O presidente da Cemig, Bernardo Afonso de Alvarenga, fez chegar ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, pesadas críticas ao novo modelo tarifário do setor. Cálculos da própria estatal indicam que a nova “tarifa branca” poderá apagar de 3% a 5% da sua receita anual sem necessariamente a redução do consumo como contrapartida.

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