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19.11.20

Empréstimo compulsório é uma esquina antes da CPMF de Paulo Guedes

O ministro Paulo Guedes estuda a aplicação de um empréstimo compulsório caso o país venha a sofrer uma segunda onda de Covid-19. A ideia é mitigar ao máximo os gastos orçamentários. Mesmo que seja reaberto o estado de calamidade e volte a ser liberado algum auxílio emergencial, a ideia é buscar diretamente junto à sociedade parcela do financiamento da pandemia.

O propósito é reduzir o gasto primário e conter a bola de neve da dívida pública. O ministro não tem mais de onde tirar o dinheiro, caso seja mantido o modelo do teto dos gastos. A reforma tributária não deve sair neste ano. E as privatizações mais relevantes sabe-se lá quando ocorrerão. Não há muito onde se socorrer para conter o desarranjo fiscal. Se houvesse tempo, Guedes lançava mão da sua CMPF. Não para desonerar a folha de salário, mas para gastar mesmo com a pandemia.

Não custa lembrar que o Brasil é careca de experimentar o expediente do compulsório. Já foram mais de dezena de vezes. Para criar o empréstimo compulsório é necessário a edição de uma lei complementar, que deverá ser votada duas vezes em cada casa legislativa (Senado e Câmara). Como é um gravame de exceção, ele pode ser cobrado imediatamente, não respeitando o princípio da anualidade. Bem, pelo menos é melhor do que um tributo, que já nasce para ser permanente. No Congresso, já há quem defenda que o compulsório somente valesse para as grandes fortunas. Mais à frente, os ricos dificilmente escaparão de uma facada nos seus dividendos. Seria a estreia do inimaginável “Paulo, o vermelho”. Questionado sobre o imposto, o Ministério da Economia disse que informação não procede. Fica o registro.

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19.11.20

O leque da Cosan

Quem tem dindim pode doar dinheiro para campanhas eleitorais fadadas a não terem êxito. O dono do Grupo Cosan, Rubens Ometto, por exemplo, entregou R$ 200 mil ao pole position da prefeitura de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Mas deu também metade da bufunfa de Covas para o tucano Andrea Matarazzo, cuja vitória era, digamos, impossível. Vá lá que alguma doação seja coisa de amizade. Os R$ 2,3 milhões que o empresário jogou no pleito (Ometto foi o quarto maior doador das eleições no primeiro turno) sobram para agraciar perdedores e ganhadores.

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19.11.20

Babá de Maia

Tendo conduzido o timão do DEM nessas eleições, com o partido conquistando até agora 398 prefeituras – e com boas chances de alcançar pelo menos mais duas vitórias, no Rio de Janeiro e em Macapá – o presidente da legenda, ACM Neto, decidiu se mudar para Brasília já em janeiro. Da capital federal coordenará as estratégias do DEM para as eleições de 2022.

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19.11.20

Publipix

O Santander retornou ao último da fila entre os bancos gastadores com a publicidade do Pix. Entre quatro paredes discute-se um superbrinde para quem migrar para o banco.

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19.11.20

Pauta cheia

Há cerca de 2 mil processos parados no MEC, aguardando despachos do ministro Milton Ribeiro. Boa parte envolve a abertura de cursos de graduação e pós-graduação. Também é expressiva a quantidade dos que envolvem alterações em currículos de formação e pedidos de fechamento de instituições.

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19.11.20

Zequinha Sarney

Zequinha Sarney, que atualmente é secretário do meio ambiente do Distrito Federal, e já foi ministro da Pasta duas vezes, articula para atingir o tricampeonato. O pai, é claro, é quem joga as fichas.

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19.11.20

A bolha da vacina

Testes de vacinas estão criando bolhas nos mercados financeiros. O anúncio do antivírus da Moderna é a bola da vez. A farmacêutica promete eficácia de 95% no combate à Covid-19. Bastou a empresa falar sobre seus avanços para o petróleo disparar 3,5%, commodities e agrícolas, ações de empresas e índices futuros entoarem a mesma toada. Na mesma mão, ações de empresas e índices de futuros. Vai ser a farra dos lucros indiretos com a vacina.

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19.11.20

Me dá um dinheiro aí

2021 será o ano do lobby. Com a promessa de grana curta, as empresas estão se articulando para pressionar o governo a soltar mais dinheiro. Como sempre, os maiores pedintes serão a indústria. Comenta-se que o IEDI está ressuscitando o epíteto “Classes produtoras” para juntar em um único movimento companhias de diversos segmentos. Nos idos dos anos setenta esse expediente funcionou. Perguntado sobre a iniciativa, O IEDI disse que não participa de nenhum movimento desse tipo. A ver.

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19.11.20

Cimento digital

A Votorantim desponta entre as empresas mais atuantes no desenvolvimento e aquisições na área digital. Quem diria. Do cimento para as startups.

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19.11.20

O nome do problema

A nova tecnologia utilizada pelo TSE em seu datacenter é tratada por hiperconvergência. Ou seja, multiplica por cinco a capacidade de um único equipamento. Pelo que se viu, quando apresenta problemas, sem um back-up em paralelo ativo, a dor de cabeça é cinco vezes maior.

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