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28.10.20

Paulo Guedes topa ser o ministro do anti-racismo?

As agências de pesquisas de tendência Box1824 e a consultoria Indique uma Preta identificaram dados relevantes sobre a ocupação pelo negro no mercado de trabalho. A amostragem foi de 1.000 mulheres negras e pardas. No andar de baixo, 54% não têm trabalho remunerado atualmente.

No andar mais alto, simplesmente não existem negros CEO ou vice-presidente. A dúvida entre os institutos é como dar densidade política e identificar o speaker no governo para entregar formalmente o estudo. A preferência, por enquanto, seria o ministro Paulo Guedes, que ainda carrega a pasta do Trabalho, e precisaria de uma causa mais amigável para desopilar o discurso de malévolo destilado em todas as áreas.

Se há alguém que fala com autoridade junto aos CEOs é Guedes. Seria uma bela bandeira social para quem só tem uma bandeira – preta, com uma caveira branca – para sacudir frente aos orçamentos, principalmente no que tange os grupos menos favorecidos – as mulheres mais atingidas entre eles, é claro. Na verdade, com Guedes ou sem Guedes, a causa permanece, antes de tudo porque é justa. São os passivos históricos do Brasil que persistem até hoje.

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