sabe, foi parar até nos jornais. O RR, à época, encontrou os dois tricotando, em canto mais reservado e pouco iluminado do finado Hotel Maksoud Plaza. O local era o recinto escolhido para os jantares discretos. O papo fiado foi registrado nesta newsletter. Mas Mantega é água passada. Agora, Esteves está cercando Haddad. O hedge do banqueiro começa na primeira hora do primeiro rumor. Se der Persio Arida na Fazenda, a relação está mais que construída. Arida foi presidente do BTG, durante o período que Esteves, até injustamente, experimentou as agruras do cárcere. Mas com Haddad é um convívio a ser conquistado. E Esteves é um craque nesse assunto. Quem viu sua performance no almoço da Febraban, na última sexta-feira, quando se sentou bem ao lado de Haddad, assistiu aos sorrisos, comentários e salamaleques. Não dá para dizer que a proximidade com Esteves não tenha o seu lado positivo. O RR acha que o banqueiro do BTG e outros financistas, tais como André Jakurski e Luis Stuhlberger, são craques em enxergar a conjuntura por ângulos raros. Eles têm o que aconselhar. Mas sabe como é que é: quem dorme com os olhos dos outros não acorda a hora que quer. 

#André Esteves #BTG #Guido Mantega #PT

Negócios

BTG avança sobre o Banco Alfa

16/11/2022
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Há uma forte especulação no mercado de que o BTG já teria firmado um acordo de exclusividade com as herdeiras de Aloysio Faria para negociar a compra do Banco Alfa. A instituição soma aproximadamente R$ 25 bilhões em ativos – um grão de areia no oceano do BTG, com seus mais de R$ 450 bilhões em volume total de ativos. Ainda assim, herdaria uma operação sólida e saudável, com destaque para a carteira de crédito, com um dos mais baixos índices de inadimplência do mercado. Segundo o último balanço do Alfa, 99,2% dos empréstimos estão classificados entre os níveis de risco AA a C, ou seja, um patamar máximo de provisão de apenas 3% das operações. Consultados pelo RR, BTG e Banco Alfa não se pronunciaram. 

#Banco Alfa #BTG

Economia

A ronda de Esteves

4/11/2022
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O presidente do BTG, André Esteves, tem tentado seduzir os potenciais nomes para a futura equipe econômica do governo Lula. O cerco de Esteves é amplo: tem conversa até com candidatos considerados menos prováveis. Mas o banqueiro, de uma forma ou de outra, sempre esteve perto do PT.

#André Esteves #BTG #Lula

Destaque

O sonho helvético de André Esteves

21/10/2022
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André Esteves pretende ou não comprar o Credit Suisse? Essa era a pergunta feita ontem por executivos do próprio BTG. A crise do banco helvético reavivou um antigo sonho de Esteves: colocar os dois pés na Suíça e ter uma operação bancária de abrangência global. Há alguns caminhos para o negócio, uns mais curtos outros mais longos. A hipótese de compra de ações em bolsa seria a menos provável, uma vez que levaria um certo tempo para o BTG montar uma posição relevante. Outra possibilidade, essa com maior chance de êxito, seria o banco de André Esteves entrar aportando capital no Credit Suisse, em um voo solo ou ao lado de eventuais parceiros. De acordo com a Bloomberg, Abu Dhabi e Arábia Saudita estudam fazer uma injeção de recursos na instituição suíça por meio de seus respectivos soberanos, Mubadala e o Public Investment Fund (PIF). Procurados pelo RR, o BTG e o Credit Suisse não quiseram se manifestar.

O Credit Suisse precisa de um aporte no curtíssimo prazo. O banco tem hoje um rombo de capital da ordem de US$ 4,5 bilhões. Um relatório da Goldman Sachs aponta que, no ritmo atual, esse buraco pode chegar a US$ 8 bilhões em 2024, devido ao momento de “geração de capital mínima”. Para ganhar tempo, o Credit Suisse estuda se desfazer de participações acionárias, como uma fatia no Six Group, que administra a bolsa de valores de Zurique, 8,6% da gestora espanhola Allfunds e uma joint venture com a American Express, conforme publicou o Financial Times.

O Credit Suisse soma cerca de US$ 700 bilhões em ativos totais, ou algo em torno de R$ 3,9 trilhões. O BTG, por sua vez, tem pouco mais de R$ 450 bilhões em ativos totais. Dito assim, pode soar como uma mordida grande demais para a embocadura do banco brasileiro. No entanto, não obstante esses números, é importante ressaltar que o Credit Suisse não é mais aquele e vive um momento de notória vulnerabilidade, que se reflete na atual discrepância entre o valor de mercado das duas instituições. Desde o início do ano, com o agravamento dos rumores sobre a sua situação financeira, o banco suíço perdeu mais 50% do seu market cap. Hoje, tomando-se como base a cotação em bolsa, o Credit Suisse vale apenas meio BTG – no fechamento de ontem, o banco brasileiro estava avaliado em quase R$ 125 bilhões. Mais do que isso: hoje, o Credit Suisse é tido como um banco à beira do precipício.

Não é de hoje que André Esteves acalenta o desejo de iniciar uma saga helvética. Pouco após recomprar o velho Pactual do UBS, em 2009, tentou adquirir o controle do próprio banco suíço. Passados 13 anos, e alguns percalços pelo caminho, o BTG encontra-se em um momento de notória prosperidade. Entre março e junho deste ano, registrou os maiores resultados trimestrais da sua história. O lucro de R$ 2,1 bilhões foi 26% superior ao registrado em igual período em 2021., A receita, por sua vez, subiu 19,7% no mesmo intervalo, chegando a R$ 4,5 bilhões. Entre junho de 2021 e junho deste ano, o volume de ativos de terceiros sob gestão subiu de R$ 880 bilhões para aproximadamente R$ 1,1 trilhão.

A eventual compra do Credit Suisse faria jus à ousadia e à competência de André Esteves que o caracterizam desde os primeiros passos no velho Pactual. Ao mesmo tempo, a entrada na Europa diferenciaria o BTG do movimento de outros bancos brasileiros que miram notadamente a América Latina e a aquisição de instituições de menor porte. O Credit Suisse é um dos mais míticos bancos de investimento do mundo. Fundado em 1856, carrega um capital humano de alta qualificação, tem uma vasta capilaridade e é um brand que consta em qualquer lista do top ten do setor. É um dos líderes globais do cobiçado segmento de gestão de fortunas.

#BTG #Credit Suisse #Mubadala

Balanceamento

19/08/2022
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A direção da Estapar, rede de estacionamentos controlada pelo BTG, trabalha com uma ideia fixa: reduzir a relação dívida líquida/Ebitda para cinco vezes até o fim do ano – informação confirmada ao RR pela própria empresa. Hoje, esse múltiplo é 7. Nada que se compare a 2021. O passivo virou um carro sem freios, chegando a 18 vezes o Ebitda.

#BTG #Ebitda #Estapar

Modus operandi

18/07/2022
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Recomenda-se aos demais bancos que sigam o exemplo do BTG e da XP. Ambos realizam pesquisas eleitorais, têm acesso aos dados antes e depois divulgam com estardalhaço. Se essa é a práxis, então que se locupletem todos.

#BTG #XP Investimentos

Modus operandi

18/07/2022
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Recomenda-se aos demais bancos que sigam o exemplo do BTG e da XP. Ambos realizam pesquisas eleitorais, têm acesso aos dados antes e depois divulgam com estardalhaço. Se essa é a práxis, então que se locupletem todos.

#BTG #XP Investimentos

Assédio na Faria Lima não sai do armário

1/07/2022
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A Caixa Econômica não é o único anfiteatro de assédio sexual do mercado financeiro, um dos setores onde grassa o maior desrespeito a mulheres. Na mão inversa da provinciana Brasília, encravada na Faria Lima, a lascívia corre solta que nem dólares e criptomoedas. Em dias nem tão distantes assim, um episódio de descontrole verificou-se na Necton Investimentos, uma das maiores empresa de agentes autônomos comprada pelo BTG.

O protagonista foi um dos mandarins do negócio, que tem sob seu controle uma carteira de R$ 10 bilhões. O dito cujo insistiu de todas as maneiras em abduzir, para não dizer outra palavra, uma lady das mais influentes da casa. A dama não só resistiu como deixou a endinheirada empresa, não sem antes enviar um sugestivo “presente” que resumia seu pensamento nada cortês pelo personagem.

Aliás, reza a lenda que o mandarim em questão não dorme há dois dias desde que o episódio da CEF explodiu nas mídias e o seu caso ganhou vida própria na rádio corredor da Necton. Todo mundo sabe da história, vergonha individual que se tornou corporativa. O vexame chegou ao BTG. Como se sabe, André Esteves detesta esse tipo de procedimento. A ver as consequências. Consultada, a Necton, como não poderia deixar de ser, informou que “não tem conhecimento de nenhuma denúncia apresentada sobre o tema e, após as devidas checagens internas, nega veementemente as informações apresentadas.”

#BTG #Caixa Econômica #Faria Lima

Créditos à vista

15/06/2022
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A Enforce, leia-se BTG, é forte candidata à compra da carteira de créditos duvidosos do BRB (Banco Regional de Brasília), da ordem de R$ 1,2 bilhão.

#Banco Regional de Brasilia #BTG #Enforce

Banco rubro-negro

9/05/2022
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Os bastidores da criação da nova liga de futebol pegam fogo. O bloco liderado pelo presidente do Athletico-PR, o empresário Mario Celso Petraglia, quer tirar o BTG da mesa de negociações. A alegação é que o banco faz o jogo do Flamengo. E só do Flamengo.

#Athletico-PR #BTG #Flamengo

O day after do IPO do BV

21/02/2022
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Com anos-luz de atraso, o BV (antigo Banco Votorantim) pretende correr atrás da XP e do BTG. O banco dos Ermírio de Moraes tem planos de se tornar um consolidador de escritórios e plataformas de agentes autônomos. Uma parte dos investimentos necessários para a empreitada viria do seu IPO. Aliás, não custa lembrar que o RR antecipou, na edição de 9 de fevereiro, a abertura de capital do BV e as negociações para o fim da sociedade com o Banco do Brasil – informação publicada pelo jornal O Globo na última sexta-feira.

#Banco Votorantim #BTG #Ermírio de Moraes #XP Investimentos

A velha história da mulher de Cesar

12/11/2021
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Existem certas condições para evitar uma relação de promiscuidade entre o setor público e a iniciativa privada que deveriam ser repensadas para o bem da ética. Seria o mínimo. Mesmo o período de quarentena imposto a influentes assessores do Ministério da Economia e do Banco Central parece ser insuficiente. O caso do ex-secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, detentor de todas as informações fiscais do governo, é um exemplo didático. Em um momento em que o BC, em suas diversas atas, diz que a formação da taxa de juros dependerá da equação fiscal, o passe de Mansueto foi às alturas. O BTG entendeu isso desde a primeira hora. O economista chegou a ser sondado para ser o “Posto Ipiranga II”. Um convite sem autorização do presidente Jair Bolsonaro, segundo o Posto Ipiranga titular, Paulo Guedes. Em tempo: André Esteves, que virou “secretário do Tesouro”, por alguns minutos, devido a um ato falho de Guedes, está satisfeitíssimo com Mansueto. Poderia ser de outra forma?

#Banco Central #BTG #Jair Bolsonaro #Paulo Guedes

Mais um no time

5/11/2021
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A aprovação do clube-empresa no Brasil tem atraído uma série de instituições financeiras para o mercado da bola. Depois do BTG e da XP Investimentos, agora é o Itaú BBA que está entrando em campo para assessorar clubes no processo de abertura de capital e na busca por investidores.

#BTG #XP Investimentos

Panelaço

3/11/2021
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A Tramontina estaria em conversações para a compra da fabricante de panelas Brinox, controlada pela gestora argentina Southern Cross. A negociação é conduzida pelo BTG.

#BTG #Tramontina

Uma operação casada contra Paulo Guedes

11/10/2021
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Ao que parece, o Congresso lançou, em dobradinha, uma espécie de “Operação Paulo Guedes”. O RR apurou que a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado planeja convocar o ministro da Economia para explicar a venda da carteira de créditos do antigo Banco Econômico para o BTG, de André Esteves, seu antigo sócio. Ressalte-se que Guedes já foi chamado pela Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos sobre seus depósitos de US$ 9,5 milhões em uma offshore. Há muito de vendetta contra o ministro, que, verdade seja dita, tem se sacrificado na relação com o Congresso e o STF.

#BTG #Paulo Guedes

Trabalho de campo

30/09/2021
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O fundo de pensão holandês APG busca parceiros para a compra de terras no Brasil. Ressalte-se que a fundação é sócia do BTG em reservas florestais no Chile. E que o banco lançou recentemente um fundo para a compra de terras. De repente, dá match.

#BTG

Rasante

22/09/2021
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O BTG está procurando sócios para a companhia aérea chilena Sky Airline. No ano passado, com a assessoria do banco, a empresa chegou a estudar uma oferta de ações, mas o céu não está para isso. Procurados, o BTG e a Sky Airline não se pronunciaram.

#BTG #Sky Airline

Substituição à vista

10/09/2021
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A WTorre está procurando um novo banco para ser parceiro do projeto de reforma e gestão da Vila Belmiro, estádio do Santos. A tabelinha com o BTG perdeu gás. Procurados, WTorre e BTG não se pronunciaram.

#BTG #WTorre

BTG venture capital

1/09/2021
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Já há uma fila de startups na porta do BTG. O banco de André Esteves prepara o lançamento de um novo fundo de venture de capital. O valor captado deve oscilar entre US$ 80 milhões e US$ 100 milhões. Procurado, o BTG não quis se manifestar.

#BTG

Madeira

11/08/2021
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A chilena Arauco, fabricante de painéis de madeira, é candidatíssima à compra de ativos florestais no Brasil. Curiosamente, em maio a empresa vendeu florestas no Chile para um fundo do BTG.

#Arauco #BTG

BTG na Colômbia

26/05/2021
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Mesmo com a convulsão social na Colômbia, o BTG está acelerando o passo para abrir seu banco naquele país – operação aprovada pelo BC em novembro passado. Segundo o RR apurou, a instituição de André Esteves deverá desembolsar cerca de US$ 120 milhões em capital para dar a partida na filial.

#BTG

Farsa da venda da Globo tem um forte suspeito

17/03/2021
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O mar de postagens sobre a rocambolesca história de que a J&F estaria comprando a Globo leva ao Palácio do Planalto. O RR conversou com um bruxo do Congressoque identificou a digital do clã dos Bolsonaro por trás da espetaculosa operação feita na internet no último sábado sobre a “venda” do grupo de comunicação. A informação bombou nas redes sociais durante toda a madrugada do dia 13 de março, com um impulsionamento milionário e uma escala de postagens que só poderia ser feita por uma tropa de choque.

É redundante falar sobre a animosidade entre o presidente Jair Bolsonaro e a Globo e a competência da família para operar nas mídias sociais. A plantação de que a J&F estaria comprando a Globo tem pelo menos dois meses. Esse foi o tempo em que a desinformação chegou antecipadamente ao RR. A Globo sabe disso. A newsletter não levou a questão a sério. Há cerca de uma semana, o assunto voltou à baila.

O mesmo “vírus do M&A”, igualzinho, foi inoculado junto a um operador do mercado financeiro badalado nas mídias. O personagem cantou a pedra para o RR. A newsletter desacreditou a história mais uma vez. O enredo não tem nem pé nem cabeça pelas mais variadas razões. Joesley Batista, um dos principais acionistas da J&F, tem relação pessoal com os controladores da Globo.

Não custa lembrar também que a empresa de Batista é um cliente pesado do grupo de comunicação. O BTG, o coadjuvante da história, até poderia ter analisado os ativos da Globo e enviado um report para a J&F. Mas, da mesma maneira, não faria sentido divulgar o que seria um dos maiores negócios do país através de um “vazamento monstro” nas redes sociais. O fato é que todas as empresas citadas desmentiram publicamente a veracidade da notícia. Se o procedimento não ocorresse, até caberia a abertura de inquérito pela CVM. O RR sentiu a pulsação de alguns dos players em relação a uma suposta autoria dos Bolsonaro na disseminação da falsa notícia. O diagnóstico é que a participação do clã na operação faz um enorme sentido.

#BTG #J&F #Jair Bolsonaro #Rede Globo

Alto calibre

10/03/2021
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O BTG carrega na cartucheira mais R$ 1 bilhão para a compra de ativos imobiliários. Desde o início de 2020, por meio de fundos próprios, o banco de André Esteves já desembolsou mais de R$ 4 bilhões na aquisição de torres de escritórios e galpões logísticos.

#BTG

Sale

8/03/2021
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A BR Malls está embalando um novo pacote de shoppings para venda. Na última grande “liquidação”, em 2019, sete empreendimentos foram transferidos ao BTG por R$ 700 milhões.

#BR Malls #BTG

Não toma partido

16/12/2020
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  • O ministro Paulo Guedes foi sondado por BTG e XP para que assuma um lado no contencioso sangrento entre as duas instituições. Já mandou avisar que não toma partido, mesmo com todo o carinho que nutre pela antiga casa.

#BTG #Paulo Guedes #XP Investimentos

Tabelinha bilionária

9/10/2020
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Cerca de R$ 1 bilhão. É quanto BTG e WTorre pretendem levantar para montar um fundo de investimento voltado a reforma e gestão de arenas esportivas. A empresa de Walter Torre, não custa lembrar, já é parceira do Palmeiras no Allianz Parque.

#BTG #WTorre

IPO no horizonte

1/10/2020
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Os sócios do C6 Bank, todos egressos do BTG, já conversam sobre o IPO da fintech.

#BTG

Turbulência

14/08/2020
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Contratado pela chilena Sky Airlines para liderar uma captação internacional de US$ 100 milhões, o BTG vai ter fazer acrobacias aéreas para consumar a operação. A situação da empresa é preocupante. Segundo o RR apurou, no limite os acionistas da Sky Airlines cogitam até mesmo recorrer ao Capítulo 11, nos Estados Unidos, a exemplo da conterrânea Latam.

#BTG #Sky Airlines

XP e BTG trocam tiros de alto calibre

21/07/2020
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Vai ficando mais quente o rali entre o BTG e a corretora XP. Ambos disputam raivosamente a exclusividade dos serviços da legião de agentes autônomos de investimentos, que agora se organizam como partnerships em escritórios. O BTG quer comprar participação nos escritórios e a XP quer dar participação aos escritórios no seu capital. As duas hipóteses tem problemas regulatórios.

Os juizados das causas serão o Banco Central e a CVM. Um dos pleitos é a facilitação para que os escritórios de AAI se tornem corretoras. Essas empresas de valores voltariam às pencas, conforme ocorreu nos anos 70 e 80. Mas, BTG e XP já se arranham há algum tempo. Antes as duas instituições se bicavam em um processo judicial, no qual o XP denuncia o BTG devido ao uso de insider information.

Procurado, o BTG não quis se pronunciar. Na área institucional, o BTG estuda fazer um frentão com outros grandes bancos para pressionar o BC a tirar a XP do seu privilegiado limbo regulatório e colocá-la a concorrer de igual para igual. Estuda também publicar anúncios compartilhados questionando as ditas vantagens comparativas da corretora. Falta combinar com as instituições financeiras do andar de cima. A XP está sozinha com todos os grandes bancos contra ela. É bom que os bancões corram antes que XP se transforme no predador no topo da cadeia financeira.

#BTG #XP Investimentos

Amazônia vs. Eneva Energia

25/05/2020
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Parlamentares da Amazônia deverão solicitar ao Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) e ao TCU a abertura de processo para investigar o empréstimo do Fundo Constitucional do Norte (FNO) à Eneva Energia – leia-se BTG e Cambuhy, holding da família Moreira Salles. Deputados de oposição ao governador Wilson Lima levantam suspeições de favorecimento à empresa na concessão de R$ 1 bilhão do FNO, administrado pelo Banco da Amazônia. O valor equivale a 10% de todos os recursos do Fundo e a 50% do orçamento previsto para o estado do Amazonas. Ressalte-se que outro benefício obtido pela antiga MPX já é objeto de investigação no TCE-AM (Processo 763/2019). A Corte apura supostas irregularidades em benefícios fiscais que teriam sido concedidos pelo governo amazonense à Eneva. Em decisão do último dia 5 de maio, o ministro Ari Jorge Moutinho Junior, relator do processo, determinou a comunicação do caso ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao TCU, “em razão das possíveis graves impropriedades relatadas”.

#BTG #Cambuhy

Baixa voltagem

5/05/2020
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O BNDES é o fiel da balança da venda da AES Tietê. O banco trabalha para que a AES aceite a oferta da Eneva – leia-se a Cambuhy, dos irmãos Moreira Salles e o BTG. O banco enxerga uma janela de oportunidade: com o negócio, poderá reduzir sua exposição no capital da AES Tietê de 14,4% para algo próximo dos 6%.

#AES #BNDES #BTG

De fora

15/04/2020
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A julgar pelas ações compartilhadas no combate ao coronavírus ficou claro quem está na primeira e na segunda divisão da banca nacional. BTG e Safra sequer foram cogitados para participar das medidas conjuntas capitaneadas por Bradesco, Santander e Itaú.

#Bradesco #BTG #Itaú #Safra #Santander

Multa milionária

24/03/2020
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A WTorre vai recorrer à Justiça contra a recente derrota que sofreu no Carf. A construtora foi condenada a pagar uma autuação de R$ 400 milhões da Receita Federal em cima de uma intrincada operação de troca de ativos com o BTG. A pendenga se arrasta desde 2011. Resta à WTorre fazer de tudo para que se arraste ainda mais.

#BTG #Carf #WTorre

A guerra fria entre BTG e XP

4/03/2020
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A cúpula da XP cogitou subir o tom e reagir duramente à provocação feita, na semana passada, pelo BTG, que não perdoou as interrupções no sistema da concorrente e disparou no Twitter: “Por aqui, até o momento, nenhuma ocorrência de instabilidade na nossa plataforma.” “Por aqui, nenhuma ocorrência de sócio preso”, teria sido o tiro de canhão sugerido a Guilherme Benchimol, fundador da gestora, no calor dos acontecimentos. Depois, o sangue esfriou e os acionistas da XP, ao que tudo indica, engoliram o episódio a seco. Melhor não comprar certos riscos…

#BTG #XP Investimentos

BR Malls põe mais dois shoppings na vitrine

8/11/2019
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A BR Malls estaria em conversações com a Hedge Investment para a venda dos shoppings São Luís, no Maranhão, e Via Brasil, no Rio de Janeiro. A dupla negociação envolveria algo em torno de R$ 200 milhões. Trata-se de mais um movimento da BR Malls para seu portfólio. Em julho, a empresa vendeu sete shoppings de uma só vez para um fundo do BTG

#BR Malls #BTG

Aportes sucessivos

5/11/2019
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O C6 Bank, banco digital formado por ex-sócios do BTG, estaria prestes a receber mais um aporte capital. O mais recente foi de aproximadamente R$ 100 milhões

#BTG

Renova Energia em busca de uma luz

25/10/2019
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O BTG está muito bem cotado no governo mineiro para assumir o processo de recuperação judicial da Renova Energia e, sobretudo, buscar um comprador para a empresa. São R$ 3 bilhões em dívidas sobre a mesa, à espera de solução. A Cemig é o principal acionista da companhia de energia renovável, com 36%.

#BTG #Cemig #Renova Energia

Feitiço do tempo

24/10/2019
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Em um mundo idealizado, o sócio controlador da JGP, André Jakurski, bem poderia ser partner e CEO do BTG. Jakurski foi um mito entre os operadores de mercado e chefe de André Esteves, quando era um dos donos do Pactual. Posteriormente, tornou-se sócio de Paulo Guedes, também parceiro no Pactual. Originalmente, Guedes é o “G” do JGP. Jakurski é respeitadíssimo no mundo dos bankers. Ele seria um cleaner perfeito para o BTG, mais especificamente da presença de Esteves no BTG. Recentemente, Jakurski tem sido chamado para eventos de finance show patrocinados pelo banco. Os dois parecem se entender às mil maravilhas. Pena que a realidade seja tão madrasta.

#BTG

Palocci estraga os planos de André Esteves

10/10/2019
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A recente delação de Antônio Palocci acusando André Esteves de insider information vai mudar os planos do banqueiro. Esteves, que retornou de mansinho no ano passado à posição de sênior partner do BTG, tornou-se um comprador compulsivo de ações do próprio banco, ampliando bastante sua já expressiva participação acionária. O próximo passo seria retornar ao posto de presidente da instituição. A deduração de Palocci, por motivos óbvios, abortou o plano. A decisão foi tomada em reunião informal com os principais sócios. Ganha o BTG.

#Antônio Palocci #BTG

Blindagem

29/07/2019
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A Caixa Econômica, sócia do BTG no Banco Pan, tem cobrado providências urgentes para a redução do número de reclamações dos clientes da instituição. O Pan liderou o ranking de queixas do BC no segundo trimestre. O temor da Caixa é que a má reputação do banco acabe contaminando sua própria imagem.

#Banco Pan #BTG #Caixa Econômica

André Esteves minera o maior banco de blockchain do mundo

18/07/2019
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A volta de André Esteves ao comando do BTG promete ser cesarista. Os planos incluem a aposentadoria do modelo mais radical de partnership, que caracterizou o regime societário do banco desde os tempos em que se chamava Pactual. Esteves pretende ser controlador “mesmo”, no estilo dos Setúbal e dos Moreira Salles com o Banco Itaú, com um domínio societário absolutista dos negócios, algo que durante décadas ele considerou uma fórmula ultrapassada.

O BC já está avisado sobre seu mimetismo, assim como devidamente informado sobre o seu projeto de tornar o banco um gigante de criptomoedas e fundos ativos digitais. Na visão do mais ousado dos banqueiros de investimentos tupiniquim desde Jorge Paulo Lemann, do Banco Garantia, a arquitetura de blockchain permite que uma instituição financeira brasileira almeje o protagonismo internacional. Consultado pelo RR sobre os planos de André Esteves, o BTG negou o projeto de ser uma das maiores instituições do mundo em ativos digitais.

Nega também que esteja buscando parcerias em blockchain e afins. Curioso! Parece que o banco esqueceu que acaba de fechar um acordo com a Dalma Capital, de Dubai, para a emissão de US$ 1 bilhão em ativos “tokenizados” no exterior. A ideia de um BTG full cyber money, uma gigantesca fintech mineradora de moedas digitais, faz nexo e tem todo sentido. André Esteves sempre esteve mais para matemático do que para banqueiro. Ele acredita que o país tem vantagem na estruturação combinada de lastros não convencionais, tais como ativos da natureza e criptomoedas. Esteves não quer desacelerar de jeito nenhum. Vai virar a própria mesa. A jato.

#André Esteves #BTG

Acervo RR

Banco imobiliário

26/06/2019
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A Enforce, empresa de recuperação de créditos do BTG, abriu tratativas com a Caixa. Em jogo, a aquisição de aproximadamente R$ 500 milhões em imóveis retomados pelo banco estatal por inadimplência. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, quer tirar boa parte desse entulho já do balanço deste ano.

#BTG #Caixa Econômica #Enforce

Banco imobiliário

26/06/2019
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A Enforce, empresa de recuperação de créditos do BTG, abriu tratativas com a Caixa. Em jogo, a aquisição de aproximadamente R$ 500 milhões em imóveis retomados pelo banco estatal por inadimplência. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, quer tirar boa parte desse entulho já do balanço deste ano.

#BTG #Caixa Econômica #Enforce

Melhor esperar mais

24/06/2019
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Caso dilua completamente sua participação com o iminente aumento de capital do Banco Pan, a Caixa Econômica vai deixar o negócio com prejuízo. Não obstante sua recente recuperação, no somatório o Pan ainda carrega um prejuízo acumulado de R$ 260 milhões desde 2009, quando a Caixa se associou ao BTG na operação.

#Banco Pan #BTG #Caixa Econômica

Uma página a ser folheada pela CVM

29/03/2019
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A CVM terá de aprender rapidamente a escarafunchar o interesse por trás do conteúdo das publicações. A iminente compra da Exame por André Esteves, o próximo “publisher do mercado de capitais”, vai desaguar em um novo balcão para venda de produtos do BTG, na versão mais ingênua, e disseminação de informações do seu interesse, na versão mais hard. A Empiricus vai ganhar um concorrente à altura, muito mais sofisticado, é claro.

Com a sacada da compra da Exame, pode estar se iniciando uma corrida bancária por revistas quebradas ou sites e newsletters especializados. É uma nova fronteira para a venda de produtos fi nanceiros. As páginas se tornarão prateleiras. Antes que algum aventureiro se pronuncie, o RR informa que não está à venda. Mas examinamos ofertas.

#BTG #CVM

Deep throat

11/02/2019
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André Esteves, há muito, não andava tão atuante em suas relações com a imprensa. O banqueiro é a fonte, em off the records, do contencioso entre o BTG e a XP, comunicando diretamente ou por meio de ventríloquos.

#André Esteves #BTG #XP

Corda bamba

8/10/2018
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O risco da Queiroz Galvão entrar em recuperação judicial aumenta. O RR apurou que o BTG Pactual vai pedir, nos próximos dias, a execução de seus créditos contra a companhia. O Banco Votorantim, por sua vez, já acionou a Queiroz Galvão na Justiça para receber cerca de R$ 400 milhões. No total, a dívida do grupo passa de R$ 10 bilhões.

#BTG

BTG busca outra porta de saída da África

26/09/2018
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O encerramento das tratativas entre o BTG e a Vitol para a venda de 50% da PetroÁfrica não significa necessariamente a permanência do banco da empresa. Segundo o RR apurou, a instituição financeira já abriu outras frentes de negociação. O banco de André Esteves tenta arrancar uma proposta superior à apresentada pela Vitol, da ordem de US$ 1,3 bilhão. Trata-se do mesmo valor ofertado pela trading holandesa para ficar com os outros 50% da PetroÁfrica pertencentes à Petrobras. No fundo, não convém nem à estatal nem ao banco de André Esteves permanecer em um negócio maculado pela Lava Jato.

#BTG

BR Pharma x BTG

17/09/2018
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Paulo Remy, dono da BR Pharma, está disposto a brigar na Justiça contra o BTG, maior credor da empresa, caso o banco não aprove a venda da Farmais. Trata-se da última sobrevivente entre as redes de drogarias que compunham a holding. A briga é antiga. Remy acusa o BTG, ex-controlador da BR Pharma, de ter passado o negócio adiante cheio de “pílulas” fora da validade.

#BR Pharma #BTG

BTG e Mitsubishi manobram em direções opostas

24/08/2018
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A relação societária entre o BTG e a Mitsubishi Motors percorre seus últimos quilômetros. O RR apurou que os sócios do banco pretendem vender sua participação na companhia, representante da marca japonesa no Brasil e controlada pelo empresário Eduardo Souza Ramos. Mesmo que de forma indireta, o movimento pode ser associado ao esforço de higienização da imagem do BTG e de seus acionistas, uma árdua escalada que teve início após a prisão de André Esteves.

A Mitsubishi é considerada um ativo tóxico para a reputação do banco. A montadora desliza a instituição financeira na direção da Operação Zelotes. A Mitsubishi é uma das principais citadas no esquema de compra de sentenças no Carf. Paulo Ferraz e Robert de Macedo Rittcher, ex-executivosda MMC Automotores do Brasil (empresa que detém a licença técnica para comercializar os automóveis da marca Mitsubishi no Brasil), foram condenados em primeira instância. Acabaram funcionando como um escudo para o seu patrão.

Até o momento, Eduardo Souza Ramos tem escapado da Zelotes apenas com algumas escoriações. Foi absolvido em primeira instância por falta de provas. A coabitação entre o BTG e a Mitsubishi Motors é cercada por pontos de interrogação. As partes nunca divulgaram formalmente o tamanho da fatia societária – a informação no mercado é que ela é de 25%. Além disso, o BTG sempre negou ser acionista da montadora. Garante que a participação pertence a sócios do banco reunidos na empresa BTG MB Investments. Não há por que duvidar. De toda a forma, o negócio sempre foi visto dentro da instituição financeira menos como um investimento e mais como uma ação entre amigos, notadamente de André Esteves, chapa de Eduardo Souza Ramos.

#BTG #Mitsubishi Motors

O trio vai virar quarteto

23/07/2018
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Os ex-acionistas do BTG Marcelo Kalim, Carlos Fonseca e Leandro Torres já estariam negociando o ingresso de um investidor estrangeiro no C6Bank, banco digital recém- criado pela tríade.

#BTG

Costela do BTG

4/05/2018
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O trio Marcelo Kalim, Leandro Torres e Carlos Fonseca, que deixou o BTG para criar o C6Bank, já se movimenta para fisgar um cardume de fintechs. O alvo são plataformas digitais voltadas à área de crédito, um dos principais negócios do novo banco.

#BTG

Apoio mútuo

26/03/2018
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O diretor da GRT Partners e fundador do Banco Pactual, Luiz Cezar Fernandes, tem conversado com o controlador do BTG, André Esteves. Os dois, que já se detestaram, hoje mantêm uma relação afetuosa. Fernandes previu no ano passado que o Brasil decretaria o calote da dívida interna em breve. E Esteves permanece encalacrado com processos na Lava Jato.

#Banco Pactual #BTG

Fora, pero no mucho

5/03/2018
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Marcelo Kalim teria acertado com os demais sócios do BTG sua saída do cargo de presidente do Conselho para maio. Segundo o RR apurou, Kalim já se desfez de boa parte das ações da instituição em seu poder. Sua próxima atração seria um banco digital, que deverá ter alguns algoritmos de parceria com o próprio BTG.

#BTG

Duas centenas

28/02/2018
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O total de fintechs compradas por BTG, Bradesco, Safra e Itaú já caminha para duas centenas. Qualquer hora rola um bazar de vendadas ativos que estão sobrando no portfólio…

#Banco Safra #Bradesco #BTG #Fintechs #Itaú

BR Pharma: uma dura lembrança para o BTG

19/01/2018
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O RR teve a informação de que a BR Pharma, hoje pertencente ao investidor Paulo Remy, estuda entrar na Justiça contra o BTG. A instituição financeira é ex-controladora da empresa, que entrou com pedido de recuperação judicial na semana passada. Consultada, a holding de drogarias não quis se pronunciar, alegando se “tratar de companhia de capital aberto”. A newsletter, então, perguntou ao BTG se ele tinha “conhecimento da intenção dos atuais controladores da BR Pharma de acionar o banco na Justiça?”. De uma forma despropositada, em um tom intimidatório, o banco respondeu que “repudia insinuações levianas a seu respeito e reforça que a lei 7.492 de 1986, em seu artigo 3o, tipifica como crime divulgar informações falsas ou prejudicialmente incompletas sobre instituição financeira”. O RR tem compromisso com o furo e ousa fazer pequenas análises, expondo vísceras e vértebras das empresas, muitas vezes com uma linguagem irônica. Devem ser essas as razões para o incômodo anormal demonstrado pelo BTG.

#BR Pharma #BTG #Paulo Remy

A hora é agora

13/12/2017
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A direção do Banco do Brasil avalia uma nova emissão de títulos no exterior. Os ventos sopram a favor das instituições bancárias brasileiras. Nas últimas semanas, Itaú e BTG captaram, respectivamente, US$ 1,25 bilhão e US$ 500 milhões. O próprio BB emitiu em outubro cerca de US$ 1 bilhão em bônus. Foi pouco vis-à-vis à demanda de investidores por papéis, que passou de US$ 5,5 bilhões. Procurado, o banco informou que “analisa regularmente oportunidades de captação em mercado”.

#Banco do Brasil #BTG #Itaú

Política

O nome da vez

11/12/2017
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Como a iminente saída dos sócios Marcelo Kalim, Leandro Torres e Carlos Fonseca, quem deve subir alguns degraus na hierarquia de poder do BTG é o acionista Marcelo Flora, responsável pela área digital do banco.

#BTG

Assunto no BTG

27/11/2017
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A privatização da Eletrobras é assunto forte no BTG.

#BTG #Eletrobras

Back to the game II

16/11/2017
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Mesmo que não volte à presidência ou mesmo ao Conselho do BTG, André Esteves não está resignado a ficar como dono de banco proscrito. Afinal, é o maior acionista da instituição, com 30% do capital. Entre as ações para a sua rentrée em cena, com o devido polimento de imagem, estuda-se no BTG a realização de um summit no ano que vem, no qual seriam discutidos cenários para 2019. O evento contaria com um elenco de conferencistas estrelados. Esteves reaparecia como participante da mesa, emoldurado por Prêmios Nobel e nomes do Olimpo do empresariado. Por ora, no entanto, o banqueiro não tem muito boas notícias: o lucro do BTG no terceiro trimestre caiu 30% em relação a igual período em 2016. Ao mesmo tempo, permanece a prudente expectativa sobre uma eventual delação premiada de Guido Mantega. André Esteves, como se sabe, era unha e carne com o ex-ministro da Fazenda.

#BTG

Cifras na balança

9/11/2017
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O Banco Pan, associação entre o BTG e a Caixa Econômica, celebrou os R$ 157 milhões de lucro amealhados entre janeiro e setembro. Pois agora só faltam R$ 303 milhões para contrabalançar com as perdas acumuladas nos últimos quatro anos.

#Banco Pan #BTG #Caixa Econômica

Acervo RR

Pneu queimado

18/10/2017
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O empresário Eduardo Souza Ramos, sócio da Mitsubishi no Brasil, quer ter a própria montadora japonesa no capital da MMC Automóveis, fabricante e distribuidora da marca no país. A porta de entrada seria a compra da participação de André Esteves e outros acionistas do BTG, em torno de 25%. O problema é convencer os japoneses a embarcar no negócio no momento em que a empresa está maculada pela Operação Zelotes – dois de seus executivos foram condenados por pagamento de propina a conselheiros do Carf.

#BTG #Carf #Mitsubishi #MMC Automotores

Pneu queimado

18/10/2017
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O empresário Eduardo Souza Ramos, sócio da Mitsubishi no Brasil, quer ter a própria montadora japonesa no capital da MMC Automóveis, fabricante e distribuidora da marca no país. A porta de entrada seria a compra da participação de André Esteves e outros acionistas do BTG, em torno de 25%. O problema é convencer os japoneses a embarcar no negócio no momento em que a empresa está maculada pela Operação Zelotes – dois de seus executivos foram condenados por pagamento de propina a conselheiros do Carf.

#BTG #Carf #Mitsubishi #MMC Automotores

Pandemônio

6/10/2017
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Em sua pré-delação, Antônio Palocci está desfiando passo a passo a venda do PanAmericano para o BTG, com destaque especial para as relações entre André Esteves e Guido Mantega.

#Antônio Palocci #Banco PanAmericano #BTG

Seis por meia dúzia

28/08/2017
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A angolana Sonangol demonstrou interesse em ficar com a parte do BTG na Petro África, a joint venture com a Petrobras que tanto deu o que falar. E talvez continue dando: a Sonangol é uma das empresas “controladas” por Isabel dos Santos, filha do ditador angolano José Eduardo dos Santos, prestes a deixar a presidência após 38 anos.

#BTG #Petrobras #Sonangol

Acervo RR

Pague mais

2/08/2017
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O empresário cearense Deusmar Queirós, que domina o varejo farmacêutico no Nordeste, pena agora em avançar para o “Sul Maravilha”. Terceira maior rede de drogarias do país, com vendas de quase R$ 6 bilhões, a Pague Menos estaria em busca de ativos no Rio e em São Paulo. Consta que o grupo chegou a analisar os números da BR Pharma, mas recuou por conta das dívidas do antigo braço farmacêutico do BTG.

#BR Pharma #BTG

Pague mais

2/08/2017
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O empresário cearense Deusmar Queirós, que domina o varejo farmacêutico no Nordeste, pena agora em avançar para o “Sul Maravilha”. Terceira maior rede de drogarias do país, com vendas de quase R$ 6 bilhões, a Pague Menos estaria em busca de ativos no Rio e em São Paulo. Consta que o grupo chegou a analisar os números da BR Pharma, mas recuou por conta das dívidas do antigo braço farmacêutico do BTG.

#BR Pharma #BTG

Fado da despedida

28/07/2017
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O Banif já dispensou boa parte dos funcionários e vendeu seus imóveis no Brasil. Até o início de setembro, deverá encerrar suas operações no país, dentro do plano acordado com o Banco Central. No início do ano, o BTG chegou a negociar a compra das operações do banco português no Brasil, mas recuou. O Banif deixa o mercado brasileiro manchado pelos escândalos na matriz, que levaram à sua intervenção.

#Banco Banif #Banco Central #BTG

Mudanças à vista no controle da BR Brokers

23/06/2017
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O RR encostou o ouvido nas paredes da BR Brokers e auscultou os planos da empresa de fazer uma emissão de ações. A operação abriria caminho para mudanças significativas na estrutura societária. De um lado, a possibilidade de aumento das participações do Morgan Stanley e da Squadra Investimentos, que, juntos, detêm 28% da holding de imobiliárias; do outro, abre-se uma porta de saída para o BTG, que tem 8,4%.

#BR Brokers #BTG

Venda da Estre Ambiental é um rio contaminado pela Lava Jato

6/06/2017
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O empresário Wilson Quintella Filho tem duas prioridades cruciais neste momento: desvencilhar-se da Lava Jato, que insiste em arrastá-lo para o seu redemoinho, e encontrar um comprador para a Estre Ambiental, uma das maiores empresas privadas de saneamento do país. A primeira questão interfere decisivamente na segunda. Interessados na companhia existem. Segundo o RR apurou, há canais abertos de negociação com a espanhola Acciona e a canadense Brookfield.

A mexicana Pasa, que no ano passado esteve muito perto de se associar à Estre, ainda corre por fora. No entanto, mais do que a elevada dívida, que já estaria na casa de R$ 1,5 bilhão, a pressão dos bancos credores e os maus resultados da companhia, o maior entrave à venda do controle vem de outra direção. Todos os resíduos e dejetos da Estre Ambiental parecem escoar para um único local: Curitiba.

O turbilhão da Lava Jato ameaça invadir a Estre dos mais diversos lados. Pode vir dos depoimentos de Fabio Cleto, ex-vice-presidente da Caixa e ex-gestor do FI-FGTS, ao qual a companhia solicitou um aporte de R$ 500 milhões, que acabou não se realizando; ou de uma eventual delação do próprio Eduardo Cunha, o condutor dos passos de Cleto, a quem, digamos assim, recomendou que aprovasse a capitalização da empresa. O maior risco, no entanto, está dentroda própria Estre: o BTG, importante sócio da companhia, com 27,4% do capital.

Os persistentes rumores de que André Esteves já teria feito um acordo de delação premiada calam fundo em Wilson Quintella. É por ali que um veio de lama pode invadir os reservatórios da Estre. Enquanto a venda não sai e o fantasma da Lava Jato espreita à porta, a Estre Ambiental acumula prejuízos.

Até o momento, a empresa não divulgou os resultados de 2016, mas é pouco provável que tenha conseguido estancar a sangria dos anos anteriores: as perdas somadas entre 2013 e 2015 passaram dos R$ 800 milhões. O passivo, por sua vez, teria superado a marca de 3,5 vezes o Ebitda. Wilson Quintella Filho quer distância desta água barrenta. Por todos os motivos.

#Brookfield #BTG #Estre Ambiental #Lava Jato

Esteves ganha espaço

5/06/2017
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Com a deserção de sócios e a iminente saída de outros, a participação de André Esteves no BTG está aumentando. Já foi bem mais glamouroso ser partnership do banco.

#André Esteves #BTG

BTG Digital

9/05/2017
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Cinco meses após abrir seu banco digital, o BTG vai avançar mais algumas casas na operação. Hoje praticamente restrita a investimentos, a plataforma está sendo preparada para possibilitar outras transações, como empréstimos e venda de seguros.

#BTG

André Esteves back to the game?

14/02/2017
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Há uma certa expectativa de que André Esteves ressurja das brumas da Lava Jato amanhã, participando da divulgação dos resultados do BTG e da teleconferência com analistas. Por ora, os acionistas estão rachados em relação ao retorno de Esteves à ribalta. Quem defende sua exposição entende que o banqueiro não tem nada a temer, e a inclusão do seu nome na Lava Jato foi um equívoco. Já estaria mais do que na hora de virar a página e seguir em frente. A presença de Esteves também seria oportuna para demonstrar a unidade dos acionistas no momento em que um dos sócios, o ex-chefe de fusões e aquisições, Marco Gonçalves, foi praticamente expulso em um episódio controverso de inadimplência de um valor ínfimo frente às cifras auferidas pelos donos do BTG. O RR torce pela reaparição do destemido banqueiro.

#BTG #Lava Jato

Hora da verdade

2/02/2017
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Maio é o dead line da Leader Magazine, segundo informações filtradas junto à própria empresa. Este é o tempo que Fabio Carvalho, novo controlador da rede varejista, se deu para renegociar as dívidas de R$ 1 bilhão. Caso contrário, a companhia deverá partir para a recuperação judicial. É a herança da gestão BTG, ex-acionista da Leader.

#BTG #Leader Magazine

Que Deus a ouça…

20/01/2017
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As empreiteiras tiveram uma rara boa notícia, vinda da vice-presidente da Moody ´s Cristiane Spercel. Ontem, durante café da manhã com executivos do BTG, Cristiane afirmou com todas as letras que os projetos paralisados em função de atrasos de pagamento serão retomados. E cravou que as construtoras voltarão aos leilões de concessões.

#BTG #Moody´s

Ansiolítico

12/01/2017
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A BR Pharma, leia-se BTG, teria oferecido o controle da rede de drogarias Big Ben para a norte-americana CVS. Com mais de 260 farmácias, a bandeira esteve perto de ser vendida para o Grupo Ultra. No entanto, as negociações foram suspensas no fim do ano passado por falta de acordo em relação ao preço.

#BR Pharma #BTG #CVS #Grupo Ultra

Do ônus ao bônus

29/12/2016
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Os sócios do BTG discutem a retomada do pagamento de bônus aos administradores em 2017. O valor simbólico é grande: o variável está suspenso desde que o mundo do banco quase caiu.

#BTG

Domínio do fato

21/11/2016
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 Mesmo após a venda da Leader Magazine, a turbulenta passagem pela companhia ainda rende sérios problemas ao BTG. O Banco IBM está entrando na Justiça para cobrar um empréstimo de R$ 65 milhões não honrado pela rede varejista. Alega que o BTG era o controlador da Leader e, em última instância, responsável pelo pagamento do débito.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BTG Pactual e Banco IBM.

#BTG #Leader Magazine

Questão de saúde

11/11/2016
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• Abilio Diniz só pensa em saúde, mais precisamente nas redes de drogarias da BR Pharma/BTG. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Península Participações e BR Pharma.

#BR Pharma #BTG

Teuto e Medley chegam ao seu prazo de validade

26/10/2016
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  A Pfizer e os herdeiros do empresário Valterci de Melo – donos, respectivamente, de 60% e 40% do Teuto – vão anunciar até o início de dezembro a venda do controle do laboratório. Estima-se que a operação, conduzida pelo JP Morgan e pelo BTG, fique em torno de R$ 1 bilhão. Dos seis concorrentes que iniciaram a disputa apenas três entraram na reta final: as gestoras norte-americanas Advent e Bain Capital e a indiana Torrent Pharmaceuticals, já presente no Brasil. A venda do Teuto encerrará uma relação societária esquizofrênica: desde que se uniram, em 2010, a Pfizer e a família Melo vivem num ambiente de hostilidade mútua e alguma dose de paranoia. Os norte-americanos sempre alimentaram a suspeita de que os sócios, à frente da gestão, usaram de artifícios contábeis para inflar os números da companhia e, com isso, aumentar o valor de venda dos seus 40%. Em meio às enfermidades societárias, o Teuto vem apresentando um desempenho financeiro frustrante. Para não perder mercado, abusou de uma agressiva política de preços nas negociações com o varejo – em alguns casos de até 80% –, asfixiando sua rentabilidade. Sua margem Ebitda, que, há dois anos, beirava os 30%, já estaria abaixo dos 15%, o menor índice desde 2012. Procurado, o Teuto não quis comentar o assunto. Torrent, Advent e Bain Capital também não se pronunciaram.  A venda do Teuto terá razoável impacto no mercado de genéricos – segmento responsável por mais de 60% do seu faturamento (R$ 560 milhões no ano passado). O laboratório é o oitavo maior fabricante de medicamentos sem patente do país. Foi exatamente este o fator que atraiu para a disputa a Torrent Pharmaceuticals, que fatura mais de US$ 3 bilhões por ano em todo o mundo. O grupo, que atua há 14 anos no mercado brasileiro apenas importando medicamentos da Índia, está decidido a ter uma produção própria de genéricos no país. O apetite dos indianos pode ser medido pela sua presença nas duas grandes operações de M&A em curso no setor. Além da proposta pelo Teuto, a Torrent também estaria em conversações com a Sanofi Aventis, que teria colocado à venda o controle do Medley – outros candidatos seriam os laboratórios brasileiros Cimed e Aché. Consultada, a Sanofi “não confirma que o Medley esteja à venda”. Cimed e Aché não se pronunciaram.  Esta, sim, seria uma operação capaz de chacoalhar o ranking do mercado brasileiro de genéricos. O Medley é o segundo maior fabricante do país, atrás apenas da EMS . Neste ano, deverá faturar mais de R$ 1 bilhão no segmento. Para o Aché, por exemplo, a aquisição valeria a liderança na venda de genéricos no Brasil, com mais de R$ 1,5 bilhão de receita anual. A exemplo do Teuto, o Medley desperta a cobiça da concorrência mais pela sua estratégica posição de mercado do que exatamente pela performance financeira. O futuro controlador terá trabalho: o laboratório dá prejuízo há dois anos, apesar da profunda reestruturação conduzida pela Sanofi Aventis. Os franceses perderam mais tempo tentando consertar a herança que receberam do que pensando na expansão do negócio. A Medley tinha uma pesadíssima estrutura de custos. Por custos, entenda-se não apenas os corporativos como os de seus controladores. Em um ano, o laboratório teria desembolsado quase R$ 100 milhões para pagar despesas pessoais da família Negão, sua antiga controladora.

#Aché #Advent #Bain Capital #BTG #Cimed #JP Morgan #Medley #Pfizer #Teuto #Torrent Pharmaceuticals

Rasante

22/01/2015
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A alemã Fraport fez uma oferta para comprar a parte da UTC na Aeroportos Brasil Viracopos, que administra o terminal aeroportuário de Campinas. A UTC, como se sabe, está sendo lavada a jato.

#BTG #Sky Airline

Acervo RR

Muito Vivo

12/08/2010
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O presidente da Vivo, Roberto Lima, parece estar em campanha eleitoral. Prestes a enfrentar um processo de fusão com a Telefônica, Lima tem feito um enorme esforço para se aproximar das “bases”. Nas últimas semanas, vem circulando pessoalmente por várias áreas da empresa. Só falta distribuir santinhos.

#Banco do Brasil #BTG #Itaú

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