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16.02.16

Red Sea vasculha os canteiros do Brasil

 Dono de uma participação na construtora mineira Direcional, o fundo árabe Red Sea Housing teria reservado cerca de US$ 200 milhões para a compra de novos ativos no mercado imobiliário brasileiro – preferencialmente companhias com ações negociadas em bolsa. Segundo o RR apurou, entre as empresas na mira do private equity estariam a paulista Viver, controlada pelo fundo norte-americano Paladin, e a PDG. Se o Brasil está barato, o mercado imobiliário está de graça. A intenção do Red Sea é se aproveitar do raquitismo do setor neste momento.  A PDG é um bom exemplo. No início do ano, vendeu R$ 1,5 bilhão em ativos, em mais um esforço para reduzir sua dívida – só o passivo de curto prazo soma cerca de R$ 6 bilhões, para um patrimônio líquido da ordem de R$ 4,5 bilhões.

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