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06.01.16

Cruzeiros marítimos passam longe do Brasil

  A depreciação do real afundou um segmento do mercado de turismo que vinha crescendo, em média, 15% ao ano no Brasil. MSC e Royal Caribbean começam 2016 amargando uma queda de quase 40% nas vendas de pacotes marítimos internacionais no país em comparação com o estoque de reservas fechadas em janeiro do ano passado. A perspectiva de um 2016 sombrio já se reflete na estratégia das duas grandes operadoras mundiais do setor.  A MSC reduziu consideravelmente sua oferta na temporada 2016/2017, o que é confirmado pela empresa. A Royal Caribbean tomou uma decisão mais drástica: suspendeu a operação de navios no país para destinos internacionais a partir de maio. Consultada, a empresa confirmou a medida e disse que ela está relacionada aos altos custos operacionais no país. As vendas no Brasil ficarão restritas aos chamados minicruzeiros, que se restringem à costa da América do Sul. Ou seja: em abril, os transatlânticos Splendour of the Seas e Rhapsody of the Seas – os últimos para os quais a Royal Caribbean vendeu pacotes de longa distância – vão zarpar dos portos brasileiros sem data para retornar.

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