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Educação
Farallon tenta se desfazer da FMU entre dívidas e litígios
15/01/2026Tal qual Diógenes, os gestores da norte-americana Farallon têm vagado com uma lanterna na mão à procura não exatamente de um “homem honesto”, mas de um comprador para o Centro Universitário FMU. Segundo informações que circulam no mercado, a empresa já foi oferecida à Cogna e à Yduqs. Houve contatos também com fundos de private equity, caso do Advent, que já tem investimentos no setor no Brasil – é acionista da própria Yduqs e da Inspira. A Farallon enfrenta pressões de seus próprios investidores para se livrar do negócio, comprado em 2020 junto à também norte-americana Laureate. Trata-se, no entanto, de um deal dos mais complicados. A FMU tem uma parte boa: cerca de 65 mil alunos e faturamento da ordem de R$ 300 milhões. Mas carrega também uma parte “podre”: dívidas de R4 240 milhões e um turbulento processo de recuperação judicial, que inclui um litígio com as famílias Alves da Silva e Fioravante, fundadoras da universidade. Ambas cobram mais de R$ 135 milhões referentes ao aluguel de imóveis de sua propriedade.
Pista aberta
22/03/2022A gestora norte-americana Farallon reabriu conversações com a Invepar para pousar no capital do Aeroporto de Guarulhos. A holding brasileira detém 51%.
Farallon reserva um bilhete na Invepar
10/05/2019O Farallon pode assumir um novo figurino na Invepar. A gestora norte-americana estaria disposta a entrar no capital da holding por meio da conversão de parte dos seus créditos em participação acionária. A Invepar deve aproximadamente R$ 1,5 bilhão ao Farallon. A negociação depende do aval de Previ, Funcef e Petros, acionistas da Invepar. Por sinal, muito em breve o trio terá também a companhia de uma revoada de fundos-abutre que estão assumindo a participação da OAS na concessionária de transportes.
Farallon abre o bolso no Brasil
24/01/2017Informação para desanuviar o ambiente: a norte-americana Farallon tem cerca de US$ 500 milhões para investir em infraestrutura no Brasil. A gestora, comandada na América Latina pelo ex-Morgan Stanley Daniel Goldberg, já comprou ativos em saneamento da Odebrecht Ambiental, além de debêntures da Odebrecht Rodovias.
Liquidez
4/08/2016A gestora Farallon, que já tem ativos na área de saneamento no Brasil, avalia os números da CAB Ambiental , leia-se Galvão Engenharia . Os norte-americanos administram US$ 30 bilhões e, recentemente, captaram cerca de US$ 1 bilhão para novos investimentos na América Latina. • Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Galvão Engenharia.