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Tag: Celulose

Infraestrutura

Licitação da Rota da Celulose vira caso de Justiça

13/08/2025
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A concessão da Rota da Celulose – um pacote composto por rodovias estaduais (MS-040, MS-338 e MS-395) e trechos de estradas federais (BR-262 e BR-267) – deve parar nos tribunais. Segundo informações filtradas pelo RR, o consórcio K&G Rota da Celulose pretende acionar a Justiça na tentativa de fazer valer o resultado do leilão realizado em maio. Primeiro lugar do certame, o consórcio formado pela K-Infra e pela corretora Galápagos foi inabilitado pelo governo do Mato Grosso do Sul na semana passada, por conta de “vícios identificados na documentação apresentada”. Dessa forma, o consórcio Caminhos da Celulose, encabeçado pela XP Investimentos e por um grupo de construtoras, que havia ficado em segundo lugar na disputa, foi declarado vencedor. Procuradas pelo RR, K-Infra e Galápagos não se manifestaram.
A K-Infra, ressalte-se, tem um histórico já turbulento no setor. Em junho, o governo federal decretou a caducidade da concessão da Rodovia do Aço (BR-393/RJ), alegando que a empresa descumpriu termos do contrato. A K-Infra levou o caso ao Supremo. E perdeu. Ontem, o ministro Gilmar Mendes decidiu que a operação e controle da Rodovia do Aço devem seguir com a União até a realização de nova licitação.

#Celulose

Energia

Mato Grosso do Sul quer ser a capital do etanol de celulose

16/10/2024
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Há informações de que o governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, e seus assessores estão debruçados sobre um plano de ação com o objetivo de atrair investimentos na produção de etanol de celulose. Riedel vislumbra a possibilidade de o estado se tornar o grande polo de fabricação do biocombustível no país. No entorno do governador, fala-se em até R$ 10 bilhões em investimentos em uma primeira etapa com a construção de até seis usinas.

O alvo prioritário são os grandes fabricantes de celulose já presentes no Mato Grosso do Sul, como Suzano, Eldorado e Arauco. No entanto, o governo do estado entende que há espaço para buscar também importantes fabricantes de etanol. É o caso da Raízen, que anunciou recentemente investimento de R$ 1,2 bilhão na instalação de uma usina de etanol celulósico na vizinha Goiás.

#Celulose #Mato Grosso do Sul

Negócios

Paraguaia Paracel inflaciona preço de florestas no Brasil

9/10/2023
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A paraguaia Paracel é o mais novo fator inflacionário no mercado de ativos florestais no Brasil. A empresa está negociando a compra de plantações de eucalipto no Mato Grosso do Sul e em Minas Gerais. Busca insumo para a fábrica de celulose em construção na cidade de Concepción, a cerca de 200 quilômetros da divisa com o Brasil. A entrada em operação da unidade, com capacidade para produzir 1,8 milhão de toneladas por ano, está prevista para 2027. A investida Paracel do lado de cá da fronteira se dá em um momento em que já existe uma acirrada corrida por ativos florestais no Brasil. De 2019 para cá, o preço médio do eucalipto em pé no Brasil subiu de R$ 40,20 para R$ 115,50 o metro cúbico. Empresas com grandes projetos de expansão no país, como a Suzano, a Klabin e a Arauco, se digladiam pela aquisição de florestas. Têm agora a “companhia” da Paracel.

#Celulose #Paracel #Suzano

Negócios

Klabin e Suzano surfam na alta da celulose

21/11/2022
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Klabin e Suzano deverão anunciar um novo reajuste nos preços da celulose ainda neste ano. As duas fabricantes brasileiras surfam a tempestade, ou melhor, a bonança perfeita: alta demanda global e restrições na oferta do produto. Essa combinação tem mantido as cotações da celulose de fibra curta seguidamente acima dos US$ 860. Klabin e Suzano enxergam espaço para mais um aumento devido aos gargalos na logística global e ao adiamento da entrada em operação de novas fábricas, caso do Projeto Mapa, da chilena Arauco. O mercado trabalha com a projeção de que os preços vão ceder no médio e longo prazo. Mas, no horizonte mais curto, predomina a aposta na alta dos preços. O paradoxo, no entanto, é que as ações tanto da Klabin quanto da Suzano não refletem essa estimativa. A primeira acumula uma queda de 11,9% no ano. Já a Suzano soma uma desvalorização de 3,3% ao longo de 2022.

#Celulose #Klabin #Suzano

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