18.02.19
ED. 6057

O happy end de Fabio Schvartsman

Com relação à Vale, está tudo nos conformes. As coisas acontecem… Fazer o quê? Ficamos, então, assim:

  1.  A Vale é uma joia e não pode ser condenada.
  2. A diretoria não é demissível.
  3. O presidente da companhia, Fábio Schvartsman, não tem ideia dos motivos do “acidente”.
  4.  Schvartsman vai ficando enquanto tem a “confiança dos acionistas”.
  5.  O sistema operacional de barragens é descentralizado.
  6. Os gestores locais têm autonomia.
  7.  A empresa está protegida por um “laudo de estabilidade”.
  8. Cada família vai receber por morto o equivalente a 0,0007% do Ebitda da companhia do terceiro trimestre do ano passado (US$ 4,37 bilhões), ou seja, R$ 100 mil por vida perdida.
  9. O futuro das barragens a Deus pertence.

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