28.06.16

GSI volta as baterias para a tríplice fronteira

 A menos de dois meses da Olimpíada, as atenções do general Sergio Etchegoyen, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, se voltam para a chamada tríplice fronteira, entre o Brasil, a Argentina e o Paraguai. A GSI tem recebido relatórios semanais produzidos pela área de Inteligência do Exército. As Forças Armadas intensificaram o monitoramento de células terroristas que atuam na região, notadamente na cooptação de jovens de origem muçulmana. O rastreamento desses grupos vem sendo feito em parceria com órgãos de Inteligência dos Estados Unidos e da França.  Nos últimos 15 dias, o GSI e o Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, comandado pelo almirante de esquadra Ademir Sobrinho, realizaram duas grandes ações integradas na região no âmbito da Operação Ágata, um dos principais vértices do Plano Estratégico de Defesa. Segundo o RR apurou, forças militares seguirão infiltradas na região ao longo das próximas semanas. Outro alvo prioritário das Forças Armadas na região é o tráfico de armas para o aparelhamento do crime organizado. Os armamentos entram, sobretudo, pela fronteira entre o Paraguai e o Paraná, mais precisamente as cidades de Foz do Iguaçu e Guaíra, além do município de Mundo Novo, já no Mato Grosso do Sul.

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