A “reforma da previdência” vai começar pelos fundos de pensão do setor elétrico, que têm acumulado recorrentes déficits atuariais. O governo costura a fusão do Real Grandeza (Furnas), Eletros (Eletrobras), Fachesf (Chesf) e Previnorte (Eletronorte). O assunto é conduzido pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. A associação daria origem a uma fundação com R$ 15 bilhões de patrimônio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.