04.01.18
ED. 5779

Nos labirintos societários da Cemig

Dez entre dez mesas de operação do mercado apostam que o Banco Clássico, de Juca Abdalla, teria sido um dos principais compradores das ações da Cemig leiloadas pela Andrade Gutierrez ao apagar das luzes de 2017. No total, a empreiteira vendeu 12,6% da distribuidora mineira, o último quinhão de uma participação que chegou a ser de 33% – época em que Sergio Andrade e Aécio Neves fizeram a Cemig de gato e sapato. Em outubro, surgiram rumores de que o Clássico também havia adquirido papéis da estatal em poder da Andrade Gutierrez. A última informação oficial dá conta que o banco detém 8,27% da empresa. Ressalte-se que o banqueiro Juca Abdalla é também um dos maiores acionistas individuais da Eletrobras.

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