09.05.17
ED. 5614

O lusco-fusco financeiro da Copel

Entre analistas e minoritários, há quem considere a frustrada participação da Copel no recente leilão de transmissão – quando não arrematou uma licença sequer – como um mal que veio para o bem. Existem dúvidas quanto ao fôlego da companhia para assumir, neste momento, investimentos de maior porte diante da queda dos seus resultados. O curto-circuito atinge, sobretudo, os negócios da distribuidora paranaense no segmento de grandes clientes industriais. A queda na venda de energia acumulada nos últimos 12 meses teria chegado à casa dos 50% – os resultados serão divulgados na próxima segunda-feira. Este número é reflexo da recessão econômica e da crescente migração das indústrias do mercado cativo para o mercado livre. Ressalte-se que a Copel tem registrado seguidas perdas de receita: em 2016, a retração no faturamento foi de 12%.

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