Arquivos Pátria Investimentos - Relatório Reservado

Tag: Pátria Investimentos

Destaque

Supermercados Sonda entra na lista de compras do Pátria Investimentos

27/03/2026
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A Plurix, braço de varejo do Pátria Investimentos, tem interesse na aquisição dos Supermercados Sonda. Há conversas em andamento com a família Sonda, acionista controladora da empresa, segundo informações que circulam em petit comité no setor. A companhia é avaliada em torno de R$ 3,5 bilhões. Com um faturamento anual superior a R$ 6 bilhões, o Sonda é um dos ativos mais cobiçados do setor supermercadista. Todas as suas 45 lojas, cinco delas com a bandeira Cobal, estão encravadas no maior PIB do país, o estado de São Paulo. No fim do ano passado, a rede esteve perto de ser negociada para o Advent, mas as negociações foram colocadas em banho-maria. O que se ouve no mercado é que a própria família Sonda não chegou a um entendimento sobre a venda da companhia. O capital é dividido entre os irmãos Delcir (50%) e Irani Sonda (25%), além dos dois filhos deste último. Procurados pelo RR, Plurix e Sonda não se manifestaram até o fechamento desta matéria.

Criada em berço esplêndido, o Pátria Investimentos, com seus mais de US$ 50 bilhões sob gestão, a Plurix tem feito M&As em série. O maior deles, em 2024, foi a compra do Grupo Amigão, à época com faturamento na casa dos R$ 4 bilhões. A aquisição permitiu ao braço varejista do Pátria praticamente duplicar seu tamanho. Hoje são aproximadamente 180 lojas e uma receita anual acima de R$ 10 bilhões. A disposição consolidadora da Plurix vai além das prateleiras do Sonda. Até porque o momento é particularmente oportuno para grupos varejistas com liquidez de sobra, como é o seu caso. Os juros elevados e o aumento da inadimplência das famílias têm levado o setor supermercadista a uma situação de estresse financeiro. Os exemplos estão sobre as gôndolas, à vista de todos. O Grupo Pão de Açúcar entrou em recuperação extrajudicial, com dívida de R$ 4,5 bilhões; o St Marche foi pelo mesmo caminho, com um passivo de R$ 530 milhões.  

 

N.R. Após a publicação da matéria, o Sonda Supermercados entrou em contato com o RR, por meio de sua assessoria, para afirmar “de forma categórica que não mantém, neste momento, negociação com a Plurix, do Pátria Investimentos, nem com outro investidor. Não há tratativas em curso envolvendo a venda de participação ou controle da companhia. A empresa permanece concentrada em fortalecer suas operações e ampliar sua presença no varejo alimentar, sempre avaliando oportunidades que estejam alinhadas à sua estratégia de longo prazo.”
O RR mantém a informação publicada.

#Pátria Investimentos

Destaque

Pátria reavalia posição na Athena Saúde após aposta de US$ 1 bi na Banmédica

9/12/2025
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Vender ou não vender a Athena Saúde? Essa é a dúvida hamletiana do Pátria Investimentos. A interrogação é alimentada, sobretudo, pelo recente movimento feito pela gestora, que desembolsou US$ 1 bilhão na compra das operações da UnitedHealth, ex-controladora da Amil, no Chile e na Colômbia. Ao todo, são sete hospitais, 47 centros médicos e 1,7 milhão de clientes de plano de saúde reunidos sob o guarda-chuva da Banmedica. O elevado investimento reposiciona o portfólio de saúde do Pátria e empurra para o centro da mesa a discussão sobre o futuro da Athena. À luz da compra da Banmédica, há na balança razões para a gestora tanto renovar a aposta na empresa brasileira quanto se desfazer do seu controle. A Athena – holding que reúne três operadoras de planos de saúde, 12 hospitais e 57 centros médicos – cresceu por meio de aquisições, consolidou operações regionalmente fortes, mas não teve sucesso em sua tentativa de IPO, algo que na estratégia do Pátria era fundamental como porta de saída da companhia. Neste contexto, a venda da empresa liberaria capital para a integração e expansão da Banmédica. E eventualmente para a compra de outros ativos na América do Sul. A diversificação geográfica, por si só, é vista internamente no Pátria como um diferencial relevante num setor exposto à inflação médica, à judicialização e às incertezas regulatórias do mercado brasileiro.
Do outro lado, há argumentos igualmente plausíveis para manter a Athena na carteira. A plataforma ainda tem espaço para crescer via aquisições regionais e expansão verticalizada, o que pode elevar seu Ebitda e sustentar, no médio prazo, o valuation mais alto. Ao mesmo tempo, a integração da Banmédica exigirá tempo. Abrir mão da Athena agora pode significar a perda de potenciais sinergias futuras entre operações hospitalares e de saúde suplementar no Brasil e no exterior. E há uma razão que talvez seja a mais forte de todas: vender neste momento pode significar um desconto significativo. O valuation da Athena, já há algum tempo, é objeto de questionamentos por parte de investidores. Em 2023, por exemplo, a empresa chegou a estar marcada no fundo V do Pátria a US$ 1,8 bilhão, o que, na ocasião, representava um múltiplo estratosférico e incomum de 150 vezes o EV/Ebitda. Esse sarrafo desceu. Há informações no mercado de que há pouco mais de dois meses o Pátria tem sondado potenciais candidatos à compra da Athena, entre grupos da área hospitalar e private equities. O que se diz é que a sua pedida é de R$ 2,5 bilhões. Mas, ao que tudo indica, ainda existe uma significativa diferença entre o que o Pátria e o mercado acham que a Athena vale. Procurado pelo RR, o Pátria Investimentos não quis comentar o assunto.

#Pátria Investimentos

Mercado

Os últimos exercícios do Pátria Investimentos na Smart Fit

28/05/2025
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Informação que circula em um seleto grupo de gestores: o Pátria trabalha com o horizonte de zerar sua posição na Smart Fit no fim deste ano ou no início de 2026. O timing é regido pelo block trade em bolsa realizado há cerca de 15 dias, quando a firma de investimentos ofertou 16,5% da rede de academias. Na ocasião, o Pátria firmou um lock up de seis meses, comprometendo-se, portanto, a só voltar a vender ações da empresa ao fim desse período.

A gestora chegou ter 40,45% do capital, mas a partir de 2023 passou a reduzir gradativamente sua participação acionária. Mesmo após o recente leilão, ainda permanece com uma fatia de 13,6%, por meio do seu fundo V. Trata-se do segundo maior acionista, atrás da família Corona, com 14,9%.

Na operação, ressalte-se, o Pátria firmou um lock up de seis meses, comprometendo-se, portanto, a só voltar a vender ações da Smart Fit ao fim desse prazo. A cotação do papel, ressalte-se, acumula uma alta de aproximadamente 42% desde o início do ano, apensar da companhia viver um momento de contrastes financeiros. No ano passado, a receita líquida da Smart Fit chegou a R$ 5,5 bilhões, alta de 31% em comparação ao exercício anterior. Em contrapartida, a empresa perdeu rentabilidade: no mesmo período, o lucro caiu 54%, fechando em R$ 539 milhões.

#Pátria Investimentos #Smart Fit

Destaque

St. Marché é o novo alvo do Pátria Investimentos no varejo

6/11/2024
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O Pátria Investimentos é apontado no mercado como forte candidato à compra do controle dos supermercados St. Marché. Há informações de que a gestora abriu conversas para a aquisição dos 70% pertencentes ao fundo norte-americano L Catterton. As negociações são intermediadas pela Vinci Partners, detentora do mandato de venda. O que se diz no setor é que o St. Marché é avaliado em aproximadamente 1,2 vez sua receita anual (R$ 1,4 bilhão), o que daria, portanto, uma precificação da ordem de R$ 1,7 bilhão para 100% do capital. Com base nesse cálculo, a L Catterton estaria pedindo R$ 1,2 bilhão pela sua participação.
O Pátria Investimentos, ressalte-se, não está sozinho na disputa. Os norte-americanos Advent e General Atlantic também manifestaram interesse no St. Marché. Ou seja, o varejo brasileiro está no radar de grandes fundos de private equity. É uma boa notícia, pero no mucho. É tanta crise atrás de crise que os ativos do setor estão depreciados. O próprio Pátria tem adotado uma postura agressiva no segmento.
Em três anos, foram 11 aquisições. A maior delas ocorreu no ano passado: a compra do Atakarejo, rede baiana com receita anual acima de R$ 4 bilhões. Neste ano, o Pátria cravou outra operação de peso, ao incorporar o Grupo Amigão, com cerca de 70 lojas em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul e faturamento superior a R$ 3,5 bilhões. Estima-se que, neste ano, a Plurix, seu braço de varejo, terá um faturamento somado superior a R$ 10 bilhões – sem contabilizar a eventual aquisição do St. Marché. E o Pátria segue à espreita de outros ativos. Em 2023, esteve perto de comprar o Oba Hortifruti das Americanas. A empresa de Jorge Paulo Lemann e cia. recuou e suspendeu a venda. Consta que o interesse do Pátria não arrefeceu.

#Pátria Investimentos #St. Marche

Mercado

Infracommerce deve receber uma transfusão de capital

28/10/2024
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Os principais investidores da Infracommerce – à frente Pátria Investimentos e IG-neous, que juntos detêm 14% das ações – discutem um aporte de capital na companhia. A injeção de recursos se daria em caráter emergencial. A empresa de soluções tecnológicas para a área de e-commerce atravessa delicada situação financeira. Neste mês, a Infracommerce conseguiu fechar um acordo com credores para a reestruturação de dívidas no valor de R$ 640 milhões.

Ainda assim, o que se diz no mercado é que a companhia enfrenta dificuldades para honrar compromissos de curto prazo. Na semana passada, a empresa captou R$ 70 milhões junto à Geribá Investimentos por meio da emissão de notas comerciais, o que dá um alívio temporário, mas não resolve os problemas estruturais de caixa. Procurados, Pátria e IG-neous não se pronunciaram.

#Geribá Investimentos #Pátria Investimentos

Varejo

Pátria quer o antigo lugar da Crescera Capital no Oba Hortifruti

20/09/2024
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O Pátria Investimentos tem um novo alvo no varejo. A gestora está rondando a rede de supermercados Oba Hortifruti, de São Paulo. A companhia tem aproximadamente 70 lojas, com um faturamento previsto para este ano acima dos R$ 2,5 bilhões. O Pátria pode ocupar um lugar que até recentemente pertencia à Crescera Capital, antiga Bozano Investimentos. No início do mês, a empresa de private equity vendeu sua participação no Oba para os acionistas controladores. O Pátria, cabe lembrar, tem diversos tentáculos no varejo. Em junho, comprou o Grupo Amigão, rede de supermercados com atuação no Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em outubro do ano passado, adquiriu a baiana Atakarejo.

#Crescera Capital #Hortifruti #Pátria Investimentos

Empresa

Pátria e Ig-Neous viram e reviram o passado da Infracommerce

19/08/2024
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A grave crise financeira da Infracommerce – revelada pelo Valor Econômico, na edição da última quinta-feira – é resultado de decisões estratégicas equivocadas e circunstâncias adversas da economia ou tem algum caroço debaixo desse angu? Essa é a pergunta que ecoa não apenas no mercado, mas entre os próprios sócios da plataforma de serviços logísticos. Há informações de que o Pátria Investimentos e a IG-Neous, os dois principais acionistas da Infracommerce, teriam iniciado uma investigação contábil e jurídica na empresa. As duas gestoras no creen en brujas, pero saben que las hay, las hay.

Pátria e IG-Neous querem destrinchar as práticas contábeis, além de negociações e contratos firmados até março deste ano. Na posição que ocupam e dado o zelo com que as duas gestoras costumam conduzir seus investimentos, estranho seria se fizessem o contrário. A linha de corte (março) demarca justamente o momento em que Pátria e IG-Neous se tornaram os maiores acionistas da Infracommerce. Cabe lembrar que bastou a dupla colocar o pé na empresa para o então CEO, Kai Schoppen, deixar o cargo por decisão unânime do board, dando lugar a Ivan Muria.
Um dos casos mais intrigantes é a aquisição da Synapcom. Conforme consta nos próprios demonstrativos financeiros da Infracommerce, a empresa foi comprada em 2021 por R$ 1,2 bilhão.
Dois anos depois, virou poeira. A Infracommerce lançou em balanço uma baixa de R$ 1 bilhão referente ao valor da Synapcom. No momento, além de cavoucar o passado, o outro grande desafio do novo management é concluir as negociações com os bancos credores para a repactuação de uma dívida de R$ 650 milhões. Esse passo é determinante para afastar o risco de uma recuperação extrajudicial. Ou coisa pior. Procurados, Infracommerce, Pátria e IG-Neous não se manifestaram.

#Pátria Investimentos

Destaque

Pátria Investimentos elege seus novos alvos em transição energética

29/07/2024
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O Pátria Investimentos pretende montar um arco expressivo de participações em empresas de energia renovável. Há informações no setor de que a gestora de recursos estaria em tratativas avançadas com o fundo norte-americano Castlelake para a compra do controle da Ibitu Energia. A empresa é avaliada em aproximadamente US$ 500 milhões. A aquisição representaria um salto expressivo para a Essentia, braço do Pátria para investimentos em transição energética.

A companhia adicionaria ao seu portfólio usinas eólicas e hidrelétricas em Minas Gerais, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Santa Catarina com mais de 800 MW de capacidade instalada, além de projetos no pipeline da ordem de 1,2 GW. Trata-se de uma descarga de energia que permitirá à Essentia mais do que dobrar de tamanho – hoje, sua carteira é de 1,7 GW, somando-se geradoras já em operação e investimentos em curso. Procurados, Pátria Investimentos e Castlelake não se pronunciaram.

No setor, corre também à boca miúda que a Essentia está grudada, feito ímã, em grandes grupos de geração renovável. Nesse campo magnético figuram, por exemplo, a Casa dos Ventos e a Eneva. As conversas passam pela aquisição pontual de ativos e também pela possibilidade de investimentos conjuntos. Tudo tratado com a costumeira eletricidade com que o Pátria costuma conduzir negociações e investimentos.

No fim do ano passado, por meio da Essentia, a gestora de Alexandre Saigh adquiriu o controle de quatro parques eólicos até então pertencentes à Contour Global: Asa Branca, no Rio Grande do Norte, e Chapada I, II e III, no Piauí. No caso dos complexos Chapada I e II, a empresa comprou ainda a participação de 49% da Eletrobras. Por conta dessas incorporações, a companhia vai superar, neste ano, a marca de R$ 1 bilhão em venda de energia. E vem mais por aí. Em fevereiro, o Pátria lançou um fundo para investimentos em transição energética da ordem de R$ 5 bilhões, com parte dos recursos captada junto ao BNDES, CAF (Banco de Desenvolvimento da América Latina) e IFC (International Finance Corporation), do Banco Mundial.

#Eletrobras #Eneva #Pátria Investimentos

Empresa

Pátria engatilha aquisição de empresa de logística no Chile

27/06/2024
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O Pátria Investimentos avança na América do Sul. A gestora está fechando a compra da chilena Mega Frio, operador logístico especializado em alimentos refrigerados e congelados. A operação foi feita por meio da também chilena IceStar, controlada pelo Pátria. É o segundo movimento de M&A no continente realizado pela empresa no intervalo de oito meses. Em outubro do ano passado, também por intermédio da IceStar, a gestora de recursos brasileira assumiu o controle do grupo logístico Megafin, da Colômbia, um investimento estimado em aproximadamente US$ 100 milhões.

#Pátria Investimentos

Mercado

RBR Asset entra no radar do Pátria Investimentos

25/06/2024
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Na “plataforma de apostas” da Faria Lima, o Pátria Investimentos é apontado como um dos mais fortes candidatos à aquisição de parte ou mesmo do controle da RBR Asset Management, gestora de Ricardo Almendra e Guilherme Bueno Netto. A empresa de investimentos tem cerca de R$ 10 bilhões sob gestão, parte expressiva por meio de veículos focados em real estate. Ressalte-se que, no fim do ano passado, o Pátria fez uma investida importante nesse segmento ao comprar os fundos imobiliários da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG) por R$ 650 milhões. A disputa pela RBR, ressalte-se, promete ser acirrada. Quase 20 assets e bancos assinaram o termo de confidencialidade para analisar os números da gestora, conforme informou o Pipeline, do Valor Econômico, na última quarta-feira. Procurado, o Pátria não quis comentar o assunto. A RBR não se manifestou até o fechamento desta matéria.

#Pátria Investimentos #RBR

Empresa

Que cheirinho de M&A é essa no café da Nestlé?

29/05/2024
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A Nestlé é apontada no setor como principal candidata à compra da Gran Coffee, empresa de autosserviço de cafés e bebidas quentes colocada à venda pelo Pátria Investimentos. A eventual investida da multinacional suíça é interpretada como uma espécie de “operação tranca mercado”. A maior motivação da Nestlé seria comprar market share impedindo a entrada de um novo player ou o aumento da participação de concorrentes. A Gran Coffee tem mais de 30 mil máquinas ativas em cerca de 10 mil empresas, em modelo de comodato ou locação. A empresa fatura cerca de R$ 200 milhões. Essa xícara já foi maior: antes da pandemia, atingiu cerca de R$ 300 milhões de receita, mas uma parte dela evaporou com o aumento do home office. Procurados, Nestlé e Pátria não se manifestaram.

#Café #Nestlé #Pátria Investimentos

Mercado

Pátria vai tirar o corpo fora da SmartFit?

7/05/2024
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O RR ouviu uma história com pé e cabeça de que o Pátria vai zerar sua posição na SmartFit. A gestora detém 32% do capital da rede de academias. O Pátria vive um momento de rearrumação na sua prateleira de participações societárias. Negociou parte de suas ações na Hidrovias do Brasil para o Ultra e colocou à venda o controle da Gran Coffee, fabricante de máquinas de café. Tratando-se de quem se trata, tudo leva a crer que a desmobilização de ativos é o sopro que antecede uma nova rajada de investimentos em private equity. Consultado, o Pátria não quis se pronunciar.

#negócios #Pátria Investimentos #Smartfit

Empresa

Pátria molda Infracommerce a sua imagem e semelhança

25/04/2024
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A Infracommerce, uma das maiores fornecedoras de tecnologia para empresas de e-commerce da América Latina, quer ter a sua própria fintech. O foco principal é aumentar a capacidade de oferta de crédito para os próprios clientes. Mas não para por aí. A empresa enxerga espaço para vender soluções de pagamento, entre outros produtos financeiros digitais, para o seu ecossistema de marketplaces, que reúne mais de  420 mil varejistas. O projeto pode ser atribuído aos financistas do Pátria Investimentos, que se tornou o principal acionista e assumiu a gestão executiva da empresa – conforme o RR informou. Uma das possibilidades aventadas é a criação de uma joint venture com a Liber, avançando um casa na parceria anunciada no fim de fevereiro. As duas empresas se uniram para ampliar o volume de financiamento dentro das suas respectivas carteiras de clientes. A Liber, do ex-Pactual Marcelo Serfaty, assumiu a gestão da solução de crédito da Infracommerce. Ou seja: a empresa de tecnologia terceirizou o que, à época, era visto como um problema. No passado recente, a Infracommerce chegou a iniciar um projeto piloto, com capital próprio, para financiar seus clientes. Não deu certo. Agora, com o Pátria no manche, reassumir e turbinar a operação de crédito, em sociedade com a Liber e eventualmente com outros investidores, passou a ser encarado como uma solução. Procurada, a Infracommerce não quis se pronunciar.

#e-commerce #Infracommerce #Pátria Investimentos

Empresa

Pátria avança no capital e na gestão da Infracommerce

27/03/2024
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A saída de Kai Schoppen, fundador da Infracommerce, do cargo de CEO e também do Conselho de Administração da empresa é apenas a ponta do iceberg. Outras mudanças já estão sendo discutidas, tanto no board quanto na diretoria. Os novos nomes devem ser indicados pelo Pátria Investimentos, a exemplo de Peter Estermann, sócio da gestora de recursos, que ocupará o lugar de Schoppen no Conselho. Um dos cotados para assumir uma cadeira de conselheiro seria Roberto Cerdeira Filho, associate partner da área de infraestrutura do Pátria.

A reestruturação da Infracommerce, uma das maiores fornecedoras de soluções tecnológicas para o setor de e-commerce da América Latina, reflete o avanço do Pátria na empresa. Conforme o RR antecipou, a companhia de investimentos vinha ampliando seguidamente sua posição no capital, preparando o terreno para aumentar seu poder tanto na gestão executiva quanto no board.

As mudanças se dão após a gestão de Kai Schoppen entregar uma performance de altos e baixos em 2023. No ano passado, a Infracommerce ultrapassou pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em receita, com uma alta de 20% em relação a 2022. O Ebitda, por sua vez, teve um salto de 101% na comparação com o exercício anterior, chegando a R$ 208 milhões. Em contrapartida, a companhia registrou um prejuízo de R$ 294 milhões, que se somou às perdas de R$ 264 milhões em 2022.

#Infracommerce #Kai Schoppen #Pátria Investimentos

Mercado

Pátria e IGneous disputam pole position no capital da Infracommerce

6/03/2024
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Pátria Investimentos e a gestora IG-Neous, de Carlos Brito, têm travado um rali na bolsa por ações da Infracommerce, uma das maiores fornecedoras de soluções para plataformas de e-commerce no Brasil. Em disputa a posição de maior acionista individual da empresa e, consequentemente, a possibilidade de aumentar o poder no Conselho e na gestão executiva. O IG-Neous beira os 8% do capital. O Pátria, por sua vez, com aquisições em mercado nos últimos dias, passou de 6% para 7%. E tem buscado papéis junto a acionistas minoritários. Esta última, ressalte-se, tem como política manter participações majoritárias e comandar o management das empresas em seu portfólio. Consultadas pelo RR, Pátria e IG-Neous não se manifestaram.

#Pátria Investimentos

Destaque

BTG e Pátria ensaiam associação no setor de telecomunicações

28/02/2024
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O RR apurou que BTG e Pátria Investimentos vêm mantendo conversas para uma possível fusão entre seus negócios em telecomunicações. De um lado, está a V.tal, dona de uma rede com mais de 400 mil km de fibra ótica e cerca de 26 mil km de cabos submarinos; do outro, a Winity Telecom, focada na construção e compartilhamento de infraestruturas de comunicação, notadamente 4G e 5G. As duas empresas estão em estágios bem distintos. Criada a partir da cisão dos ativos em fibra ótica do Oi e posteriormente adquirida pelo banco de André Esteves, a V.tal registrou no ano passado receita líquida em torno de R$ 5,5 bilhões e Ebitda próximo dos R$ 3 bilhões. A Winity, por sua vez, ainda tenta se encontrar no mercado de telecomunicações em meio à brusca mudança de estratégia imposta pelo Pátria.

O plano de se tornar uma operadora de telefonia celular foi repentinamente abandonado. No fim do ano passado, a empresa devolveu à Anatel a licença de 700 MHz adquirida no leilão de 5G de 2021. No setor, a decisão chegou, inclusive, a alimentar dúvidas sobre o interesse do Pátria de seguir à frente da companhia. Consultados pelo RR, BTG e Pátria não quiseram se manifestar.

Nesse contexto, a fusão entre V.tal e Winity teria motivações diferentes para dois dos gigantes da gestão de recursos no Brasil. O BTG daria mais um passo para transformar a V.tal em uma das maiores, se não a maior, prestadora de serviços de telecomunicações do país. Com um craque do setor à frente da sua gestão, – ex-CEO da GVT, Vivo e TIM, Amos Genish -, a companhia está avaliada hoje em torno dos R$ 25 bilhões. Ao se unir à Winity, colocaria um pé na implantação de infraestruturas de telefonia.

O maior ativo da empresa do Pátria é a sua carteira de contratos nessa área. O principal deles, firmado em dezembro, prevê a implantação de rede 4G e 5G no Metrô de São Paulo. Por sua vez, no caso do Pátria, a negociação pode ser interpretada como um recuo calculado.

A gestora deixaria de ser controladora de uma empresa que, até o momento, não emplacou, como é o caso da Winity, para se unir não apenas ao BTG, mas também ao GIC, fundo soberano de Cingapura, e à canadense CPPIB, outros acionistas da V.tal, em um negócio de proporções bem maiores.

#BTG #Oi #Pátria Investimentos #Vivo

Mercado

Efeitos climáticos obrigam Pátria a reavaliar sua saída da Hidrovias do Brasil

19/12/2023
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O extremismo climático está atrapalhando os planos do Pátria Investimentos para a venda da sua participação na Hidrovias do Brasil. Desde o fim de setembro, o valor da ação caiu 18%. Nesse período, houve um agravamento das condições de navegabilidade nos dois principais eixos de atuação da companhia. O corredor logístico que conecta Brasil, Paraguai, Argentina enfrenta uma dura estiagem; no arco norte, importante via de escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste, o problema são as fortes chuvas. O Pátria tem reduzido gradativamente sua participação na Hidrovias do Brasil, preparando sua saída em definitivo do negócio. Em julho, na última oferta em bolsa, a gestora vendeu parte de sua posição na Hidrovias do Brasil a R$ 3,40 a ação. De lá para cá, o papel chegou a bater nos R$ 4,70, mas já recuou para R$ 3,80. Ou seja: o Pátria, agora, terá de esperar a maré subir novamente para uma nova colocação de ações. Procurada pelo RR, a gestora de recursos não quis comentar o assunto.

#Hidrovias do Brasil #Pátria Investimentos

Empresa

O jogo de blefe na venda do Hortifruti

16/11/2023
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Há uma boa dose de jogo de cena na desistência da Americanas em se desfazer da rede Hortifruti Natural da Terra. Segundo o RR apurou, a companhia mantém conversações com Pátria Investimentos e Advent com o objetivo de trazê-los de volta à disputa. As duas gestoras saíram do páreo durante as negociações e nem chegaram a formalizar uma proposta. A Americanas recebeu apenas uma oferta firme pelo Hortifruti, do fundo norte-americano Catterton, no valor de R$ 700 milhões. Um terço do que a empresa de Jorge Paulo Lemann e cia. pagou pelo ativo há dois anos. Consultada, a Americanas não quis se manifestar.

#Advent #Hortifruti Natural da Terra #Lojas Americanas #Pátria Investimentos

Empresa

Pátria esquenta concorrência com gigante do varejo no Nordeste

23/10/2023
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A julgar pelos seus planos para a Atakarejo, o Pátria Investimentos tem um duelo marcado com o Grupo Mateus nas gôndolas do Nordeste. A estratégia traçada pela gestora de recursos, que assumiu 56% da rede baiana, prevê a expansão do negócio para outros estados da Região. Os primeiros alvos, de acordo com as informações apuradas, são Ceará e Pernambuco. Ao menos cinco lojas deverão ser abertas nos dois estados em 2024 – de um total de 15 pontos de venda que o Pátria pretende criar por ano. Ceará e Pernambuco são exatamente as duas áreas em que o Grupo Mateus, sediado no Maranhão, tem concentrado seus maiores investimentos. Apenas na semana passada, a companhia inaugurou de uma só vez três lojas na Grande Recife. Procurado, o Pátria não quis comentar o assunto.

#Grupo Mateus #Pátria Investimentos

Negócios

Pátria Investimentos chacoalha as gôndolas do varejo

5/10/2023
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O Pátria Investimentos desponta como um consolidador do varejo. Além da anunciada compra do Atakarejo, estimada em R$ 650 milhões, a gestora de recursos retomou conversas para a aquisição do Amigão, rede de supermercados do Paraná. Do outro lado da mesa está o Actis. As tratativas passam pela compra da participação de 33% do fundo inglês no capital. Seria uma forma do Pátria colocar o pé no negócio e costurar por dentro a aquisição do controle, pertencente às famílias Nogaroli e Cardoso. Com 46 lojas, o Amigão tem um faturamento na casa dos R$ 3 bilhões. Significa dizer que, ao entrar na empresa, o Pátria passaria a ter na sua carteira duas redes varejistas com receita próxima dos R$ 7 bilhões, somando-se o Atakarejo.

#Actis #Pátria Investimentos

Negócios

Pátria Investimentos volta à disputa pela Smile Saúde

18/09/2023
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O Pátria Investimentos retomou conversações para a compra da pernambucana Smile Saúde, uma das maiores operadoras de planos de saúde do Nordeste. No início deste ano, a gestora de private equity esteve perto de ficar com a empresa. Mas, em uma reviravolta, a Hapvida atravessou a negociação e fechou a aquisição da Smile. Fechou, mas não levou: o Cade brecou o negócio, abrindo caminho para o retorno do Pátria Investimentos à mesa de negociações.  

O nó a ser desatado é o valuation. Segundo o RR apurou, o Pátria trabalha com uma oferta em torno de R$ 200 milhões. No deal que acabou não se consumando, a Hapvida pagou R$ 300 milhões pela Smile. No entanto, o que se diz no mercado é que a companhia cearense elevou o sarrafo propositalmente, para barrar a entrada de um novo operador no Nordeste.

#Pátria Investimentos

Empresa

Contencioso entre empresas de banda larga e Telefônica deve parar na Justiça

30/08/2023
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Entidades como a NEO e a Telcomp, que representam mais de 200 empresas independentes de banda larga, TV paga e telefonia, já preparam uma ofensiva jurídica com o objetivo de barrar o acordo entre a Telefônica e a Winity, leia-se Pátria Investimentos e Blackstone. A operação é objeto de uma disputa no âmbito administrativo, mais precisamente na Anatel. No entanto, entre as associadas da NEO e da Telcomp, há um entendimento de que as chances de vitória na agência reguladora ficaram pequenas após o voto do conselheiro Alexandre Freire, relator do processo.

A leitura é que Freire apontou o caminho das pedras para o Conselho aprovar o negócio, ao se posicionar favoravelmente ao acordo, respeitando-se algumas contrapartidas para “evitar a concentração de mercado”. Em novembro de 2021, a Winity ganhou a licitação para operar a faixa de 700 MHz em 1,1 mil municípios brasileiros. Nove meses depois, a Telefônica fechou uma parceria com a empresa para o compartilhamento da rede.

Ocorre que o edital do leilão proibia que as quatro três operadoras de telefonia celular do país – Vivo/Telefônica, Claro e TIM – disputassem o certame. As empresas independentes de banda larga acusam a Winity de ter servido quase como um laranja dos espanhóis.

#Anatel #Claro #NEO #Pátria Investimentos #Telcomp #TIM #Vivo

Negócios

Pátria vai vender mais ações da Smart Fit

25/08/2023
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O Pátria Investimentos vai se desfazer de mais um pedaço da Smart Fit ainda neste ano. A venda se dará por meio de um novo follow on da empresa. A gestora mantém 32%% do capital da companhia. O período parece propício para avançar no desinvestimento. Na mais recente oferta de ações da Smart Fit, em maio, o preço do papel saiu a R$ 18,15. Hoje, já está na casa dos R$ 23. E subindo. Em relatório divulgado na última segunda-feira, o Santander elevou o preço-alvo da ação de R$ 20 para R$ 30. O Pátria agradece.

#Pátria Investimentos #Smart Fit

Empresa

Pátria Investimentos vai saltar do barco da Hidrovias do Brasil

17/07/2023
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O Pátria Investimentos deverá deixar definitivamente o capital da Hidrovias do Brasil até dezembro, levando junto o Temasek, fundo soberano de Singapura. A gestora planeja uma segunda oferta de ações para se desfazer do restante da sua participação na empresa de logística. Com o follow on concluído na semana passada, o Pátria manteve ainda algo em torno de 22% do capital por meio de dois fundos – o Pátria Fund II e o Pátria Fund IV. A casa de investimentos prepara seu desembarque da Hidrovias aproveitando-se de uma maré razoavelmente positiva: desde o início do ano, o papel registra uma alta de 63%. No entanto, quando se amplia o horizonte de análise, os números não são tão favoráveis. Desde o IPO, em setembro de 2020, a Hidrovias acumula uma perda de 55% em seu valor de mercado. Procurado pelo RR, o Pátria não quis comentar a informação. 

#Hidrovia #Pátria Investimentos

Destaque

Pátria e Vinci Partners disputam aquisição de plano de saúde

23/06/2023
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A venda da Smile Saúde deflagrou uma disputa entre alguns dos principais nomes do setor de private equity no Brasil. Segundo o RR apurou, Pátria Investimentos e Vinci Partners estariam no páreo para comprar a empresa de medicina de grupo pernambucana, dona de uma carteira de aproximadamente 80 mil vidas. Há informações de que a Kinea, leia-se Itaú, corre por fora. No caso do Pátria e da Vinci, o pano de fundo é a estratégia das duas gestoras em montar um mosaico de participações no mercado de planos de saúde. A primeira já caminhou nessa direção de forma mais enfática. O Pátria é dono da Athena Saúde, empresa que reúne oito operadoras do setor, como uma carteira somada de mais de um milhão de vidas. A Vinci, de Gilberto Sayão, ainda está alguns passos atrás: em 2021, comprou uma participação na Oeste Saúde, operadora no interior de São Paulo. Para ambas, a aquisição da Smile Saúde seria um passaporte para o mercado nordestino. A Kinea, por sua vez, ensaia sua volta ao game. A gestora do Itaú teve uma participação de 49% no Centro Clínico Gaúcho, vendida em 2021 para a Notre Dame Intermédica. 

Os acionistas da Smile Saúde estariam pedindo cerca de R$ 250 milhões, o que revela uma readequação do valuation da companhia às mudanças de humores do mercado. No início deste ano, a Hapvida chegou a fechar a compra da Smile Saúde por R$ 300 milhões. No entanto, a operação acabou reprovada pelo Cade, o que levou novamente a empresa para o balcão de venda.  

#Pátria Investimentos #Smile Saúde #Vinci Partners

Empresa

Pátria Investimentos entra na fila do caixa do Hortifruti

30/05/2023
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Há informações no mercado de que o Pátria Investimentos abriu conversações com a Americanas para a compra do Hortifruti Natural da Terra. A empresa de Jorge Paulo Lemann e cia. está pedindo cerca de R$ 2 bilhões pelo ativo, basicamente o que pagou para comprar a rede de supermercados há menos de dois anos. O Pátria tem enfileirado aquisições na área de varejo. A gestora já controla quatro cadeias supermercadistas – a Boa Supermercados, de Jundiaí (SP), Superpão, do Paraná, Germânia, em Santa Catarina, e a Avenida, no interior de São Paulo. No setor, há relatos também do interesse do Pátria na CSD (Companhia Sulamericana de Distribuição), rede de lojas do Paraná, controlada pelas famílias Nogaroli e Cardoso e pela inglesa Actis. Consultados, Pátria e Americanas não quiseram se manifestar.  

Com 80 lojas, o Hortifruti tem um faturamento anual da ordem de R$ 1,6 bilhão. A eventual venda para o Pátria Investimentos engrossaria a lista dos controladores pesos-pesados da companhia. Antes de pertencer a Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, a rede varejista foi da gestora suíça Partners Group. E, uma etapa antes, foi controlada pela dobradinha Paulo Guedes e Julio Bozano.

#Hortifruti Natural da Terra #Jorge Paulo Lemann #Pátria Investimentos

Energia

Pátria deve disputar a aquisição de PCHs da Cemig

8/05/2023
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O Pátria Investimentos já teria manifestado interesse em disputar o pacote de 15 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) que serão leiloadas pela Cemig em agosto. O valor mínimo dos ativos é de R$ 48 milhões. O Pátria tem investido seguidamente em geração renovável, sobretudo por parte da controlada Essentia Energia. No ano passado, fechou a aquisição, de uma só vez, de nove PCHs da britânica ContourGlobal por aproximadamente R$ 1,7 bilhão.

#Cemig #Pátria Investimentos

Mercado

Pátria prepara nova oferta de ações da Smart Fit

13/04/2023
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O RR apurou que o Pátria Investimentos faz planos de um novo block trade de ações da Smart Fit. A oferta, da ordem de 5%, se daria no período de até três meses. Em março, a gestora vendeu em mercado o equivalente a 2,4% do capital da rede de academias, amealhando pouco mais de R$ 200 milhões. A julgar pela participação que ainda mantém na companhia (38,3%), talvez ainda seja cedo para falar na saída definitiva do Pátria do negócio. A gestora, ao que tudo indica, está surfando na maré de alta do papel. A ação acumula uma valorização de 11% desde o início do ano. Pode até parecer pouco, uma “marolinha”, mas, no ano passado, a Smart Fit amargou uma perda do seu valor de mercado de 15%. Consultado, o Pátria não quis se pronunciar.

#Pátria Investimentos #Smart Fit

Negócios

Pátria Investimentos em modo Lemann

27/03/2023
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Circula no mercado que o Pátria Investimentos tem sondado empresas de área de fast food. Um dos alvos seria a International Meal Company (IMC), que tem entre seus acionistas a UV Gestora e a família do empresário Carlos Wizard. Dona de 14 redes de restaurantes, entre as quais Pizza Hut, KFC e Viena, a IMC vive um momento de resultados mais calóricos. Entre janeiro e setembro do ano passado, registrou receita líquida de R$ 1,7 bilhão e Ebitda de R$ 222 milhões, alta, respectivamente, de 36% e 34% em relação aos nove primeiros meses de 2021. Além de olhar com apetite redobrado para o segmento de fast food, o Pátria tem buscado ativos também entre fabricantes de alimentos e de bebidas. Parece até que Jorge Paulo Lemann e cia. baixaram na gestora de recursos. Em seu mais recente fundo de private equity – o Pátria Private Equity VII Advisory FIP Multiestratégia, lançado em outubro -, a casa de investimentos captou R$ 1 bilhão. Procurados pelo RR, o Pátria e a IMC não se pronunciaram.

#Pátria Investimentos

Mercado

Pátria capta mais recursos para energia limpa 

15/03/2023
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O RR apurou que o Pátria Investimentos planeja lançar um novo fundo voltado exclusivamente à energia verde. No mercado, fala-se na captação de até R$ 5 bilhões. Na mira, projetos em geração eólica e solar. O Pátria já tem um razoável portfólio de ativos no segmento. Entre outros negócios é controlador da Essentia Energia. Dona de uma carteira concentrada notadamente em hidrelétricas, a empresa vem derivando para outras fontes de geração nos últimos anos. Investiu R$ 1,4 bilhão na construção do complexo de energia solar Sol do Sertão, no interior da Bahia. Está à frente ainda da instalação do parque eólico São Vitor, também na Bahia, empreendimento orçado em mais de R$ 2 bilhões. 

#Pátria Investimentos

Negócios

Cencosud entra na fila do caixa do Hortifruti

3/03/2023
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O RR apurou que a Cencosud entrou na disputa pela compra do Hortifruti, rede de supermercados controlada pela Americanas. O grupo chileno enfrenta a concorrência do Pátria Investimentos e da rede carioca Zona Sul, controlada pela família Leta. Todos tentam se aproveitar da fragilidade da Americanas. De acordo com uma fonte envolvida nas negociações, até o momento as cifras colocadas sobre a mesa estariam abaixo de R$ 1,8 bilhão. Ressalte-se que, há cerca de dois anos, a Americanas pagou R$ 2,1 bilhões à gestora suíça Partners Group para ficar com  Hortifruti. Por sinal, a rede de supermercados é um negócio que se notabilizou por ter donos ilustres. Antes de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles e do próprio fundo suíço, o Hortifruti pertenceu à dupla Paulo Guedes e Julio Bozano. 

A eventual aquisição da Hortifruti seria o passaporte para o Cencosud – dona das bandeiras GBarbosa e Prezunic – entrar no segmento de alimentos frescos no país. Trata-se de uma estratégia que tem sido adotada pelos chilenos em outros mercados. No ano passado, por exemplo, o grupo pagou US$ 670 milhões para comprar a rede norte-americana The Fresh Market, seu primeiro negócio nos Estados Unidos.  

#Cencosud #Hortifruti #Pátria Investimentos

Negócios

Rodoanel entra na mira do Pátria Investimentos

10/01/2023
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Na equipe do governador Tarcísio Freitas, o Pátria Investimentos é considerado nome certo no leilão do trecho Norte do Rodoanel, que deverá ser realizado até março. Em parceria com o GIC, fundo soberano de Cingapura, a gestora já administra uma das maiores concessões rodoviárias do estado, o corredor Piracicaba-Panorama, no qual está previsto um pacote de investimentos da ordem de R$ 14 bilhões. 

#Pátria Investimentos #Tarcísio Freitas

Negócios

Pátria investe pesado em venture capital

22/12/2022
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A recente aquisição das gestoras Kamaroopin e Igah é apenas o começo. O Pátria Investimentos pretende montar uma constelação de fundos de venture capital. A meta é chegar ainda no primeiro semestre de 2023 à marca de aproximadamente R$ 5 bilhões em ativos, ou seja, o dobro do volume atual. 

#Pátria Investimentos

Negócios

A volta do Pátria ao capital do Dasa?

9/12/2022
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O Pátria Investimentos foi sondado pela família Bueno para comprar parte da Dasa. Os herdeiros de Edson de Godoy Bueno querem levantar cerca de R$ 2 bilhões com um aumento de capital da empresa, uma das maiores redes de medicina diagnóstica do país, com receita líquida superior a R$ 10 bilhões. Para o Pátria, seria uma volta no tempo: a gestora foi uma das idealizadoras da criação da Dasa, a partir da consolidação de uma série de aquisições, e se manteve como sócia relevante da empresa até 2009.

#Dasa #Pátria Investimentos

Negócios

IPO no radar do Pátria

24/10/2022
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O IPO da Delly ´s entrou no cardápio do Pátria Investimentos. Segundo o RR apurou, a abertura de capital se daria no primeiro trimestre de 2023. A distribuidora de alimentos do Pátria fatura cerca de R$ 4 bilhões.

#Delly ´s #Pátria Investimentos

Pátria avança nas estradas de São Paulo

24/08/2022
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O RR teve a informação de que o Pátria Investimentos deverá disputar o leilão da Noroeste Paulista, marcado para o próximo dia 15. O pacote engloba cerca de 600 quilômetros de rodovias em São Paulo, com investimentos de R$ 10 bilhões. A investida consolidaria a posição do Pátria como um dos grandes operadores rodoviários no maior PIB do país. Fundos administrados pela gestora controlam três concessões em São Paulo, que somam mais de 2.600 quilômetros – CART, Entrevistas e Eixo SP. Nesta última, está investindo cerca de R$ 14 bilhões, ao lado do GIC, fundo soberano de Cingapura.

#CART #GIC #Noroeste Paulista #Pátria Investimentos

Recapeamento

5/08/2022
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O Pátria Investimentos é tratado no Ministério da Infraestrutura como nome certo no novo leilão da BR-381, em Minas Gerais. O projeto agora está mais ao gosto do freguês, depois que o governo elevou o teto das tarifas de pedágio em 25%.

#Ministério da Infraestrutura #Pátria Investimentos

Andar baixo

25/05/2022
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A ordem na construtora Tenda – leia-se Pátria Investimentos e Polo Capital – é frear novos projetos. Há uma preocupação entre os acionistas com a sangria no caixa. Somente no primeiro trimestre, a empresa queimou cerca de R$ 240 milhões.

#Pátria Investimentos #Polo Capital #Tenda

Pé na estrada

23/12/2021
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O Pátria Investimentos já acenou ao governo Zema que vai disputar os leilões de concessões rodoviárias de Minas Gerais. O foco do grupo é um pacote de 600 km de estradas na região do Triângulo Mineiro, com investimentos estimados em aproximadamente R$ 2,5 bilhões.

#Pátria Investimentos

Uma estação que flutua sob águas turvas

23/11/2021
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A Hidrovias do Brasil, leia-se Pátria Investimentos, vai recorrer à Justiça contra recente decisão da Antaq. A agência negou o pedido da empresa de instalação de uma estação flutuante na costa do Rio Grande do Norte para o transbordo de sal. A Hidrovias do Brasil alega ter cumprido todas as exigências feitas pela Antaq. Nos bastidores, o que se diz é que a decisão do órgão regulador teria sido influenciada pelo Ministério da Infraestrutura. A concorrência com a estrutura da Hidrovias seria um desestímulo para o leilão do Porto-Ilha (Terminal Salineiro de Areia Branca-RN).

#Antaq #Pátria Investimentos

Venda direta

29/09/2021
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O IPO é página virada na Athena Saúde. Segundo a fonte do RR, o Pátria Investimentos, maior acionista da empresa, busca um comprador para uma parcela ou mesmo a totalidade da sua participação.

#Athena Saúde #Pátria Investimentos

Blackstone deixa a porta entreaberta no Pátria

5/07/2021
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O Blackstone estaria se preparando para reduzir ainda mais ou até mesmo se desfazer integralmente de sua participação no Pátria Investimentos. Tomando-se como base o valor de mercado da gestora de recursos, a fatia acionária dos norte-americanos está avaliada em torno dos US$ 330 milhões. O movimento seria motivado por questões de ordem geoeconômica: o Blackstone vem restringindo gradativamente sua exposure na América Latina. Por ocasião do IPO do Pátria, em janeiro, os norte-americanos já haviam diminuído sua participação societária de 40% para 14%. Procurados pelo RR, Pátria e Blackstone não quiseram se pronunciar.

#Blackstone #Pátria Investimentos

Rios de dinheiro

1/06/2021
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O RR apurou que a Hidrovias do Brasil, leia-se Pátria Investimentos, estuda uma nova oferta de ações. A captação daria fôlego à empresa para o leilão da Ferrogrão. Na semana passada, a Hidrovias e a VLI Logística assinaram um memorando de entendimentos para uma possível participação conjunta na licitação da ferrovia.

#Pátria Investimentos

Shoppings à venda

3/09/2020
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O Pátria Investimentos pretende se desfazer da sua participação na Tenco, empresa com 14 shopping centers, quase todos em cidades do interior. A essa altura, o Pátria vai praticamente passar o negócio adiante a um valor simbólico. No início da pandemia, o fundo Pátria Special Opportunities I marcou o investimento no shopping quase a zero: o valor lançado caiu R$ 773 milhões para R$ 14 milhões.

#Pátria Investimentos

Praça do pedágio

11/02/2020
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A dobradinha Pátria Investimentos e GIC, o fundo  soberano de Cingapura, é vista no Ministério da Infraestrutura como forte candidata ao leilão da Via Dutra. A concessão da rodovia será relicitada ainda neste ano. A gestora de recursos e os asiáticos arremataram recentemente a licença da Rodovia Pipa, em São Paulo, por R$ 1,1 bilhão.

#GIC #Pátria Investimentos

Portas abertas

7/11/2019
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O Pátria Investimentos, que assumiu 100% do controle da Alphaville Urbanismo, não vai ficar muito tempo sozinha nesse condomínio. Já estuda uma oferta de ações em Bolsa.

#Pátria Investimentos

Brookfield avança

14/05/2019
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A Brookfield está em tratativas para a aquisição da Argo, holding que reúne os ativos do Pátria Investimentos na área de transmissão. A operação é avaliada em R$ 3,5 bilhões.

#Argo #Brookfield #Pátria Investimentos

Pátria acima de todos

26/01/2019
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O Pátria Investimentos já comprou três distribuidoras de insumos agrícolas e deverá anunciar mais uma aquisição no mês que vem. Depois é misturar todos os ingredientes em uma única empresa e adubar o IPO na bolsa.

#Pátria Investimentos

Pátria vende e compra saúde

21/12/2018
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O Pátria Investimentos está reposicionando suas peças no setor de saúde. A gestora busca um comprador para a sua participação na farmacêutica Natulab, especializada na produção de medicamentos fitoterápicos. Em cinco anos, após uma profunda reestruturação, o Pátria mais do que duplicou a receita do laboratório, hoje superior a R$ 300 milhões. O Natulab se junta, assim, à rede de medicina diagnóstica Alliar, outro ativo do segmento de healthcare colocado à venda pela administradora de recursos. Em contrapartida, em menos de um ano o Pátria já enfileirou a aquisição de três hospitais. Consultada, a gestora informou ao RR que “não comenta suas estratégias de investimento e desinvestimento”.

#Pátria Investimentos

Carta fiança

21/11/2018
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O Pátria Investimentos está posando como avalista informal do governo Bolsonaro. Em teleconferências com investidores internacionais, o economista chefe da gestora de recursos, Luis Fernando Lopes, tem reafirmado, como um mantra, que a democracia brasileira não corre risco com a eleição de Bolsonaro.

#Jair Bolsonaro #Pátria Investimentos

Novo rio

20/09/2018
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A Hidrovias do Brasil, leia-se Pátria Investimentos, está aquecendo as turbinas para uma nova emissão de bônus no exterior. Em janeiro deste ano, a empresa de serviços logísticos lançou aproximadamente US$ 600 milhões em títulos de dívida internacional.

#Pátria Investimentos

Pátria amada

11/04/2018
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Mesmo com toda a instabilidade política e institucional do Brasil, o Pátria Investimentos está prestes a fechar a captação de um fundo de US$ 2 bilhões.

#Pátria Investimentos

Olho vivo

20/12/2017
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Por meio da holding HO Brasil, o Pátria Investimentos tornou-se um consolidador de clínicas oftamológicas. Já são 16 hospitais e a meta é chegar a 20 unidades até março de 2018.

#Pátria Investimentos

Rodoanel, capítulo final

27/06/2017
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Promete ser acirrada a disputa pelo trecho norte do Rodoanel, o último segmento a ser licitado. O RR apurou que o Pátria Investimentos e a EcoRodovias, dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida, vão entrar no leilão. O governo paulista quer colocar o edital na rua até 30 de julho.

#Ecorodovias #Pátria Investimentos #Rodoanel

Gafisa desiste de morar em Alphaville

30/03/2017
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A Gafisa pretende vender sua fatia de 30% no capital da Alphaville Urbanismo. A participação está avaliada em aproximadamente R$ 500 milhões. Em 2013, a Gafisa negociou os outros 70% para o Pátria Investimentos e o fundo norte-americano Blackstone. Na ocasião, com o mercado imobiliário ainda no Olimpo, a Alphaville respondia por mais de 40% dos resultados do grupo. No ano passado, só se fez notar no balanço da Gafisa pelo prejuízo de pouco mais de R$ 20 milhões.

#Alphaville Urbanismo #Blackstone #Gafisa #Pátria Investimentos

CCR vai para o acostamento no leilão de rodovias paulistas

22/03/2017
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A dois dias do leilão de concessões rodoviárias em São Paulo, os investidores ainda pressionam o governo Alckmin a fazer ajustes de última hora nas regras do jogo. O lobby mais agudo vem da CCR. A companhia ameaça ficar de fora da disputa pelos lotes da Rodovia dos Calçados (Itaporanga-Franca) – concessão que exigirá investimentos da ordem de R$ 5 bilhões. A empresa alega que a taxa referencial de retorno prevista, de 9,8%, não é factível com as estimativas de receita da concessão. Este, aliás, é outro ponto de divergência. Segundo a CCR, há um hiato de mais de 10% entre as suas projeções de tráfego na rodovia e os números que balizaram o edital elaborado pelo governo paulista. O histórico recente da CCR não recomenda classificar sua pressão como bravata. Na semana passada, a empresa ficou de fora do leilão de aeroportos por não concordar com os estudos do governo federal e a taxa de retorno. Em fevereiro, deixou de participar em cima da hora da disputa pela Rodovia do Centro-Oeste Paulista, cuja licitação foi vencida por um fundo da Pátria Investimentos.

#CCR #Geraldo Alckmin #Pátria Investimentos

Acervo RR

Cabotagem

11/10/2016
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 A Hidrovias do Brasil , que está entrando na navegação de cabotagem, planeja investir cerca de R$ 1 bilhão na operação ao longo dos próximos dois anos. Entre outros projetos, o desembolso prevê a encomenda de mais duas embarcações. A Hidrovias, leia-se Pátria Investimentos, já pagou R$ 680 milhões na compra de duas barcaças da Log-In. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Hidrovias do Brasil.

#Hidrovias do Brasil #Pátria Investimentos

Longe da bolsa

28/09/2016
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 A compra de participações por meio de fundos pipe (private investment in public equity), focados em companhias listadas em Bolsa, caiu para segundo plano na estratégia da Pátria Investimentos. A participação de 23% na Locamerica, única empresa aberta da carteira de R$ 16 bilhões da gestora, está sendo vendida em seguidas doses e deverá ser zerada até o fim do ano.

#Locamerica #Pátria Investimentos

Novo quadro clínico

26/09/2016
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 A Alliar, empresa de medicina diagnóstica controlada pela Pátria Investimentos e por 75 médicos, vai fazer uma oferta pública de ações para vender 30% do capital. A companhia fatura R$ 1 bilhão por ano, tem 100 unidades de atendimento, comprou 23 laboratórios desde 2011 e é a terceira maior do país, atrás apenas da Dasa e Fleury. Procurada, a Alliar disse que “ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto”.

#Alliar #Dasa #Fleury #Pátria Investimentos

Acervo RR

Gafisa

26/08/2016
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 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

#Bovespa #Gafisa #Pátria Investimentos

Gafisa

26/08/2016
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 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

#Bovespa #Gafisa #Pátria Investimentos

Efeito Macri

25/01/2016
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 A Hidrovias Brasil, associação entre a Pátria Investimentos e a Promon, vai investir em projetos de navegação na Argentina.

#Hidrovias do Brasil #Pátria Investimentos #Promon

Curso das águas

6/08/2015
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O Blackstone vai mergulhar mais fundo na Hidrovias do Brasil. A gestora norteamericana, que já investiu US$ 100 milhões e detém 11% do capital, negocia um novo aporte na empresa. O controle pertence ao fundo P2 Brasil, leia-se Pátria e Promon.

#Blackstone #Hidrovias do Brasil #P2 #Pátria Investimentos #Promon

O fundo P2

13/07/2015
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O fundo P2, leia-se Pátria Investimentos e Promon, é candidato a  compra da OAS Soluções Ambientais. Oficialmente, o private equity nega qualquer negociação.

#OAS #P2 #Pátria Investimentos #Promon

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