13.07.18

Sucessão é a nova Copa do Mundo da CBF

O Coronel Antonio Nunes, presidente acidental da CBF, tem evitado até mesmo atender ao celular. É grande a pressão para que ele renuncie ao comando da entidade. Os “pedidos” vêm de cartolas da própria Confederação e mesmo de parlamentares – ao menos dois deputados muito ligados à casa estão empenhados no assunto. A renúncia abriria caminho para a posse do presidente eleito da CBF, Rogério Caboclo, que, a rigor, só pode assumir o cargo em abril de 2019. Um dos argumentos mais usados para sensibilizar o Coronel Nunes quanto à “grandeza do gesto” é que Caboclo teria mais tempo para trabalhar na organização da Copa América, que será realizada no Brasil em junho do ano que vem. Pura conversa fiada! Os demais dirigentes da CBF consideram a presença de Nunes extremamente tóxica. Visto como um mero mímico de seu antecessor, Marco Polo Del Nero, banido do futebol pela Fifa, o dirigente atrai demasiada atenção de olhos vigilantes por ofício. Dentro e fora do Brasil.

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